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Quantos clientes você precisa?

21.mai.2012 - Por em Artigos, Empreendedorismo
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Existem três tipos de empresas (e pessoas). As que fazem as coisas acontecer, as que ficam vendo as coisas acontecer e as que se perguntam: – O que aconteceu?

Philip Kotler

Oi oi oi! Parece tão fácil falar de cliente, não é? Na teoria então… nossa! Quando alguém resolve falar, mais pensamos no quanto custa (preço)), se demora (prazo), é realmente bom (qualidade), ou mesmo quanto ganhamos (lucro), não é mesmo?

Quem ligou esse botão de pensamento automático, que nos impede de pensar e fazer perguntas como: Opa! Eu quero mesmo fazer esse projeto? Esse é o cliente que eu gostaria de ter? Quantos desses eu preciso? Ou até quando vou ficar no fazer, fazer e fazer?

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Nake It: crowfunding da nudez!

05.mar.2012 - Por em Empreendedorismo
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Calma. O Mídia Boom não virou um site pornô e nem erótico, ainda…rs

Escrevi um post recentemente sobre Crowdlearning, um sistema bem interessante e colaborativo de unir pessoas para ensinamentos e aprendizados. No mesmo post coloquei a diferença entre crowdsourcing e crowdfunding. Bom, para entender o que é o crowdfunding, vou dar um reply em uma parte do post citado, abaixo:

O crowdfunding de forma bem simples, é o termo para usar quando a gente fala de iniciativas de financiamento colaborativas. Traduzindo para o português seria algo como “financiamento pela multidão”. A ideia é que várias pessoas contribuam, com pequenas quantias, de maneira colaborativa, a viabilizar uma ideia, um negócio, um projeto.

Nesse modelo de crowdfunding, existem bons exemplos no Brasil. O Catarse.me, uma plataforma brasileira, que financia projetos de maneira colaborativa e o VamosTrazer, plataforma criada pelo humorista e empreendedor Murilo Gan, que mobiliza pessoas para que artistas possam fazer seus shows em diversas cidades.

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Coworking: um debate muito interessante na campus party

29.fev.2012 - Por em Empreendedorismo
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Trabalhar em equipe sempre foi melhor do que sozinho. O trabalho é estimulado e sai com muito mais qualidade quando várias pessoas estão focadas em uma só solução. Mas e quando você trabalha com alguma coisa que completa o trabalho de outras pessoas mesmo não sendo do mesmo mercado? Como encontrar essas pessoas que completam suas ideias e que possam lhe ajudar?

Para isso, o sistema Coworking que já está bem consolidado pelo mundo, pode ajudar.  Os profissionais autônomos, quem trabalha em casa e quem viaja muito a trabalho sofrem de um mal comum: o isolamento. Coworking é união de um grupo de pessoas que continuam trabalhando independentes umas das outras, mas compartilham valores e buscam a sinergia que acontece quando pessoas talentosas dividem o mesmo espaço, gerando um fluxo de troca de idéias e experiências.

Grande parte dos espaços de coworking foram fundados por empreendedores “nômades” de tecnologia, que buscavam locais de trabalho alternativos aos cafés e às suas próprias casas.

Na Campus Party de 2012, uma área de debate conversou sobre Coworking e quem participou foi Ricardo Dória , fundador da Aldeia Coworking; Ricardo Lima , fundador da Bess Multimedia e da Beans! Coworking; Fernanda Nudelman Trugilho, fundadora do Pto de Contato; Walker Massa, fundador do Nós Coworking; Pablo Handl, co-fundador e sócio-diretor do Hub São Paulo; e Ana Lucia Fontes, fundadora do MyJobSpace. Debate mediado por Gustavo Santiago, gerente de mídia do Laboratorium.

Confira.


Hintee: a rede social dos apaixonados por camisetas

22.fev.2012 - Por em Empreendedorismo
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Uma rede social para quem ama e coleciona camisetas. Essa é a ideia do Hintee, aplicativo que encontra e recomenda modelos e estampas de várias marcas, baseados nas preferências do usuário. No Hintee, é possível conhecer as novidades, recomendar para os amigos e encontrar com facilidade produtos que se encaixam nos seus gostos. Mas, nada de comprar por lá!

