Buscador + rede social = tendência na web!

Você consegue imaginar usar a internet sem um buscador? Atualmente, buscadores de internet são essenciais e indispensáveis para qualquer pessoa, assim como as redes sociais. Quem vive sem os dois?
Redes sociais e buscadores vêm caminhando lado a lado. O primeiro site mais acessado no mundo é o buscador Google, seguido pela rede social Facebook, e mais a frente, na 11ª colocação, vem o Twitter. Mas, e se os buscadores se transformassem em redes sociais?
O norte-americano The New York Times, por exemplo, está desenvolvendo (desde o ano passado) uma rede social personalizada para buscas e compartilhamento de suas notícias. A ideia é que cada leitor edite uma página com informações de sua preferência, exclusivamente sobre o periódico, da mesma forma que o blog de notícias Huffington Post já vem fazendo.
No Brasil, o Busk criou um modelo inédito de buscador com características além das redes sociais. O buscador (e rede social) é pioneiro na busca, coleção e troca de notícias, e oferece diferentes opções de busca – por autor, por site, por fonte, dentre outros – que dão aos internautas meios mais eficientes de encontrar a informação.
Por meio do Busk já é possível buscar apenas as notícias de um autor/jornalista que você respeita. É também possível buscas às informações somente daquele veículo de comunicação que você confia. Também dá para ler apenas as notícias de um suplemento/caderno específico que você goste e se interessa. A vantagem é poder selecionar o assunto e como buscar, mas também interagir, indicar e trocar.
De acordo com Helder Araujo, co-fundador do Busk, o Brasil sempre foi um ‘early adopter’ de tecnologia e conseguiu aumentar – rapidamente e em massa – o acesso a algumas novas ferramentas na web, como o Orkut e o Twitter, por exemplo. “O Busk é a primeira e única solução que o Brasil cria de maneira inovadora e que pode ser exportada. A plataforma permite interação e total personalização”, explica.
“Mais de 75% do nosso conhecimento não vem da sala de aula e sim do aprendizado informal. A internet deixou isso evidente e vivemos um momento em que a educação formal está em crise, mas que ao mesmo tempo, o processo informal causa certa angústia nas pessoas. Isso acontece pelo excesso de informação, claro, mas principalmente porque não há uma forma simples de busca, gestão e troca do conhecimento. Foi pensando nisso que desenvolvemos o Busk.com”, conta Helder.
Diferente dos buscadores tradicionais, no Busk a pesquisa não acaba quando o que é procurado é encontrado, pois é nesse momento que a troca de conhecimento começa: o viés rede social entra, então, em ação!
Tendência? A interação chegou para ficar e (melhor ainda) de maneira personalizada. Afinal, ao menos para mim, conhecimento dividido é conhecimento aumentado. Então, faça seus cliques valerem a pena!
1) Livro “Redes Sociais na Internet” de Raquel Recuero;
2) Busk;
3) Folha Tec.







O Busk é uma ferramenta muito interessante. Mas ainda pouco divulgada em blogs. O iniciativa brasleira muito bem desenvolvida.
Post muito bom
@marocolojr
Concordo com vc José, mas o trabalho do pessoal do Busk esta crescendo e sendo bem visto.
Tenho ctz que logo mais muito mais pessoas conhecerão o trabalho do Busk.
Confesso que eu mesmo ainda não entendi muito bem os critérios de busca do Busk. Gostei da ferramenta, parece bastante útil e prática, mas tenho dificuldades para achar uma porção de blogs, alguns que o google apresenta no topo quando buscados com o mesmo termo.