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O negócio do Facebook é você

17.jan.2011 - Por em Empreendedorismo

Para qualquer empreendedor é imprescindível realizar o benchmark do seu setor de atuação, esse diagnóstico lhe dará subsídios para uma caminhada mais assertiva no mercado. Acreditando nessa máxima, inicio uma reflexão sobre a jóia da coroa do universo digital, o Facebook. Uma mídia social generalista que está chamando atenção não só por possuir mais de 500 milhões de usuários, mas por aplicar a estratégia da inovação, estabelecendo um forte diferencial competitivo ao seu negócio.

Resolvi abordar o tema da minha dissertação: o modelo de negócio do Facebook. Uma pesquisa exploratória partindo de um caso de estudo que analisa um caso particular, e a partir dele seja possível aferir implicações no todo. Ou seja, os demais sites de redes sociais podem se enquadrar no modelo sugerido.

Para facilitar o entendimento, é necessário ressaltar o conceito de modelo de negócio que considero ao realizar a análise. Por isso, referencio a Ethiraj, Guler & Singh (2000:19) que conceitua um modelo de negócio como:

“Uma configuração única de elementos que abrange as metas, estratégias, processos, tecnologias e estrutura da organização, concebidos para criar valor para os clientes, e, portanto, competir exitosamente em um mercado particular”.

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Já conhece Coworking? Para contatos e negócios, trocar experiências e muito mais

Pequenas empresas, freelancers, empreendedores e profissionais que buscam aperfeiçoamento e networking aderem com facilidade a essa tendência.


Escritório tradicional e home office são consagrados, mas há uma tendência muito forte para profissionais de diversas áreas trabalharem em um mesmo espaço compartilhando ideias e experiências, fazendo contatos, negócios e atividades afins. São os espaços de coworking, onde o trabalho tem se tornado mais inspirador, mais inovador, mais produtivo. Ao pé da letra significa trabalhar junto, colaborar, compartilhar.

Alguns dizem que o conceito surgiu em Londres, em 2005. Outros dizem que foi nos Estados Unidos, quando profissionais sentiram a necessidade de sair de suas casas, cafés e hotéis, juntando-se, então, em escritórios coletivos.

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Qual o diferencial destes novos empreendedores da Geração Y?

01.nov.2010 - Por em Empreendedorismo

Empreendedores da geração Y possuem uma postura mais transparente e imparcial, respeitando mais sua equipe, fornecedores, parceiros e clientes, reforçando relacionamentos e trazendo benefícios para o negócio.


Há algo de surpreendente em empresas que surgem de ideias das cabeças dos jovens profissionais. Mas, o que faz desses empreendedores inovadores tão especiais que conquistam o mercado? Eles exploram mercados inovadores, principalmente em áreas de tecnologia.

Seus diferenciais são muito interessantes que cativam o cliente e parceiros a ponto de elevar a marca e o lucro. São justamente essas diferenças entre estes jovens empresários que queremos abordar aqui.

A facilidade em utilizar novas tecnologias traz um diferencial muito grande para os empreendedores da geração Y. Esse domínio da tecnologia dá um ar mais inovador para os negócios, mais ousado e muito mais interativo. Além de facilitar na obtenção de informações, tendências e notícias que irão ajudar no negócio.

Empreendedores da geração Y possuem uma postura mais transparente e imparcial, respeitando mais sua equipe, fornecedores, parceiros e clientes, reforçando relacionamentos e trazendo benefícios para o negócio.

São menos burocráticos e mais abertos a negociações, fazendo com que os jovens empreendedores visem mais os resultados do que os processos. Isso faz com que empresas gerenciadas por membros da geração Y tenham uma melhor resposta ao mercado, sendo mais adaptáveis.

Também são mais abertos a aprender e pesquisar o que não conhecem, uma questão cultural, que lhes beneficia. Porém, não se aprofundam muito, mantendo uma superficialidade no assunto.

