Peixe Urbano | Sites de compras coletivas em alta no Brasil

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Category : Mídia Social

Conhecia, por navegar na web, o GrupOn, dos Estados Unidos, que tem o mesmo conceito de compra coletiva. Há poucos meses, através da Tatiana Bottene (namorada), conheci o Peixe Urbano, que no dia tinha uma promoção de 70% em um adesivo para notebook.

Achei muito interessante a ideia, e hoje, já estamos na segunda compra pelo site. Tudo se deve à compra por impulso, feita pela facilidade de gastar bem menos e ter a opção de ir quando quiser ao estabelecimento (dentro do tempo da promoção) e desfrutar do que foi comprado.

O conceito é ótimo, e vale conferir essa reportagem feita sobre os sites de compra coletiva, dando bastante destaque ao Peixe Urbano.

Apoio Marina Silva l Uma ação voluntária para web 2.0 no Brasil

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Category : Mídia Social, Notícias e Post´s Diversos, Política

Algo que estamos de olho e que muitos especialistas dizem que possivelmente não aconteça no Brasil são exemplos da utilização das Redes e Mídias Sociais nas eleições como foi feito por Barack Obama. Muita gente tentando ser “legalzinho” nas Redes Sociais, criando contas no Twitter, Facebook e até sites bem dinâmicos para agradar os eleitores mais conectados em busca dos preciosos votos.

Algo que não se consegue com dinheiro é reputação, isso acontece com o tempo e com a dedicação em alguma ação. Atitude e trabalho duro fazem com que a reputação seja mais forte e a sua presença constante, principalmente nas Redes Sociais, e eu não estou só falando do mundo virtual.

Esse público fiel cria ações voluntárias sem que a empresa, você ou até mesmo uma candidata a presidência do nosso país possa saber antes que isso aconteça. Estou falando de Marina Silva e Marco Gomes.

De um lado Marina Silva, com uma história na política brasileira honrosa e cheia de conquistas e essa honra não esta somente no que ela vem fazendo na política, mas sim em sua vida como pessoa e cidadã do nosso país. Do outro lado Marco Gomes, programador e empreendedor nato. Criador da Boo-box que para quem não conhece é reconhecidamente uma startup brasileira com um grande potencial e sucesso já demonstrados no ramo da publicidade em mídias sociais.

Marco criou algo que pode ser o primeiro aplicativo ou aplicação 100% voluntária da web 2.0 para campanha de Marina Silva como candidata a presidência do nosso país. O Apoio Marina Silva é um aplicativo ou aplicação criado para que os simpatizantes da candidata possam ceder /emprestar sua conta no Twitter para que o sistema regularmente possa enviar mensagens falando da candidata.

Fiz algumas perguntas ao Marco Gomes para saber mais detalhes dessa criação e como funciona além de verificar “o porquê” do seu apoio a Marina Silva, confira:

Com alguns candidatos de peso, que irão utilizar de recursos e investimento mais avançados que os da Marina como é o caso da Dilma que já contratou uma equipe qualificada para cuidar das Redes Sociais, como você vê a atuação da Marina frente às Mídias Sociais?

Antes de tudo é bom separar a pré-campanha da Marina e o movimento Marina Silva. Este segundo é suprapartidário e voluntário, não há verba nem de partidos nem de campanha.

Outro ponto é que o pessoal que apóia a Marina (além do movimento) tem mostrado na internet seu interesse em apoiá-la e divulgar isso, jovens e conectados.

Depois do Obama todo mundo quer fazer bonito nas eleições utilizando as Mídias Sociais, esse aplicativo/site que você desenvolveu você acreditar ser algo bem próximo da fidelidade com as Mídias Sociais que o Obama teve em sua campanha?

