100 maneiras de medir o impácto gerado nas Mídias Sociais

Category : Estátisticas, Mídia Social

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Através de um twitter enviado pelo amigo Jose Telmo, e um post feito pelo i9 Business encontramos essa relação bem interessante criado originalmente por David Berkowitz do site Media Post, que tem como título orginal 100 Ways To Measure Social Media

Além de escrever sobre muitas idéias e conceitos aqui no Mídia Boom é interessante tambem destacar artigos de outros blogs como esse.

Texto do i9 Business:
Algumas coisas aqui podem ser interpretado de várias maneiras. Dependendo de como você irá defini-las, algumas destas métricas podem parecer redundantes, enquanto outros podem parecer tão ampla que pode ser parecer fora demais. Muitas destes podem ser combinadas entre si para criar novas métricas, que podem ser rastreados ao longo do tempo. Vamos a elas…

  1. Volume de buzz criado em torno de uma marca com base no número de posts;
  2. Volume de buzz gerado com base no número de impressões;
  3. Mudança no buzz ao longo do tempo;
  4. Buzz por hora do dia / parte do dia;
  5. Sazonalidade do buzz;
  6. Competição com outros assuntos em alta;
  7. Buzz por categoria / tema;
  8. Buzz por canal social (fóruns, redes sociais, blogs, Twitter, etc);
  9. Buzz por etapa de compra (por exemplo, pesquisando vs. concluir transação vs. pós-compra);
  10. Populariadade ativa (por exemplo, se vários vídeos estão disponíveis para incorporar, qual é usado mais?);
  11. A grande mídia menciona;
  12. Fãs;
  13. Followers;
  14. Amigos;
  15. Taxa de crescimento dos fãs, seguidores e amigos;
  16. Taxa de vitalidade;
  17. Alteração nas taxas de vitalidade ao longo do tempo;
  18. Abrangência ou alcance de segundo grau (conexões para os fãs, seguidores e amigos expostos – por pessoas ou impressões);
  19. Embeds;
  20. Downloads;
  21. Uploads;
  22. Visualização iniciada pelos usuários (ex.: para vídeos);
  23. Taxa de players ou favoriting;
  24. Likes / Favoritos;
  25. Comentários;
  26. Avaliações;
  27. Social bookmarks;
  28. Inscrições (RSS, podcasts, vídeo série);
  29. Pageviews (para blogs, microsites, etc);
  30. CPM efetivo com base em gastos por impressões recebidas;
  31. Mudanças na classificação nos mecanismos de busca do site ligado ao meio das mídias sociais;
  32. Mudanças em partes do motor de busca de voz para todos os sites sociais que promovam a marca;
  33. Aumento nas buscas devido à atividade social;
  34. Percentagem de buzz contendo links;
  35. Links classificados por influência dos editores;
  36. Percentagem de buzz em contendo multimédia (imagens, vídeo, áudio);
  37. Compartilhar a voz em sites sociais enquanto executa o ganho e pagamento da mídia no mesmo ambiente;
  38. Influência dos consumidores atingidos;
  39. Influência dos editores atingido (ex.: blogs);
  40. Influência das marcas participantes em canais sociais;
  41. Demografia do público-alvo envolvido com canais sociais;
  42. Demografia do público atingido através de meios sociais;
