Mídias Sociais: Por Onde Começar?

Category : Colaboradores, Mídia Social

Por Marisa Lemos

Quem acompanha há algum tempo artigos sobre Mídias Sociais já sabe como começar a atuar nessa área. O próprio nome já dá a pista: as Mídias são Sociais. Portanto, cumpra o básico: seja sociável. Interaja com seus consumidores. Respeite os primeiros passos das mídias sociais: ouvir e interagir. Entrar nessa para manter trancadas as informações sobre sua empresa, deixar perguntas sem resposta e ignorar o que dizem os usuários, é brincar de cabra-cega à beira do precipício (como está fazendo a Claro).

Mas a pergunta aqui não é como, e sim por onde começar. Uma pergunta cada vez mais difícil de ser respondida e que geralmente vem acompanhada de outra: “como separar o que é bom do que não serve para a minha empresa”?

Quando digo que a pergunta é difícil, é porque a cada dia surgem novos sites, novas ferramentas que adicionam valor a mídias sociais já existentes, novas formas de interagir, e consequentemente novas necessidades de monitoramento, estudo e acompanhamento. Como escolher sem experimentar ou testar tudo? Mais do que testar, é preciso entender e monitorar para ter noção do que realmente funciona.

Se você não tem uma equipe à sua disposição para sair criando perfis em todos os sites e testando, por exemplo, os 275 aplicativos para o twitter, use as próprias redes a seu favor, perguntando para profissionais da área quais os pontos fortes e fracos dos sites e ferramentas. E busque o que os próprios usuários falam das redes.

A escolha do que é bom ou não, do que serve ou não serve para a sua empresa (ou para a empresa do seu cliente) não é tão complicado quanto pode parecer à primeira vista. Sabendo qual é o público-alvo da empresa, buscam-se as redes que atendem a esse perfil de público, as em que ele é mais ativo, as que possuem mais comentários e menções à empresa em questão e vai-se experimentando, uma a uma ou de acordo com o que é possível administrar.

Acredito que aí esteja uma das grandes razões da dúvida de por onde começar: muitas empresas não sabem qual é realmente o seu público-alvo. Outras estão ainda engatinhando nesse quesito. Nestes casos, talvez seja melhor começar pelas mídias “de massa”, como o Orkut, e ir “refinando” de acordo com as respostas que obtiver e com as pistas que você conseguir monitorando a presença da empresa na web.

Em outros casos, de público-alvo bem definido, é preciso escolher as comunidades, sites, redes e blogs mais afinados com o público e com o posicionamento da marca e planejar sua ação/interação de acordo com o perfil e as regras de cada um. Lembre-se: aqui é que entram os primeiros passos lá de cima. Entenda primeiro quais são as regras escritas e não-escritas (sim, elas existem) das redes sociais para depois – e apenas depois! – começar a divulgar seus produtos.

Aí aparece um segundo problema, também bastante sério e mais comum do que se pensa: o que a empresa quer “começando” nas mídias sociais?

Se o objetivo não está definido (uma promoção, conhecer os consumidores, construir relacionamento, divulgar um novo produto, “é tudo isso!”, por exemplo), comece apenas monitorando. O básico para iniciar o monitoramento é usar a busca do Google, o Google Alerts e sites como o Social Mention, o Scup e o Samepoint.

Já vai fazer um bem enorme para sua marca que a empresa tenha consciência do que andam falando sobre ela na internet. Mas faça isso e se prepare para começar a responder, pois nenhum consumidor quer ficar eternamente sem resposta.

Outro lembrete (óbvio!) que é bom dar ainda no começo: o que funciona para uma empresa não obrigatoriamente funciona para outra.

Mesmo que funcione no seu mercado, não quer dizer que você tem que seguir o modus operandi do seu concorrente. Teste, experimente, faça diferente, faça melhor. Para fazer melhor, muitas vezes é preciso apenas tentar. Comece!

Se você não tem certeza de como nem por onde começar, pare, pense, avalie e planeje. Mas comece. Não fique parado por muito tempo, pois a essa altura a sua empresa já está nas Mídias Sociais: você é que ainda não sabe disso.

E você, por onde começou sua atuação em Mídias Sociais? Compartilhe conosco sua estratégia!