São coisas completamente diferentes, o Obama fazia diálogos com seus eleitores, como a Marina faz em seu perfil oficial @silva_marina. O @apoiomarina é uma ferramenta pra divulgar conteúdo, é uma maneira dos simpatizantes da causa apoiada pela Marina ajudarem cedendo parte de sua relevância para espalhar conteúdo da Marina.

Como foi a criação desse trabalho, foi incentivo seu ou contratação por parte do partido da Marina Silva?

Sou um voluntário, e, assim como o Movimento Marina Silva, não tenho ligação oficial com a campanha (ou pré-campanha). Acompanho o trabalho da Marina Silva faz algum tempo e, quando ela começou a se destacar como uma possível candidata à presidência da república, percebi que podia ajudar doando meu tempo e fazendo o que sei melhor: criar ferramentas sociais pra Internet.

Osoftware foi feito em 3 ou 4 madrugadas, usei Python, Google App Engine e GIT.

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Bem interessante a criação de Marcos Gomes, eu mesmo já estou utilizando a apoiando o Movimento Marina Silva.

Infográfico l O Efeito das Mídias Sociais

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Category : Dados e Estatísticas, Mídia Social, Notícias e Post´s Diversos

Compreender o efeito da mídia social ajuda muito a construir a presença online. Enquanto algumas empresas começaram a adotar medidas de comercialização nas mídias sociais, algumas estão negligenciando o poder delas, especialmente se eles possuem blogs a partir do infográfico, é fácil visualizar que colocar o seu conteúdo em diferentes fontes é realmente eficaz no direcionamento do tráfego para seus sites, nunca se sabe quem irá pegar o seu conteúdo e espalhar para mais gente na web.

Fonte: Penn Olson

Mídias Sociais l As teorias estão paradas?

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Category : Mídia Social, Notícias e Post´s Diversos

Quanto vale descobrir o caminho correto de uma ação em Mídias Sociais? – Imagine conseguir com pouco investimento financeiro de tempo um resultado que nem gastando milhões em outros meios de comunicação seria possível, bacana né?

Pois é, essas teorias apareceram há alguns anos e muita gente foi seguindo conceitos e idéias de pessoas que estavam mais integradas nessa comunicação 2.0. Depois de muito se falar é fácil percebermos que não existe um plano perfeito, mas somente uma estratégia bem pensada e calculada com profissionais que sabem ajustar se algo der errado.

Chamei isso em outro post de “Os Bombeiros das Redes Sociais”.

Hoje quem fala, trabalha ou respira Mídias Socias no Brasil esta vivendo de casos de sucesso e de fracasso, estamos finalmente entendendo que tudo que a humanidade aprendeu lá atrás sobre comunicação, democracia, voz ativa, comunidades e por ai vai hoje só mudou de ferramenta. Saiu dos bairros, dos clubes e dos bares e tomou seu meio online e mais versátil.

Mas como estudar Mídias Sociais agora?

Vamos estudar algo que deveríamos ter estudado na escola bem la no primeiro ano de estudo, vamos entender como nosso amigo, vizinho, consumidor, parceiro ou apenas o twitteiro que escreve coisas engraçadas pensa. Vamos estudar o porquê eles estão sempre querendo se comunicar, gerar conteúdo e passar pra frente idéias e pensamentos que outros geram.

Vamos estudar agora o Relacionamento Humano e perceber que tudo que idolatramos até agora são apenas ferramentas que irão sumir e se modificar com as necessidades de crescimento das grandes ferramentas e máquinas movem esse mundo: Nós mesmos!

Eleições 2.0 l PT debate como entrar nas Redes Sociais

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Category : Mídia Social, Notícias e Post´s Diversos, Política, Redes Sociais

O cara acima, do lado do nosso Presidente Lula já é bem conhecido por quem gosta de Softwares livres no Brasil, ele é Marcelo Branco atualmente um dos responsáveis na área de Mídias Sociais da então candidata a presidência da república Dilma Rousself do PT nesse ano de 2010.