  43. Hábitos de Social Media / interesses do público-alvo;
  44. Geografia da participação dos consumidores;
  45. Sentimento em volume de posts;
  46. Sentimento em volume de impressões;
  47. Mudanças no sentimento antes, durante e depois de programas de marketing social;
  48. Línguas faladas pelos participantes dos consumidores;
  49. O tempo gasto com conteúdo distribuído;
  50. O tempo gasto no local através de referências de mídia social;
  51. Método de descoberta de conteúdo (de pesquisa, de passagem ao longo de motores, descoberta, etc);
  52. Cliques;
  53. Porcentagem do trafico gerada do ganho em mídia;
  54. View-throughs
  55. Número de interações;
  56. Taxa de interaçã/participação;
  57. Freqüência de interações sociais por consumidor;
  58. Porcentagem de vídeos visualizados;
  59. Pesquisas realizadas / votos recebidos;
  60. Associação de Marca;
  61. Retribuição de compra;
  62. Número de usuários geradas a partir das contribuições recebidas;
  63. Exposições de gifs;
  64. Número de gifs compartilhados;
  65. Popularidade relativa de conteúdo;
  66. Tags agregadas;
  67. Atributos de tags (por exemplo, quão bem eles correspondem a percepção da marca em si);
  68. Inscrições de usuários em aplicativos de redes sociais (por exemplo, o Facebook Connect, Twitter OAuth);
  69. Inscrições pelo canal (por exemplo, Web, aplicativo para desktop, aplicações móveis, SMS, etc);
  70. Debater ou contestar o assunto;
  71. Número de participantes da sala de bate-papo;
  72. Contribuintes Wiki;
  73. Impacto do Marketing ou Eventos ofline nos prgramas de Marketing Social ou no Buzz gerado;
  74. Conteúdo gerado pelo usuário que pode ser usado pelo comerciante em outros canais;
  75. Clientes atendidos;
  76. Proteção ou Preservação por cliente assistido através da s interações diretas na mídia social comparado com outros canais;
  77. Economias geradas ao permitir que clientes se conectam uns com os outros;
  78. Impacto na resolução do primeiro contato;
  79. A satisfação do cliente;
  80. Volume de feedback gerado pelos clientes;
  81. Pesquisar e desenvolver tempo baseado no feedback advindo das mídias sociais;
  82. Sugestões implementadas a partir do feedback social;
  83. Economia ao não gastar em pesquisa tradicional;
  84. Impacto sobre as vendas on-line;
  85. Impacto sobre as vendas offline;
  86. Taxa de desconto de resgate;
  87. Impacto sobre o comportamento offline;
  88. Lideranças geradas;
  89. Produtos analisados;
  90. Visits to store locator pages;
  91. Conversão de mudanças devido à classificação do usuário, opiniões;
  92. Taxa de retenção do clientes/visitante;
  93. Impacto sobre o valor da vida do cliente;
  94. Aquisição do cliente / retenção de custos através da mídia social;
  95. Variação na quota de mercado;
  96. Ganhos do impacto da mídia social sobre os resultados da mídia paga;
  97. Respostas para os eventos socialmente postados;
  98. Presença em eventos gerados pelas pessoas;
  99. Alcance dos funcionários ( para programas internos);
  100. Aplicações de trabalhos recebidos.