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Mobilização virtual: como tem sido a repercussão do Haiti nas redes

Category : Colaboradores, Mídia Social, Redes Sociais

Por Fernanda Fabian
Estamos apenas em janeiro de 2010 e tantos desastres já aconteceram tanto no Brasil quanto no Mundo a fora. O terremoto no Haiti foi uma ação da natureza, das mais complexas que já vi. Eu acredito na ideia de que isso é uma resposta a forma como o homem trata a natureza (observação: não estou dizendo que alguém é merecedor disso, lógico que não! Mas já é de anos que é tanto falado sobre cuidar do meio ambiente, e as consequências dessa falta de cuidado ainda estão por vir…). Mas isso não passa de uma opinião pessoal. Em outro momento falarei sobre a “falta de verde no mundo”.

A questão que lhes trago é uma junção de vários noticiários (fontes ao final do post) sobre como foi repercutido esse desastre nas mídias sociais, que, obviamente, não ficaram paradas.

Simples, complexas, solidárias, envolvendo ou não doações foram muitas as pessoas que se mobilizaram e se sentiram na obrigação de fazer alguma coisa:

- Poucas horas depois do terremoto foi criada a comunidade no Facebook: “O Haiti precisa de nós e nós do Haiti” – rapidamente envolveu 2,2 mil pessoas dispostas a recolher produtos de necessidade básica para serem enviados às vítimas do terremoto.

- No inicio da quarta-feira (13) no Brasil, “Haiti” era o tópico mais procurado no Twitter. Por volta das 9h, “Haiti” e “Earthquake” (terremoto em inglês) estavam entre os assuntos mais comentados no serviço de microblog.

- Muitos internautas usaram o serviço Twibbon para incluir uma bandeira do país em seus avatares, no Twitter.

- Sites de imagens como o Twitpic e o Flickr, estão recebendo imagens de edifícios derruídos, pessoas assustadas e outros momentos da catástrofe.

- Alguns vídeos gravados por moradores chegaram à rede, como um colocado no YouTube, poucas horas depois do grande tremor, que mostrava a nuvem de poeira gerada pelos desabamentos de diversos edifícios e no qual se ouve em inglês a voz nervosa de uma mulher dizendo que “o mundo vai acabar”

- Uma mensagem está sendo repassada de pessoa para pessoa, no MSN, fazendo um apelo para que todos coloquem seu status em modo “Ocupado”, em memória das vítimas do terremoto que abateu aquele país. A mensagem diz o seguinte: “Todos em modo “ocupado” para fazer homenagem a todas a vitimas do Haiti… Vai passando pro povo On Line, coloca seu status Ocupado Por Favorr”

- O Google Earth adicionou imagens do Haiti após o terremoto. Os organizadores da ferramenta disseram esperar que a ferramenta “ajude as equipas de socorro no resgate de vítimas”.

- Tanto o Google quanto o site Facebook estão elaborando listas de desaparecidos.

- Outra ferramenta virtual que está se tornando vital para o socorro pós-desastre é o Ushahidi. O serviço, de código aberto, permite que se sobreponham mapas com informações obtidas de diversas fontes.

- Entre os microblogs mais visitados estão o da Cruz Vermelha e do rapper haitiano Wyclef Jean, que vive nos Estados Unidos, mas que estava na vizinha República Dominicana e pediu a seus 1,3 milhão de fãs que “rezem” por seu país.

Alguns perfis no Twitter para obter informações e ajudar o povo haitiano.
http://twitter.com/RedCross Cruz Vermelha internacional
http://twitter.com/cvbsp
cruz vermelha sp
http://twitter.com/estadao/terremoto-haiti

http://twitter.com/el_pais/haiti

http://twitter.com/viva_Rio
http://twitter.com/nytimes/haiti-earthquake nyt
http://twitter.com/cnnbrk/haiti cnn
http://twitter.com/Wyclef
http://twitter.com/msfbrasil

- FarmVille, Mafia Wars e Zynga Poker em prol do país. A Zynga anunciou o lançamento de itens especiais nestes três populares aplicativos do Facebook. São itens vendidos dentro dos jogos, e que terão 100% de seu custo revertido para o fundo de ajuda ao Haiti. No FarmVille, são sementes de milho, no Mafia Wars, um tambor haitiano e no Zynga Poker, um pacote de fichas especiais. Em poucas horas, a Zynga afirmou que já arrecadou cerca de US$ 1.2 milhão de dólares.