Um líder que pertence à geração Y não é hierárquico, se relaciona bem melhor com a sua equipe, deixando o ambiente mais leve e animado, trazendo melhores resultados para empresa. Também não são presos a paradigmas, adaptando-se melhor ao dinâmico mundo dos negócios.

Com o jeito apreensivo de encarar a vida, tudo tem que ser urgente, tendendo a ações com resultados mais instantâneos. Isso desfavorece ações que necessitam de tempo, como as que envolvem estratégia e pesquisa.

Encaram um mundo como algo bem menor do que seus antecessores; não importa se o cliente está na esquina ao lado ou do outro lado do mundo, para o jovem empreendedor é possível fazer negócios com o mundo todo.

Empreendedores da geração Y são mais comprometidos com causas sociais, enxergam a importância da sustentabilidade, cresceram com este assunto em questão e são conscientes da sua importância.

Vendo estas características, percebemos o quanto elas estão inteiramente ligadas ao desenvolvimento do mercado, mostrando que estes jovens estão preparados para assumir empresas trazendo produtos ou serviços inovadores.


Startups: empresas com crescimento acelerado

25.out.2010 - Por em Empreendedorismo

Essa é minha primeira publicação na coluna empreendedorismo digital. Como o próprio nome já suscita, é um assunto recente no mercado, como tudo relativo ao mundo digitalizado. Para iniciar o processo de aprendizado conjunto, me proponho a escrever sobre as startups, temática que persiste como top of the mind ao citar empreendimento nesse novo entorno.

Uma startup nasce de um negócio baseado na inovação, que geralmente começa apenas com uma ideia criativa isolada, e como passo seguinte, agrega um diferencial através da inovação como vantagem competitiva, para finalmente empreender o negócio.

Geralmente se caracterizam por estar associadas a negócios que enfrentam um crescimento acelerado, e, por isso, atraem investidores “anjos” com capital monetário e inteligente que se interessam por essas novas companhias embrionárias, dispostos a realizar investimentos relativamente baixos ao ser comparados com grandes projetos. As startups se diferenciam por seu alto risco e grande recompensa graças ao crescimento exponencial do empreendimento. Ou seja, possuem um baixo custo de implementação, um risco alto e uma retroalimentação potencial do investimento atrativo.

Existem empresas inovadoras em todos os setores, no entanto, aquelas startups de base tecnológica têm sido de grande importância para o crescimento de algumas indústrias em especial, como as indústrias de semicondutores, comunicação, biotecnologia e Internet (HITT, 2005)

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Você está preparado para Empreender Online?

18.out.2010 - Por em Empreendedorismo

É bastante complexo ser empreendedor, principalmente no mundo online. Antes de tudo, é preciso saber lidar com esse mundo cheio de oportunidades boas, mas que também pode te levar para o buraco, com um tweet interpretado de forma errada, por exemplo.

Quer uma ótima dica para empreender no mundo digital? Use a lição do frescobol: jogar a bola da melhor maneira para que seu “adversário” possa bater, para que o jogo continue. Tem que jogar com o oponente e não contra ele.

- Cuidado com a competição – a sua marca pode ser má vista pelos consumidores e, por qualquer deslize, sua empresa pode virar um case nagativo.

- Evite comparação – “Mas aquele tem mais seguidores…” – O que importa é o engajamento, a qualidade, e não a quantidade.

- Ouça seus clientes, depois fale – mas fale sempre, para mostrar que eles estão sendo escutados.

Você se enquadra nestes aspectos?

Então, agora sim, é hora de pensar em empreender, porém, tenha cuidado.

Segundo o Mashable, uma pesquisa preparada pela empresa global de Relações Públicas Weber Shandwick constatou que 64% dos CEOs das 50 maiores empresas do mundo não estão envolvidos com as mídias sociais, 36% fazem “um social” e 28% são bastante tradicionais, preferem trabalhar com sites corporativos e deixar sua mensagem por lá.

O YouTube teve a maior tração entre as ferramentas de redes sociais, com o uso de 18% – uma tendência que tenho observado com alguns CEOs – embora o Twitter, Facebook  e LinkedIn tenham tido menos de 10 % de aceitação.