Assim como fez David Berkowitz em seu texto, também convido você a colaborar com outras maneiras de medir o impácto gerado com as Mídias Sociais na área de comentários abaixo. Por fim, você precisa descobrir quais seus objetivos de negócio e depois aplicar essas métricas em conformidade com o mesmo.

Fonte: i9 Business

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Twitter corporativo ainda é um bixo de 7 cabeças

Category : Estátisticas, Mídia Social, Redes Sociais, Twitter

Artigo via Parcerias
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O Twitter tem mesmo ganhado espaço na rede. O microblog tem se mostrado uma verdadeira ferramenta de interação e seu uso possui finalidades das mais diversas. Estamos conectados a ele praticamente 24 horas por dia, seja para propagar nossas idéias, notícias ou sugerir algum assunto interessante que acabamos de ver na web. A velocidade com que as informações ganham espaço é surpreendente, pois de RT em RT, os 140 caracteres ganham o mundo. Aliás, a função RT tem sido tão largamente utilizada nos decks[bb], que o Twitter[bb] divulgou na semana passada que iria incorporar novamente esse recurso no site oficial.

Toda grandiosidade dessa magnífica ferramenta[bb] começa a atrair também a atenção das empresas, que divulgam as novidades sobre seus produtos e serviços e elaboram promoções exclusivas para os twitteiros, a fim de atingir um número cada vez maior de seguidores. Eu mesmo fui contemplado com uma TV[bb] de LCD[bb] em um sorteio comemorativo do aniversário de um shopping[bb] há duas semanas. Porém, o Clube de Criação de São Paulo fez um levantamento através do Clubeonline[bb] e constatou que as empresas possuem uma participação ainda modesta no Twiter.  De acordo com o CCSP, do total de participantes do microblog, as empresas representam apenas 2.78%.

Nem todas as empresas sabem como explorar as possibilidades das mídias sociais. Para você optar por seguir uma determinada marca é porque, de fato, ela faz parte do seu cotidiano. Você a coloca em destaque no seu Twitter, via de regra, quando acredita nela, acha que ela vai agregar vantagens, oportunidades ou informações legais ao seu dia-a-dia ou à sua própria imagem de twitteiro, tem orgulho de mantê-la em destaque em meio à sua comunidade de amigos e colegas (virtuais, de trabalho, de balada).

Há algumas semanas, por exemplo, o André Damasceno e eu compartilhamos horas de boas gargalhadas ao acompanhar a ”promoção” de uma empresa que prometia uma “surpresa” quando atingisse um determinado número de seguidores e era empolgante a forma como ela se manifestava com expressões do tipo: “vamos, vamos, vamos!”. Até aí pode parecer apenas uma estratégia mal elaborada, mas o problema é que a empresa nunca havia postado nada, apenas a tal “promoção”. Então eu me pergunto: qual a vantagem de seguir alguém que não vai me acrescentar em nada? Outro exemplo é o endereço adidas original official, que já atraiu 4711 seguidores, mas nunca incluiu seguer uma letra, quanto mais 140. Há um registro da Unilever Brasil que fez a mesma coisa. Endereço abandonado e até mesmo sem o logo da marca. Assim como um do banco Personnalite e de outras tantas empresas. Já a Procter & Gamble sequer marca presença no microblog, assim como centenas de outras marcas que nem passaram perto da ferramenta, até o momento.

Obviamente, o levantamento do CCCS tem apenas valor referencial. Muitas das grandes marcas têm endereços fakes, ou de sub-marcas, ou de países específicos, ou ainda aqueles que usam a marca sem permissão, para atrair seguidores ou até fazer piada e devemos procurar fugir desses registros. Mas o interessante é observar que algumas marcas que estão realmente presentes no Twitter dão mancadas grandes. Pelo que deu para perceber, poucas (pouquíssimas) são as marcas que chegam perto da popularidade de personalidades de peso e ‘celebridades’. Mas há, por exemplo, empresas aéreas norte-emericanas que arrebentam.

A impressão mais forte que fica é a de que ainda há muito que aprender e fazer para melhor posicionar grande parte das marcas[bb] dentro dessa ferramenta virtual. Tanto se fala em agregar conteúdo e ‘personalidade’ às marcas. Olha aí uma chance que pode muito melhor ser aproveitada. Basta oferecer bom conteúdo que o boca-a-boca virtual faz um endereço bombar.

De qualquer forma, expor uma marca em qualquer mídia social é o mesmo que enfrentar uma câmera fotográfica[bb] sem colocar maquiagem ou poder fazer retoques com Photoshop[bb]. Nem todas as empresas estão preparadas para isso. Outra curiosidade identificada por Laís Prado do Clubeonline: Twitters de grande parte das agências de publicidade, brasileiras ou gringas, não seguem sequer um anunciante ou empresa. Por fim, já rolam os endereços daqueles que se revoltaram contra marcas, tipo http://twitter.com/ODEIO_Fast_Shop, que reúne mais de 400 seguidores. Tem também Odeio Americanas (http://twitter.com/odeioamericanas) e Odeio a Vivo (http://twitter.com/odeioavivo), entre outros.