Outra forma de ajuda, por parte do Google foi a criação da página: http://www.google.com/relief/haitiearthquake/ nela o usuário pode fazer doações para a compra de donativos com a Unicef e a Care. Além de indicar outras formas de ajudar, como por exemplo, pela Cruz Vermelha.

Há quem não acredite que muitas dessas ações sejam totalmente direcionadas para ajudar, sem passar por um “aproveitamento da situação”. Eu prefiro acreditar na boa vontade das pessoas, se pensarmos um pouco que seja de que uma tragédia dessas podia acontecer até no nosso país (sem comparações a grandiosidade de situações, mas vamos lembrar como foi a de Santa Catarina…), a solidariedade seria ainda maior.

Como não podemos pegar o primeiro avião e ir para lá ajudar com nossas próprias mãos, estas são algumas opções diferentes. Faça o que estiver ao seu alcance!

Fontes: InfoBrasil . BBC . Brainstorm9 . Vooz . AdNwes

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Parceria inédita integra Twitter e busca local

Category : Colaboradores

Por Marisa Lemos

O Guia Local CitySearch, dos Estados Unidos, anunciou ainda em 2009 uma parceria com o Twitter que dá pistas sobre como as contas pagas para empresas (ainda não oficialmente lançadas pelo microblog) podem ser.

O CitySearch oferece para as empresas que fazem parte do site várias ferramentas que facilitam o uso do Twitter. Pela primeira vez, é possível criar uma conta no Twitter sem acessar o Twitter.com: isso é feito a partir da própria página da empresa no CitySearch.

As empresas que já possuem conta no twitter têm suas postagens e os tweets que mencionam a empresa incorporados à sua página, permitindo que os clientes vejam o que está sendo falado sobre ela e também comentem em tempo real.

Qual a idéia por trás disso? Os clientes do CitySearch são empresas locais e pequenas empresas, que nos Estados Unidos já fazem bastante uso do Twitter como ferramenta de marketing. Assim, o primeiro objetivo é sem dúvida agregar valor para seus clientes, facilitando o uso de uma ferramenta já conhecida por eles.

O CitySearch se tornou o primeiro site de listagem de negócios a exibir endereços de perfis sociais das empresas ao lado de informações tradicionais como endereço, telefone e email. Mas ele não pretende parar por aí: quer ser um “diretório de mídia social”, aparecendo como resultado cada vez que alguém buscar a página de uma empresa no Facebook ou no Twitter. Ou seja, quer reunir todas as informações sobre uma determinada empresa em suas páginas, mostrando um perfil completo de cada uma – inclusive seus perfis em mídias sociais e reviews.

A despeito das intenções do CitySearch – obviamente relacionadas a fidelização dos clientes e a aumento de audiência – a idéia de um “diretório de mídia social” representa uma transição definitiva para as empresas: a interatividade como norma.

Só que relacionar perfis em Mídias Sociais como formas de contato da empresa, além dos tradicionais e-mail e telefone, não acrescenta muito ao que já temos hoje aqui no Brasil, por exemplo. Embora seja, sem dúvida, um passo adiante para muitas empresas, ainda fora das Mídias Sociais.

O que impressiona mais na notícia do CitySearch é realmente a incorporação das mensagens do Twitter no perfil oficial das empresas. Twitter é tempo real, não é um review ou um comentário que pode ser moderado ou até eliminado. Ao exibir as mensagens dos consumidores no Twitter, essas pequenas empresas estão assinando embaixo do que os consumidores dizem sobre elas. É, sem dúvida, um reconhecimento do poder do consumidor na internet hoje.

Nestes tempos em que uma mensagem no twitter falando do #fail de alguma empresa é espalhada rapidamente e vira notícia online no mesmo dia (como no caso da BestShopTv, no ano passado), uma empresa não é mais o que ela faz, o que vende, o ambiente de trabalho que proporciona, o que acredita. Ela não é nem mesmo os serviços que presta aos seus consumidores: hoje, cada vez mais, uma empresa é o que os consumidores pensam – e falam – dela.