“A campanha na internet é uma campanha essencialmente voluntária”, palavras de Marcelo Branco, ex-diretor da Campus Party e atual integrante da Agência Pepper, que vai coordenar o uso das redes sociais de Dilma Rousselff durante a campanha do partido.

Marcelo vai trabalhar ao lado dos americanos Scott Godstein e Joe Rospars, responsáveis pela campanha de mídias sociais de Barack Obama, presidente dos EUA, e Andrew Paryze, especialista em marketing digital da Blue State Digital.

Ben Self, chefe da campanha digital que auxiliou a eleger Obama nos E.U.A. também fará parte da equipe, mas deve vir menos ao Brasil para reuniões.

Como estamos vendo, não só nossas empresas, mas também os políticos do nosso país começaram a perceber a importância do povo e das opiniões que cada um tem. Acho que já era hora de deixar que o boca-a-boca tomasse a frente e que consumidor, povo ou eleitorado tomassem as decisões de quem ele quer no poder.

Confira mais:

Parece que teremos uma eleição não tão democratica como vimos em 2008 como foi a de Obama, mas estamos indo para um caminho bem mais interessante para o povo que agora entende que pode opinar e modificar assim que achar que isso deve ser feito. Gosto dessa preocupação de fazer algo correto nas Redes Sociais como Marcelo Branco citou no vídeo.

Vamos aguardar para ver!

Eleições 2.0 l Não foi o Obama quem começou!

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Category : Mídia Social, Notícias e Post´s Diversos, Política

Um debate muito bacana e cheio de idéias foi esse relacionada à eleição de Barack Obama em 2008 e até hoje esta repercutindo nas mídias e nas Redes Sociais. Algo que muita gente não sabe é que o Presidente dos EUA não iniciou essa “revolução” na política mundial.

Em 2000 o senador John McCain, que foi derrotado por Obama em 2008 ficou conhecido ao veicular banners em diversos sites divulgando e pedindo o apoio à sua pré-candidatura.

Mas o primeiro candidato em uma corrida presidencial a conseguir de fato usar a internet como mais que uma ferramenta de comunicação de mão única foi Howard Dean (foto), pré-candidato democrata nas eleições de 2004 e então governador do estado de Vermont.

Dean é pouco conhecido por governar Vermont – um estado com pouco mais de 600 mil habitantes -, Dean era considerado um azarão na disputa pela vaga de candidato democrata à presidência. Nos EUA, os partidos costumam organizar prévias para definir o candidato que concorrerá nas eleições. Usando a internet para levantar fundos e mobilizar apoiadores por todo o país, Dean conseguiu se posicionar como um concorrente real à vaga.

Uma das marcas da campanha de Dean foram os encontros promovidos pelo site Meetup. O site trata-se de um serviço online e gratuito que permite aos usuários encontrarem ou criarem grupos que se reúnem presencialmente.

Por acaso, Joe Trippi, coordenador da campanha de Dean, ficou sabendo que algumas centenas de pessoas tinham se inscrito no Meetup para participar de encontros e conversar sobre a candidatura de Dean. Percebeu também que ele era o pré-candidato com o maior números de interessados em encontros no site.

Com isso Dean incluiu no site da sua campanha um link para a página no Meetup divulgando mais ainda os encontros dos interessados em sua candidatura, em poucas semanas o número de participantes cresceu de 2.700 para mais de oito mil participantes e durante toda campanha esse número chegou a 190 mil pessoas.

Outra iniciativa foi criar um blog no site da campanha, só que em vez de usar o blog apenas como mais um canal para mensagens oficiais, os posts eram escritos e assinados por colaboradores de várias áreas da campanha e usavam o mesmo tom e estilo informais característicos do meio em que estavam.