Vamos às principais marcas e seus números:
1° – http://twitter.com/google – 1.453.228 seguidores
6° – http://twitter.com/youtube – 132.176
7° – http://twitter.com/facebook – 123.678
9° – http://twitter.com/SonyPlayStation – 59.645
10° – http://twitter.com/MSWindows – 36.215
19° – http://twitter.com/Microsoft – 22.201
20° – http://twitter.com/nikebasketball – 20.737
22° – http://twitter.com/redbull – 16.286
23° – http://twitter.com/pizzahut – 16.183
27° – http://twitter.com/DellnoBrasil – 14.109
31° – http://twitter.com/TAMAirlines – 12.803
33° – http://twitter.com/ClaroBrasil – 12.322
37° – http://twitter.com/blogpetrobras – 10.770
43° – http://twitter.com/Fast_Shop – 8279
44° – http://twitter.com/Toyota – 8160
49° – http://twitter.com/CocaCola – 7097
51° – http://twitter.com/Vivoemrede – 6871
52° – http://twitter.com/sonymusic – 6814
53° – http://twitter.com/americanascom – 6799
55° – http://twitter.com/amazon – 6730
57° – http://twitter.com/drpepper – 6576

Para conferir a lista completa e o artigo original de Laís Prado clique aqui.

Fonte: Parceiro O Melhor do Marketing

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Google e Apple são as marcas mais influentes nas mídias sociais

Category : Estátisticas, Mídia Social, Twitter

apple-twitter1Depois de seu presidente ser considerado a pessoa mais influente no mercado de TI, agora é a vez da Apple aparecer como uma marca influente no mundo das mídias sociais. Um estudo promovido pela Sysomos indica a Apple como segunda marca mais influente, atrás da Google, mas na frente de concorrentes como Microsoft (3a.), HP (5a.), Intel (6a.) e até mesmo Disney[bb] (8a.).

A Sysomos diz-se motivada pela fato de que seu estudo é mais abrangente do que 0 100 Melhores Marcas Globais (100 Best Global Brands, em inglês) produzido pela Interbrand e publicado recentemente pela Business Week. Segundo a Sysomos, o estudo da Interbrand não leva em conta a atividade em mídia sociais e sentimento “on-line”. Segundo a empresa, os dois rankings não têm uma relação direta e a única empresa que ocupou o mesmo lugar nas duas listas foi a Microsoft (terceira posição).

De fato, na lista da Interbrand, a Apple está na 20a. posição; a Google, líder no ranking da Sysomos, está em 7º.

As 10 primeiras posições do ranking da Sysomos, batizado de “World’s Leading Brands by Social Media Presence” (Marcas Líderes no Mundo por Presença nas Mídias Sociais) são ocupadas por Google, Apple, Microsoft, BMW, HP, Intel, Honda, Disney, Samsung e Toyota, nessa ordem.

O relatório completo da Sysomos encontra-se na página www.sysomos.com/reports/topbrands.

Fonte: IgTecnologia

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Mídia Social: Como medir os resultados?

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Category : Estátisticas, Mídia Social, Profissão, Redes Sociais

Por Chico Montenegro

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Em alguns post´s que inserimos aqui temos diversos comentários com dicas e pedidos sobre livros, artigos, ferramentas e uma pergunta sempre aparece nos comentários aqui no blog, por amigos no Twitter e em outras Redes Sociais que participo:

Como medir os resultados de propagandas feitas através das Redes Sociais?

Bom, antes de tudo devemos entender qual a diferença entre Redes Sociais e Mídia Social:

Redes Sociais

Segundo o site wikipedia, são relações entre os indivíduos na comunicação por computador. O que também pode ser chamado de interação social, cujo objetivo é buscar conectar pessoas e proporcionar a comunicação e, portanto, utilizar laços sociais.

