Facebook e Twitter, na lista negra das Empresas nos E.U.A
Por Bruno de Souza

As empresas nos Estados Unidos não querem que seus funcionários usem o tempo de trabalho em redes sociais.
Um estudo realizado pela empresa de consultoria Robert Half International constatou que apenas 10% das empresas permitem o uso do Twitter e Facebook, duas das mais populares redes sem limitação totalmente livre para uso a qualquer momento, 20% dos Chefes/Diretores consultados permitem que os funcionários utilizem estes serviços se eles tiverem uma meta de trabalho. No total, 54% decidiram em fazer “Clean Break” e impedir que os funcionários utilizem estes serviços no horário de trabalho.
“O uso de Redes Sociais podem distrair os funcionários de suas tarefas, por isso entendemos que algumas empresas têm acesso limitado”, disse o CEO da Robgert Half Technology, Dave Willmer, na página da Computerworld. Mas ele acrescentou: “Para algumas profissões, no entanto, essas páginas devem ser considerados como uma ferramenta de negócios, como marketeiros, publicitários, agências de publicidade.”
A pesquisa foi desenvolvida através de entrevistas telefônicas com 1.400 responsáveis por diferentes empresas do país, com mais de 100 trabalhadores cada. Entre os site e serviços vetados estão o popular site de vídeos Youtube e MySpace
e outros espaços tipo audiovisual.
Outro estudo, conduzido pela Nucleus Research, indica que a produtividade das empresas em que foi permitido o livre acesso ao Facebook foi de 1,5 por cento mais baixos em comparação aquelas que não é permitido.
Os Estados Unidos não é o único país onde o tema das Redes Sociais no trabalho é a peça central de um debate. Na Suíça, por exemplo, os funcionários do município de Zurique não podem entrar nesses locais nos horários de trabalho, afim reduzir os 3,36 milhão de acessos por mês que são registradas na administração pública.
O Jornal, Clarín publicou um estudo na América Latina, que mostrou que os funcionários navegam no trabalho quase uma hora por dia para interesses pessoais. Mas neste caso, as páginas mais visitadas foram as notícias e do banco.
E no Brasil será que as empresas limitam o acesso as Redes Sociais,
ou este numero é menor ou maior em relação a outros países, deixe sua opinião.
Bruno de Souza é estudante do Curso de Gestão da Tecnologia da Informação pela Universidade Paulista ( UNIP),Blogueiro, Marketeiro, Mídiatico,Professor de Inglês e SEO Experimental. Atualmente mantén um dos melhores blogs sobre Marketing Digital o www.brunodesouza.com







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Olá Bruno
Parabéns pelo blog, gostei muito dos posts e sempre que puder estarei aqui acompanhando vocês.
Um abraço
Candice Vitale
Heat – Marketing Digital e SEO
@Candice Vitale, Muito Obrigado, que bom que gostou, Confira os outros artigos que temos aqui no MídiaBoom.
Muito bom o post, isso é uma verdade, mas acredito que o facebook e twitter tem objeto não só de diversão mas também de divulgação de marcas e sites pela rede, hoje sou fã do Discovery channel , e R7 no facebook, é muito comodo pra mim, ler as informações selecionadas de acordo com meu perfil de modo rápido e prático. Além de manter contato com mentor no Curso do Formare na Coteminas, Augusto Filho, a distância não impedi de mantermos contato pelo o facebook, sem falar no orkut, mas esse só tem fama, funcionalidade limitada, vlw grande abraço a todos que fazem o Midia boom
Olá Bruno,
Muito bom o post. Seria interesasnte termos esses números no Brasil.
Sobre a questão das empresas limitarem o acesso no Brasil, acredito que muitas tomam essas medidas sim, eu mesmo já trabalhei em algumas que proibiam tudo, e olha que trabalho no marketing.
O problema está no perfil de funcionário que a empresa contrata. Se ele está comprometido com o resultado do trabalho a atuação nas redes sociais pode ajudar em muitos aspectos.
Abs e parabéns pelo Blog.