Dean também surpreendeu ao usar a internet como forma de angariar fundos para sua campanha. Na forma tradicional os candidatos procuram poucos eleitores que fazem doações expressivas, mas na campanha feita pela internet, Dean angariava doações pequenas, mas de diversos eleitores e até mesmo por cartão de crédito. A campanha foi um sucesso e recebeu mais de 53 milhões de dólares em doações superando Bill Clinton em 1995.

Dean não ganhou a candidatura que foi dada a John Kerry que acabou perdendo para Bussh em 2004, mas fica um grande exemplo que foi utilizado com êxito por Obama em 2008.

Cinco erros que nenhum Consultor em Mídias Sociais pode cometer

Category : Consultoria, Mídia Social, Notícias e Post´s Diversos

Parece fácil trabalhar com isso, afinal todo mundo quer ganhar dinheiro em um cargo da moda e ficar Twittando o dia todo, mas não é bem assim que funciona. Com uma pesquisa em alguns sites gringos criei uma relação de Cinco erros que nenhum Consultor em Mídias Sociais pode cometer.

No que isso é válido? – Bom para você que esta pensando em contratar um desses profissionais para alavancar sua campanha de Marketing, é bem interessante ficar atento aos erros na hora de identificar um bom consultor. E para você que esta começando na área e pretende iniciar esse trabalho de consultoria fique atento para não cometer esses erros.

1)    Nunca assuma que você sabe o que o consumidor quer! – Pense bem, é quase impossível saber o real desejo do consumidor ainda mais na época em que vivemos, na hora em que você diz saber o que o consumidor necessita esta arrumando uma bela encrenca. Antes de criar uma proposta para Mídias Sociais solicitada por um cliente, análise bem o mercado em que ele atua e a sua real necessidade. Só assim você poderá chegar próximo ao que ele realmente necessita e ajudá-lo com as Mídias Sociais.

2)    Certifique-se cada vez mais – Análise o mercado em que seu cliente atua, se você vai prestar essa consultoria. O que seu cliente vende? – Como, atualmente, ele esta vendendo esse produto ou serviço? – Qual o perfil dos seus consumidores? E por ai vai… Assim você não comete o erro de tentar vender lâmpadas via MySpace, não é mesmo?

3)    Não faça nada que não traga valor – Tudo que você deve produzir em uma campanha de Mídias Sociais deve ter algum valor, seja para seu cliente, mas principalmente para o consumidor. Mesmo que isso seja um post no Twitter ou no blog da empresa, uma resposta pelo Orkut ou Facebook, agregue valor ao que esta fazendo, sempre!

4)    Não ignore o restante da empresa – Nenhum profissional sério de comunicação faria isso. O Marketing não é um setor da empresa ele deve ser a empresa toda, envolva toda a empresa na campanha criada, descubra como funciona cada setor e fique por dentro das novidades da empresa.

5)    Não fique acomodado com o que foi feito – Inovar é preciso sempre, todos os dias. Procure todos os dias atualizar sua campanha, acrescente novas idéias e busque soluções para problemas que podem um dia existir dentro da empresa na área de comunicação. Quando você inova agrada a todos, desde a empresa que esta apostando nas Mídias Sociais até o seu mais importante foco: O Consumidor.

Espero que tenham gostado do artigo!

Métricas l Mídias Sociais em 2010

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Category : Métricas, Mídia Social, Notícias e Post´s Diversos

As métricas são um problema enfrentado por aqueles que trabalham com estratégias em Mídias Sociais. Uma razão para isso é que as antigas técnicas de medição não são suficientes, portanto, é necessário em 2010 aprender e experimentar novas formas para medir as estratégias que são realizadas na web.

Eu cito aqui 8 pontos que se deve ter em mente quando formos aplicar qualquer Estratégia em Mídia Social:

1. Graças a Mídia Social, as Relações Públicas têm tido um valor muito maior, permitindo que as medições sejam mais específicas tanto ao nível qualitativo e quantitativo. Assim, cada vez mais, os meios de comunicação tradicionais se tornam menos importantes.