Um bom exemplo esta no vídeo abaixo:

Mídia Sociais

Mídias Sociais são tecnologias e práticas on-line, usadas por pessoas (isso inclui as empresas) para disseminar conteúdo, provocando o compartilhamento de opiniões, idéias, experiências e perspectivas (e eis o seu 1º grande diferencial). Seus diversos formatos, atualmente, podem englobar textos, imagens, áudio, e vídeo. São websites que usam tecnologias como blogs, mensageiros, podcasts, wikis, videologs, ou mashups (aplicações que combinam conteúdo de múltiplas fontes para criar uma nova aplicação), permitindo que seus usuários possam interagir instantaneamente entre si e com o restante do mundo.
Fonte: Boombust

Outro exemplo bem interessante é este vídeo que bombou na web:

Agora que chegamos a um conceito sobre a diferença entre Redes Sociais e Mídias Sociais podemos compreneder a importância de se trabalhar com a propagação de um produto, serviço ou marca fazendo Mídia Social nas Redes Sociais.

Para medir os resultados das divulgações feitas através dessas Redes o Ruy Carneiro, autor do Webinsider nos mostra abaixo maneiras sites e um conceito muito bem elaborado para termos essas métricas.

Para entender o que se passa neste novo cenário, deve-se levar em consideração fatores antes não analisados, tais como influência, engajamento, visibilidade, geração de conteúdo do cliente, motivações, dinâmica. Alguns deles já eram analisadas pela turma do web analytics, mas em um plano mais gerenciável, do site.

O tema é tão amplo que merece um livro para tratar todas as possibilidades, mas para dar um primeiro passo é preciso dividir a coleta de informações em duas grandes áreas:

1. Interna, dentro do site e medida pelo web analytics tradicional, e
2. Externa, que necessita de outras ferramentas e pesquisas.

Coleta interna

Sob o ponto de vista de coleta interna, o trabalho pode ser dividido em três grandes fases:

Visibilidade. Seria a análise de alcance para a análise tradicional do site, ou seja, quão bem o site está avisando ao mundo que existe. Para esta fase pode-se trabalhar com métricas como:

  • Visitantes novos x visitantes que retornam – importante para entender se a divulgação está sendo feita de forma eficiente e ao mesmo tempo se os visitantes estão sendo fidelizados;
  • Fontes de tráfego – de onde vêm as pessoas para o meu blog, o meu site e como está o trabalho de parcerias;
  • Visitante único, páginas vistas e tempo de permanência x taxa de rejeição – aqui é possível saber quantas pessoas estão sendo atingidas e se o site está levando a elas o que procuram. A taxa de rejeição (bounce) que é analisada em um site normal deve ser analisada junto com o tempo de permanência para entender se os objetivos estão sendo atingidos. Blogs que são constantemente visitados podem ter uma taxa de rejeição altíssima, já que as novidades estão sempre na primeira página. No entanto, cumprem com o seu objetivo de informar, já que o fator tempo nos mostra que a pessoa leu os textos novos que foram publicados;
  • Palavras-chave – como as pessoas estão achando o site;

Influência – esta é a análise da área de influência de suas ideias.

  • Geografia, idiomas – lembrando que o sistema de distribuição de IPs no Brasil é um total desastre e que os dados coletados pelos web analytics possuem muitas distorções. Tema já discutido em post noblog da WA Consulting;
  • Conexões, perfis, membros – estas métricas mostram quantas pessoas estão nos seguindo e os perfis deles em nossas redes de relacionamento

Engajamento – a análise de interação dos visitantes serve para entender o que eles procuram e como você pode atendê-los melhor.

  • Frequência de publicação x comentário por post;
  • Ações com vídeos e podcasts;
  • Viralização de gadgets, que podem ser medidas via web analytics, mas que são limitadas ao que ocorre a partir do site e o uso dele;
  • Tom das opiniões que são feitas nos comentários. Este é um trabalho que mostra o sentimento do visitante ao comentar sua publicação;
  • Recência, frequência, profundidade das visitas – métricas encontradas nos web analytics de mercado que mostram a quanto tempo os visitantes vêm ao seu site e com que frequência;
  • E-mail direto, assinatura de RSS – métrica que deve ser usadas com outros serviços especializados como o seu sistema de e-mail marketing e serviços como o FeedBurner;
  • Conteúdo, buscas internas – quais os conteúdos mais lidos e quais os temas mais procurados;
  • Feedback – que pode ser conseguido através de enquetes em seu site ou blog.