Por que essa baixa atividade em mídias sociais? Chris Perry, presidente da Weber Shandwick Digital Communications, disse: “Não é surpreendente que os CEOs estão menos inclinados a participar nas mídias sociais, dada a percepção de risco compromisso e ao tempo necessário para participar de conversas de duas vias.”

É onde entram as dicas que dei acima. Não adianta você empreender, ser CEO e querer entrar nas mídias sociais com a sua empresa, se não sabe as regras para interagir com o público. É um grande risco para você, como empreendedor e para sua empresa.

Este post é mais para reflexão. Será que você e sua empresa estão preparados para empreender no mundo digital?

Nos próximos posts, darei exemplos e dicas de como montar seu negócio – com base e preceito do programa que estou participando, chamado CEO do Futuro –, mas já deixo uma dica valiosa: participe do XIV Encontro Internacional de Empreendedores.


Webstartups no Brasil? São mais reais que você imagina.

11.out.2010 - Por em Empreendedorismo

Esse é nosso primeiro post falando sobre empreendedorismo digital, e por isso escolhi falar sobre startups brasileiras, afinal quando se trata em startups para a maioria de nós logo nos vem à cabeça uma centena de ícones legais e coloridos, dos quais saíram de também coloridos e animados escritórios no Vale do Silício na Califórnia.

Mas é só de lá que saem startups? Só lá que existe inovação e empresas que são constituidas nas bases da administração e gerenciamento 2.0?

O Brasil realmente não possui uma cultura ao capital de risco como o que ocorre nos Estados Unidos, obrigando as empresas daqui a realizar tudo na base do Bootstrapping e muita criatividade, mas isso não deve nunca ser sinônimo para reclamar, mas sim de aproveitar as oportunidades geradas pelo cenário que temos aqui.

Três startups que considero especiais:

Buscapé – Um site de comparação de preços que possibilita compras online com melhor preço, ela encabeça a lista pois entrou em grande foco mundial após sua venda de 91% de suas ações pelo precinho de US$342 milhões, tornando-se assim um grande marco provando a muitos descrentes que web startups podem se tornar empresas valiosas e rentáveis merecendo a mesma seriedade que uma empresa fundada nos modelos tradicionais, sua venda também despertou a atenção de muita gente e inclusive investidores que começaram a ver o Brasil com outros olhos.

Compra3 – Um portal de compra coletiva que surgiu antes dessa febre dos “Groupon-like” no Brasil, no qual quanto mais pessoas comprarem maiores as chances de comprarem barato e inclusive receberem reembolso em dinheiro, o grande diferencial aqui é que os produtos são comuns do tipo televisão, geladeira, e no final você pode receber reembolso de parte do valor. Idéia bem legal que vai bastante de encontro com as tendências sociais.

Peixe Urbano – Já falamos dele anteriormente, até porque existem vários players concorrentes, no entanto ela merece destaque já que foi provavelmente uma das primeiras tranzendo bastante a tona o tema sobre social commerce. Caso você ainda não conheça o PeixeUrbano é um site de compra coletiva, porém centrado em negócios locais, ou seja imagine um restaurante da sua cidade oferecendo jantares com descontos de 50-90%. Basicamente é esta a idéia.

E sua idéia nisso tudo?

Uma startup não precisa (nem deve) ter a missão de ser o próximo Twitter, mas sim deve testar idéias para resolver um problema, ainda que este não esteja claro inicialmente e depois provar o mais rapidamente se sua solução atende tal problema de melhor forma e com preço que este mercado está disposto a pagar.

Termino o post deixando uma frase do Dennis Crowley, Co-fundador do Foursquare: “Don’t let people tell you your ideas are stupid – if you’re passionate about something, find a way to build it”

Esse você tem alguma startup que gostaria de divulgar? Caso tenha pode entrar em contato no meu twitter ou mesmo deixar um comentário aqui no blog, assim poderemos dedicar um post para seu projeto.


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