2. Uma questão que a Mídia Social deve responder em sua medição é: o que está sendo feito para ajudar a impulsionar uma marca? Ou seja, não se concentre apenas em número de impressões ou na quantidade de mensagens entregues.

3. As métricas baseadas em impressões perdem a relevância na Mídia Social, porque elas convergem em muitos outros fatores.

4. Uma taxonomia geral de métricas, como explicado em um post do MetricsMan deve ser formada pela exposição: a exposição ao que já foi criado para o conteúdo e mensagem, Compromisso: quem, como e onde estão as pessoas que interagem, influenciam: o grau de exposição e compromisso influenciam as percepções, atitudes, e Ação: resultado.

5. É necessária uma medição qualitativa, onde se analisa o tipo de conversação que está sendo gerado entre os indivíduos e as marcas.

6. As medidas também devem incluir a percepção offline e os resultados apresentados pelas ações da Web. Nesse ponto, se contempla as atitudes que existem nos clientes ou potenciais clientes. É uma pesquisa de audiência preliminar.

7. Não se esqueça de medir o valor alcançado quando se cria uma comunidade em torno de uma marca, significa que as pessoas adquiriram compromisso. Mas isto é um processo, não se consegui da noite para o dia.

8. Tenha em mente as suas métricas na mídia social, o importante não é a quantidade, mas o compromisso que foi gerado em torno da marca.

O off-line como promovedor do on-line

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Category : Colaboradores, Colunas, Mídia Social, Notícias e Post´s Diversos, Redes Sociais

Aqui no blog falamos muito sobre o marketing digital, a abordagem das empresas no mundo virtual e o quão importante isso é hoje em dia. De fato, hoje em dia isso passou a ser uma necessidade, e não só modismo (afinal, onde já se viu uma empresa não ter nem um site, além disso, se não aparece no Google é porque não existe, não é?!). Seja um site institucional ou a presença em mídias sociais, a internet passou a ser uma ferramenta muito importante para a estratégia de comunição de uma empresa.

Mas a internet não é a única forma de divulgação e de relacionamento que existe hoje em dia. Pode parecer contraditório alguém que fala muito em relacionamento virtual, e que a tem como instrumento principal de trabalho (e eu não sobreviveria sem ela!) estar falando isso… e o objetivo deste post nem é entrar na questão da importância e da participação da web na vida das pessoas. Mas sim, de indicar que a internet não é tudo, ao menos para este país!

Vamos aos fatos: Segundo o Ibope Nielsen Online, de 2009, o Brasil é o 5º país com maior número de conexões. Destes, 27,5 milhões acessam regulamente de suas casas, e 36,4 milhões acessam do seu trabalho. Referindo-se a tempos médios de navegação, o Brasil é líder mundial, com 48 horas para navegação em sites, e 71 horas para aplicativos (como MSN). Já se referindo a publicidade on-line, a internet é o terceiro veículo de maior alcance no Brasil, perdendo apenas para rádio e TV. Estima-se que 70% dos consumidores confiem em opiniões feitas neste meio.

E agora lhes trago mais dados: dados do IBGE indicam que 65% dos brasileiros ainda não possuem acesso à web. Dentre os principais motivos disso o maior é o custo elevado, para 54% dos entrevistados pela entidade. Estive lendo sobre a ampliação do uso da internet pela banda larga, um projeto do governo, que caminha, como quase tudo neste país, em marcha lenta.  A novidade é de que os senadores querem um novo debate, será que ainda não estão convencidos da importância de um projeto assim? Ou estão preocupados com o buzz das próximas eleições?

Apesar do crescimento dos acessos (inclui-se além dos dados indicados anteriormente a questão das lan houses e ONGs que permitem a inclusão digital), particularmente percebo no meu dia-a-dia diversas pessoas (principalmente de gerações anteriores a da Y) que não tem familiaridade alguma com a ferramenta. E tenho certeza que você também conhece pessoas assim.