Área externa

Quem já tentou acompanhar os diversos serviços que podem trazer informações sabe das dificuldades. Por isso, para a área externa ao site, o mercado começa a lançar serviços que podem mostrar o que ocorre fora de suas fronteiras.

Seguir a marca da empresa em sites como Delicious, Digg, Twitter, fóruns e comunidades é trabalho para robôs especializados que já eram disponíveis em empresas de relações públicas e agora em empresas de pesquisa.

Serviços disponíveis de acompanhamento que provêm informações quantitativas e qualitativas da exposição de sua empresa, além de identificar temas e tópicos, oportunidades, formadores de opinião e mostrar o mapa completo de sua marca nas mídias sociais:

Ferramentas gratuitas:

O Buzz Metrics da Nielsen Online é um exemplo de serviço que está chegando ao país através do Ibope. A ferramenta traz um mapa da marca da empresa e todas as possíveis conexões encontradas nas diversas mídias sociais.

Para se ter uma visão da complexidade deste tipo de trabalho, a própria WAA(Web Analytics Association) está trabalhando na definição de padrões para medir mídias sociais.

O motivo de ainda não haver um padrão é porque a cada dia surgem mais maneiras das pessoas interagirem utilizando novas tecnologias e o crescimento exponencial destes meios. Exemplo disso é o Twitter que a pouco não existia, e de repente explodiu em todo o mundo e as pessoas o utilizam através de serviços como TweetDeck.

A dica é: nenhuma métrica vai ajudar a entender os visitantes do seu site ou se você está fazendo um bom trabalho na internet, se antes não houver a definição dos objetivos do site e o conhecimento da necessidade de informação para que se possa tomar decisões. Mais uma vez um forte aliado nesse momento é o planejamento, fundamental para o melhor entendimento deste mundo 2.0.

Este post teve partes dos textos retirados dos artigos de Ruy Carneiro e Wagner Fontoura.
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Twtpoll, uma enquete no Twitter!

Category : Estátisticas, Twitter

logo (1)Você tem um produto ou serviço e esta a procura de respostas utilizando o Twitter[bb], que tal saber a opinião de seus clientes sobre uma determinada ação, a receptividade a um novo produto, a oferta de um novo serviço?

twtpoll faz isso por você. Você só precisa entrar no site e clicar em Create a Poll![bb] Em seguida, basta digitar seu nome de perfil, selecionar o tipo de questão, digitar a pergunta e, se for o caso, as respostas possíveis.

O Twtpoll[bb] trabalha com 17 tipos de questão, entre elas múltipla escolha (com uma resposta possível ou várias), matriz, drop-down, escala, classificação e aberta. Na dúvida? Clique no link See Examples para ver os modelos e escolher a opção mais adequada para suas necessidades.

Você pode também selecionar uma data de expiração da enquete. O serviço barra mais de um voto por endereço IP. Caso você não se importe em correr o risco de que uma pessoa vote mais de uma vez, marque a opção Allow multiple votes per IP address.

Quando concluir, clique em Create a Poll[bb]. Além de enviar um link para a página da pesquisa pelo Twitter aos seus seguidores, é possível compartilhá-la por e-mail ou pelos serviços Facebook, indenti.ca, FriendFeed[bb] e MySpace, entre outros. É só clicar nos links correspondentes na página que o serviço exibe após a conclusão da pesquisa. Quem clicar na guia Embed para obter os links e incluir a pesquisa em blogs e sites. Seus seguidores ou os visitantes do seu perfil poderão clicar no link, votar, comentar e ainda conferir os resultados parciais.

Fonte: Idgnow
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