Será que podemos dizer que entramos na era da colaboração no Brasil? Talvez sim, pois varias ferramentas de disseminação do consumo, trabalho e financiamento colaborativo estão surgindo. Uma onda de plataformas e ideias bateu em nossa praia trazendo várias propostas de se fazer coisas comuns, de forma diferente e conectada com outras pessoas.
Uma ideia que tive contato recentemente foi a do INIO. O nome curto significa I Need, I Offer (em português, Eu Preciso, Eu Ofereço) e por meio de uma plataforma integrada ao Facebook, é possível conhecer pessoas e trocar objetos que temos e não usamos por coisas que não temos, mas queremos.

É um dos exemplos mais simples e diretos do consumo colaborativo que vemos em sites como o Swap, um dos maiores sites de troca do mundo. Apesar de ser um projeto iniciante, o INIO permite que você volte aos tempos de permuta e troque itens, mas com a ajuda da Internet para alcançar pessoas em qualquer lugar do mundo.
É tendência
Sem dúvida, o consumo colaborativo é uma tendência global. Sabe por quê? Vivemos um colapso, com excesso de lixo, escassez de matérias-primas e consumo exacerbado. Apesar de ser uma iniciativa um pouco tímida no Brasil, o consumo colaborativo já está movimentando pessoas e itens que podem ser reutilizadas em países como o EUA, um dos maiores consumidores de bens do mundo.
Para entender esta mudança que pretende marcar o século XXI como o século da colaboração, vale muito a pena assistir ao vídeo da Rachel Bostmann, uma das maiores incentivadoras e pesquisadoras do consumo colaborativo no mundo.
Se você tem coisas que não utiliza mais, transforme-as em moeda e use o poder de conexão da internet para ter o que você precisa. O novo é legal, mas o novo dura pouco, o que fica é o produto e sua utilidade.