E como ficam as marcas e as empresas nessa história toda? Uma ação incrível no Twitter, um site com design nunca visto anteriormente, um novo APP para o Orkut… e a divulgação fica apenas nestes mesmos meios. Como fazer, principalmente para marcas ‘populares’, com que a grande massa saiba dessa nova ação? E ainda mais, como fazer com que participe?

Um case a partir disso tudo? A cerveja Devassa, lógico! Uma incrível ideia de lançar em um comercial na TV para as pessoas correrem ao Twitter e envolvendo o site. Eles foram muito além, a propaganda foi veiculada durante o Big Brother Brasil, quer horário melhor para atingir uma grande parte da população brasileira? Na minha opinião, foi a união perfeita entre a mídia tradicional e a web.

Mas e quando nosso cliente não tem milhões e milhões para criar e anunciar a campanha na TV, e você trabalha com um público de cidades pequenas e limitadas? #comofas? Simplesmente desiste da “bolha da internet”?

Eis uma boa discussão, essa é a hora que o on-line precisa da ajuda do off-line para se promover. Sem planos mirabolantes ou manual de instruções para isso, é preciso criatividade e coragem para isso. A empresa precisa abraçar o seu valor na esfera digital, “assumir” nas suas formas de comunicação tradicionais que está nela, fazer com que todos os seus consumidores, mesmo que se não tiverem acesso a rede, saibam que ela está lá também.

Desta forma o Joãozinho que não tem nem um computador e gosta muito da marca de tênis XYZ, vai lembrar do anúncio no jornal da cidade falando do novo site da empresa, e quando ele estiver em uma lan house vai acessar e conferir essa novidade. É muito importante que as marcas destaquem suas participações na internet em todas as suas divulgações. E principalmente pelo grande número de fakes que existem, em especial nas redes sociais, e que fazem com que os consumidores fiquem na dúvida da veracidade das informações postadas por aquele usuário.

Seja qual for a sua marca e o mercado que quer atingir, não separe os seus canais de comunicação, crie uma aliança entre eles, faça com que sejam aliados. As oportunidades são cada vez mais presentes para isso, saiba aproveitá-las a seu favor.

Empresas devem seguir todos os seus followers no Twitter?

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Category : Colaboradores, Colunas, Mídia Social, Notícias e Post´s Diversos, Redes Sociais, Twitter

Seguir ou não seguir seus followers é um assunto que já foi amplamente debatido. Guy Kawasaky, uma celebridade do microblog e conhecido palestrante, defende que você siga todos aqueles que te seguem, por uma questão de cortesia e para que você possa se comunicar com eles via Direct Message (DM).

Enquanto responsável por um perfil corporativo no Twitter, confesso que ainda tenho dúvidas sobre qual a melhor decisão a tomar sobre o assunto. Seguir todos os followers da empresa é uma real maneira de se relacionar com eles? Vale a pena fazê-lo apenas por “cortesia”, como diz o Kawasaky?

Aqui mesmo no Midia Boom, em um excelente post , a Fernanda Fabian diz que sim. E também aconselha a dar RT em alguns tweets dos seus followers, pois isso é simpático e faz as pessoas se sentirem reconhecidas. Eu concordo com ela, mas minha experiência diz que isso não é tão fácil de fazer, pelo menos se não há alguém trabalhando exclusivamente aquele perfil (ou, no mínimo, trabalhando exclusivamente Mídias Sociais – o que é a realidade em muitas empresas).

Como é possível acompanhar uma timeline de mais de mil pessoas, a ponto de avaliar o que é interessante para dar RT? Ou até mesmo uma com 200 pessoas, e se relacionar verdadeiramente com elas? Na teoria, seria excelente. Fazer uma análise constante e contínua dos seus seguidores, seu comportamento, opiniões, assuntos favoritos. Geraria emprego para vários analistas de mídias sociais!