Fonte: New  York Times

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O Big Brother e as Mídias Sociais

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Category : Colaboradores, Mídia Social, Twitter

Por Carolina Gancev

Desde a primeira edição do reality show, em 2000, em que o programa foi um sucesso estrondoso mesmo com o Sr. Abravanel acabando com a graça da estréia dos realitys na TV, todos os anos após as festas de fim de ano começam as expectativas para a próxima edição do BBB. Eis que chegamos na 10ª edição do programa, com o prêmio de um milhão e meio de reais para o vencedor e parece que dessa vez o Boninho resolveu inovar na forma com que escolhe os participantes.

Todos nós que somos viciados em mídias sociais e em todas as façanhas que a internet nos proporciona nos dias atuais, sabemos que elas, junto com a capacidade extraordinária de gerar um buzz marketing enorme da noite para o dia e de como pode potencializar os resultados de uma campanha de marketing viral num piscar de olhos, são a tendência do momento. Boninho e sua equipe não podiam ficar de fora dessa.

Dentre os participantes da casa, já temos alguns que são bem conhecidos na internet. São usuários comuns, que assim como eu e você, adoram a internet e um dia resolveram criar um blog pra falar sobre #whatever , um canal de vídeos no Youtube pra postar vídeos de sua própria autoria, e um perfil no twitter, em que possuem milhares de seguidores nele.

Venho então trazer uma pergunta: será que a escolha desses participantes não foi proposital? Sim, o Sr. Boninho e sua equipe com certeza pensaram bem antes de escolher tais candidatos. Ora, este ano o programa chega a sua 10ª edição e com uma bolada inédita de um milhão e meio de reais. Por que não aproveitar o sucesso dos participantes na internet para gerar um burburinho, vulgo buzz marketing?

Algumas pesquisas já realizadas apontam que os hábitos dos internautas que fazem parte do twitter, por exemplo, o utilizam para obter notícias e a formação de opinião sobre produtos e serviços é fortemente influenciada pelos comentários que ali acontecem. Junte a fome com a vontade de comer e você consegue fazer com que seu produto, no caso o Big Brother Brasil, caia (ainda mais) na boca do povo. Para um programa que é exibido em um canal de TV aberta, quanto mais gente falando, mais audiência, melhor fica.

Se o objetivo da Globo era gerar mais falatório e comentários sobre o BBB10, eles conseguiram, e da forma mais adequada possível.

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Não basta twittar, saiba, também, escutar

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Category : Colaboradores, Twitter

Por Fernanda Fabian

Muito mais que criar uma nova forma da sua empresa se comunicar com os clientes é fundamental saber gerenciar essa ferramenta. Não estou falando sobre nada muito complexo, muito pelo contrário, a resolução pode ser simples: apenas converse! Ouça o que o seu cliente tem para lhe dizer! Faça das redes sociais um espaço que não se restrinja a apenas divulgar, mas sim a ouvir!

Isso não vale apenas para o Twitter, mas sim para todas as outras redes como Orkut, Facebook ou mesmo um espaço como mural no seu site. Saber ouvir o que o cliente tem para falar sobre sua empresa ou produtos pode ser muito melhor do que pagar milhões por uma consultoria sobre opinião pública.

Para retratarmos como é a atuação do poder público nesses meios imagine que em um belo dia, mais de 100 pessoas estão na porta da sua empresa gritando, mostrando faixas e placas de rebeldia, enfim “fazendo barulho”, só porque você trocou a embalagem do produto e eles, como clientes, não gostaram por algum motivo. No mínimo, você iria entrar em desespero no primeiro momento, e em seguida iria tentar falar com eles para entender o que lhes incomodava, e após isso talvez iria reconsiderar a ideia de mudar esse layout. E é mais ou menos este o ‘barulho’ que as pessoas podem fazer, mas de forma virtual (o que pode até ser pior, já que isto ficará registrado na web, e cada vez que alguém fizer uma busca pelo seu nome isso irá aparecer).