Isso mesmo, algo bem interessante e intrigante na Hintee é que o site não é uma loja virtual. Ele foi criada para servir, somente como uma Rede Social para os apaixonados por camisetas.

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O fim da blogosfera moleque?

12.fev.2012 - Por em Empreendedorismo
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Depois de uma semana de Campus Party Brasil, evento que acabamos não comparecendo por diversos motivos de tempo e agenda, uma das coisas mais interessantes está no canal do YouTube do evento. Um canal cheio de conteúdo importante, palestras e entrevistas que trazer muitos ensinamentos para quem esteve no eventos e também, para que não foi e pode conferir isso com os vídeos e posts pela web.

Entre diversos vídeos, destaquei 5 que podem contribuir e muito para vocês, amigos leitores.

O primeiro vídeo, destacado neste post, foca bastante sobre como podemos realmente empreender com blogs no Brasil. Embora, nosso país tenha suas dificuldades nesse mercado “internet”, alguns exemplos muito interessantes como a história do Thiago Mobilon com o TecnoBlog e a história do Carlos Merigo com o Brainstorm9 demonstram claramente como podemos ter sucesso blogando.

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Você sabe o que é Crowdlearning?

29.jan.2012 - Por em Empreendedorismo
crowdlearning

Muito se fala em crowdsourcing, o parente mais conhecido da família do “Todo mundo junto e criando”. Existe também o modelo de crowdfunding que chega a ser um pouco conhecido no Brasil. Vou explicar de forma rápida como funcionam esses dois modelos:

O crowdsourcing é um modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo e soluções ou desenvolver novas tecnologias. O crowdsourcing possui mão-de-obra barata, pessoas no dia-a-dia usam seus momentos ociosos para criar a colaboração.

O crowdfunding de forma bem simples, é o termo para usar quando a gente fala de iniciativas de financiamento colaborativas. Traduzindo para o português seria algo como “financiamento pela multidão”. A ideia é que várias pessoas contribuam, com pequenas quantias, de maneira colaborativa, a viabilizar uma ideia, um negócio, um projeto.

Nesse modelo de crowdfunding, existem bons exemplos no Brasil. O Catarse.me, uma plataforma brasileira, que financia projetos de maneira colaborativa e o VamosTrazer, plataforma criada pelo humorista e empreendedor Murilo Gan, que mobiliza pessoas para que artistas possam fazer seus shows em diversas cidades.

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Empreendedor, crescer dói!

26.jan.2012 - Por em Empreendedorismo

Já conheço o canal Geração de Valor tem algum tempo. Sempre fico ligado quando sai um novo vídeo, embora as publicações dos vídeos neste canal comandando pelo empresário Flavio Augusto da Silva sejam poucas, todas elas são uma grande lição, de vida, e para o mundo dos negócios.

Nosso Blog, Mídia Boom, a partir de Fevereiro deste ano entrará com uma coluna dedicada ao empreendedorismo, não somente digital, mas focado em casos de sucesso e dicas muito interessantes sobre esse grande mundo dos empreendedores. Por isso, esse é um dos primeiros posts sobre o assunto.

Já falamos aqui sobre o Geração de Valor, utilizando um vídeo muito bacana com a Bel Pesce, uma grande notável empreendedora brasileira que está fazendo história lá no Vale do Silício.

O vídeo abaixo nos mostra como crescer,  tanto na vida pessoal como nos negócios, não é muito fácil. Aprender, ganhar, perder e continuar batalhando pelos seus sonhos é algo que somente alguns conseguem e quando isso vai acontecendo a dor do crescimento aparece.

Fica a dica de como esse vídeo pode lhe trazer grandes ensinamentos.


MeCasar: rede social, social commerce e casamentos

Quem disse que casamento diz respeito só aos noivos? Você pode não se dar conta, mas organizar uma festa de casamento envolve mais pessoas do que você imagina. Contar com a opinião de outros noivos, especialistas e fornecedores é o objetivo do MeCasar, um site que surgiu da dificuldade de um noivo em encontrar conteúdo e informação sobre a organização de um casamento.