Na prática, acho difícil acontecer. É claro que há ferramentas que podem ajudar bastante, como clientes de Twitter que permitem organizar quem você segue em colunas e visualizá-los ao mesmo tempo, a própria ferramenta de listas do Twitter e outros recursos.

Simpatia ou puro interesse?

Se você é uma empresa e as pessoas seguem seu perfil corporativo, segui-las de volta parece ter o seu sentido de reciprocidade – se você se interessa por mim e pelo meu produto/serviço, eu me interesso por você, claro.

Mas aí é que está a dúvida: isso quer dizer que a empresa também deveria se interessar pelo que você diz no Twitter?

Sendo uma empresa, eu tenho como objetivo estreitar o relacionamento com o meu público-alvo, obviamente. Conhecê-lo melhor também é uma das minhas vontades. Mas a maneira de fazer isso é seguindo de volta?

Estarei exagerando se comparar, por exemplo, os seguidores do Twitter aos seguidores de um blog corporativo? Se há pessoas que se conectam ao seu blog corporativo, você investiga para ver se elas também tem um blog e se ele é interessante para você? Acredito que a resposta seja não (embora isso possa até ser uma boa idéia!)

E quando a empresa tem muitos followers, como fazer para acompanhar todos eles? Voltando ao Guy Kawasaky, seu propósito no Twitter, dito claramente por ele, é ter mais e mais pessoas para quem disseminar sua mensagem. O uso que ele defende para a ferramenta não é propriamente relacionamento, e sim marketing, embora ele tenha um cuidado especial com replies e direct messages, evitando fazer apenas “broadcasting”.

Aliás, o envio de mensagens promocionais frequentes, sem a preocupação de “conversar” com os followers, é um posicionamento muito condenado pelos tuiteiros brasileiros, que vêem o Twitter essencialmente como uma ferramenta de relacionamento. Opiniões sobre a impossibilidade de relacionamento com muitas pessoas também não faltam na blogosfera, como a do Cris Dias. Há também o recente estudo da Universidade de Oxford que diz que o cérebro humano só é capaz de lidar com 150 amigos.

Qual a conclusão?

Eu não tenho uma resposta certa, e acho que não há cartilha fechada para perfis corporativos no Twitter. Todos estamos constantemente aprendendo com o feedback dos próprios followers. Mesmo orientações sobre o que não fazer podem ser sempre incrementadas, pois o que não falta é gente criativa inventando mais e mais maneiras de incomodar os outros.

Mas acredito que há algumas maneiras de se relacionar com os seus followers e de interagir com eles, mesmo não seguindo de volta. Em primeiro lugar, favorite aqueles que realmente se relacionam com você: os que dão replys, RTs, escrevem sobre sua empresa e adicionam seu perfil em listas. Assim você sempre poderá voltar a eles para uma comunicação exclusiva ou um follow up do assunto tratado.

Esta lista de favoritos crescerá de acordo com o sucesso da sua estratégia de comunicação. Postando conteúdo relevante e atendendo bem seus clientes, online e offline, mais pessoas vão ter interesse em falar de você e com você (ou até por você).

Se sua estratégia é seguir todo mundo, eu acho que vale a pena então ver a cada dia quem são seus novos followers e clicar no perfil deles, para tentar conhecê-los melhor e classificá-los (cliente, prospect, usuário, localidade, o que for possível e de acordo com a sua necessidade).

Seja qual for a sua decisão, o mais importante é sempre a interação. Relacione-se com eles: agradeça, responda, premie, faça com que se sintam importantes – pois eles realmente o são!

Uma dica: a ferramenta de listas do Twitter permite que você acompanhe muitas pessoas, organizadas de acordo com o seu interesse, sem que você obrigatoriamente tenha que segui-las ( e consequentemente inchar sua timeline).

E você, o que acha? Empresas devem seguir todos os followers? Compartilhe sua opinião conosco!