Mas não significa que as pessoas utilizem as redes apenas para falar mal ou reclamar. Os comentários positivos também são bem fortes, e geram uma grande ‘publicidade gratuita’ para a empresa. Um exemplo foi quando a Coca-Cola lançou a nova embalagem da Aquarius Fresh, eu fiquei sabendo via Twitter da novidade e vi várias pessoas comentando sobre como ficou mais clean e bonita assim. Neste blog aqui você pode ter uma ideia de como foi essa repercussão (não deixe de ler os comentários).

Então, não basta apenas estar onde o seu cliente está, e procurar ficar ‘na moda da publicidade’, ou mesmo apenas marcar presença, saiba dialogar com ele.

Como você pode fazer isso? Com técnicas simples, como, por exemplo:

- Acessar as comunidades pertinentes ao seu produto e comentar, participar, estimular as pessoas a falarem o que pensam. E sempre dar um feedback sobre o que foi feito com aquilo que elas falaram;

- Fale assuntos interessantes, e não divulgue apenas qual o último lançamento da empresa (claro que deve ser citado, mas não limite em apenas isso). Se você vende pneus, fale sobre algum fato/ acontecimento que aconteceu na indústria automotiva;

- No caso do Twitter, siga as pessoas que lhe seguem (elas são seus clientes, não esqueça isso, por mais que você a ache desinteressante é com ela que você tem que falar). Dê ‘RT’ de alguns tweets que as pessoas falam sobre assuntos relacionados à organização. As pessoas costumam se sentir reconhecidas e privilegiadas quando alguém de destaque (ou empresa) repete o que ela disse.

- Opine nos blogs que falam sobre sua empresa e produtos, e identifique-se (veja o que o mercado Zaffari fez e foi comentado aqui). Ou mesmo em posts que procuram alguma solução que pode ser justamente o que seu produto faz (dê uma olhada no que o Omo fez com uma blogueira aqui).

- Comente sobre o que as pessoas falaram sobre assuntos gerais. Mas cuidado para não transparecer a sua opinião, não esqueça que você está falando pela empresa. É bom não demonstrar favorecimento de algum lado, como gostar do Grêmio e não do Inter ou qualquer coisa assim.

- Seus seguidores/ amigos não estão sempre on line no mesmo horário, lembre-se de falar com eles em vários períodos do dia. Inclusive, se for viável, falar nos finais de semana, já que tem vários locais que não permitem o acesso às redes durante o expediente.

- Obviamente, responda a todos os comentários, criticas, perguntas que lhe forem feitas. Às vezes o numero de comentários podem ser gigantes, mas justamente se você responder a todos que eles vão se sentir únicos e especiais.

- Nunca deixe de responder os e-mails e comentários que chegam até você via site. Que é o principal canal de comunicação oficial da empresa na web (já que muitas pessoas ficam na dúvida se os perfis das organizações nas redes são verdadeiros).

Outro exemplo pertinente é o do que aconteceu com o Nescau há um tempo. Logo que mudaram a fórmula, que alterou o sabor foi lançada a comunidade no Orkut: “Queremos o Nescau tradicional”, além dos vários tópicos em comunidades relacionadas, como “o Nescau tradicional vai sair de circulação”, “queremos o Nescau tradicional”, “quem vai parar de tomar Nescau assina aqui”. E o que eles fizeram? Falaram com essas pessoas e trouxeram de volta o sabor tradicional. E lógico, esse contato também teve um retorno, veja aqui.

Então não coloque o nome da sua empresa nas redes apenas para estarem lá, crie interação com as pessoas. Para que elas sintam que podem falar por ali e que vão obter um retorno. Este é um meio de fidelizar e de manter a marca na mente deles. E se sua organização não possui um suporte para fazer esse tipo de ação, não deixe de procurar um ‘especialista’. Não espere fazer isso apenas quando seu concorrente começar a fazer.

Para saber mais sobre o assunto, recomendo a leitura dos seguintes links:

Redes Sociais: uma nova interação com o mercado (com vários exemplos)
http://www.administradores.com.br/noticias/redes_sociais_uma_nova_interacao_com_o_mercado/27779/

13 erros que não se deve cometer no Twitter
http://midiaboom.com.br/post/13-erros-que-nao-se-deve-cometer-no-twitter/

Como escrever um bom post no Twitter, case de venda
http://marcogomes.com/blog/2009/como-escrever-um-bom-post-no-twitter-case-de-venda

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