Segundo Arthur Furlan, curitibano e fundador do MeCasar, “há pouco tempo passei pela experiência de organizar uma festa de casamento, ou melhor, a minha festa de casamento. Passei por muitas dificuldades em encontrar conteúdo, pois como nunca passei por isso, era o legítimo ‘marinheiro de primeira viagem’”. › continue lendo…


Consumo Colaborativo: o Brasil tem sim suas plataformas

Será que podemos dizer que entramos na era da colaboração no Brasil? Talvez sim, pois varias ferramentas de disseminação do consumo, trabalho e financiamento colaborativo estão surgindo. Uma onda de plataformas e ideias bateu em nossa praia trazendo várias propostas de se fazer coisas comuns, de forma diferente e conectada com outras pessoas.

Uma ideia que tive contato recentemente foi a do INIO. O nome curto significa I Need, I Offer (em português, Eu Preciso, Eu Ofereço) e por meio de uma plataforma integrada ao Facebook, é possível conhecer pessoas e trocar objetos que temos e não usamos por coisas que não temos, mas queremos.

É um dos exemplos mais simples e diretos do consumo colaborativo que vemos em sites como o Swap, um dos maiores sites de troca do mundo. Apesar de ser um projeto iniciante, o INIO permite que você volte aos tempos de permuta e troque itens, mas com a ajuda da Internet para alcançar pessoas em qualquer lugar do mundo.

É tendência

Sem dúvida, o consumo colaborativo é uma tendência global. Sabe por quê? Vivemos um colapso, com excesso de lixo, escassez de matérias-primas e consumo exacerbado. Apesar de ser uma iniciativa um pouco tímida no Brasil, o consumo colaborativo já está movimentando pessoas e itens que podem ser reutilizadas em países como o EUA, um dos maiores consumidores de bens do mundo.

Para entender esta mudança que pretende marcar o século XXI como o século da colaboração, vale muito a pena assistir ao vídeo da Rachel Bostmann, uma das maiores incentivadoras e pesquisadoras do consumo colaborativo no mundo.

Se você tem coisas que não utiliza mais, transforme-as em moeda e use o poder de conexão da internet para ter o que você precisa. O novo é legal, mas o novo dura pouco, o que fica é o produto e sua utilidade.


Empreendedorismo | Só ganha dinheiro na internet quem é inovador

30.mai.2011 - Por em Empreendedorismo

A internet é cercada de memes, aqueles conteúdos que viralizam, que todos acompanham e acham engraçados ou divertidos. Inclusive, o conceito de internauta não está somente na questão de navegar pela internet e ter acesso a uma série de informações, mas também pelo fato de, assim como o mar onde se navega, também ser composta por ondas.

E são nessas mesmas ondas que surgem os negócios na internet. Uma empresa desenvolve um novo negócio que ganha destaque; logo outras empresas fazem o mesmo, e geralmente o mercado fica sendo disputado por duas ou três, até que uma consegue se consolidar e permanecer no mercado.

Mas é esta justamente a questão: as que conseguem permanecer no mercado são as que mais possuem estrutura, são as que se apresentaram melhores comercialmente – e as que mais se adaptaram quando o mercado teve as suas dificuldades.

O que acontece é que, na internet, o tempo de vida das empresas – e principalmente o tempo de destaque – está cada vez mais curto. Hoje, uma empresa como o Google e o Facebook não consegue ficar mais de uma década no Top of Mind, como a Coca-Cola e a Marlboro.

Outro fator interessante a ser considerado é o fator inovação. O empreendedor digital é quem inova o mercado, agrega algo novo que conquiste o público e rentabilize a empresa. A quantidade de sites de Compras Coletivas e de Leilões Online existentes que oferecem os mesmos tipos de serviços é enorme, e o que vemos são empresários desesperados porque os negócios deles não dão certo. Nem é necessário falar o motivo.

Não necessariamente a inovação precisa ser atrelada à tecnologia; o que muita gente confunde. O sucesso das Compras Coletivas e dos Leilões Online não está em uma tecnologia nova, mas na visão de uma metodologia nova de mercado. E é isso que falta nas empresas.com - elas sempre buscam replicar negócios de outras empresas que já estão consolidados no mercado.

Empreendedorismo Digital: Startup ou empresa inovadora?

Empreendedorismo na Internet: A Cibercultura mudando mercados

Inovaçao precisa é de liberdade e dignidade, não de gadgets


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