O bombeiro das Redes Sociais

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Category : Mídia Social, Profissão

Muita gente fala sobre o cargo de analista de mídias sociais ou analista de redes sociais e muitas dúvidas giram em volta desse cargo novo, ou não tão novo assim.

Encontrei alguns sites e blogs que relacionam listas de como ou o que devem fazer esses analistas, existem até mais de 100 listas espalhadas pela web. Separei 5 tópicos que achei mais simples de entendermos e de elaborar a minha questão desse tópico, são elas:

1.O papel do analista em mídias sociais é: Elaborar o projeto e observar a ação a fim de corrigir os erros e nunca deixar um participante sem resposta.

2. Encarregado de identificar as oportunidades de marcas ou empresas atuarem em redes sociais. Ele pode atuar tanto com monitoramento como com ativação [presença e interação] em blogs, redes, fóruns etc.

3. o analista de mídias sociais também atua no monitoramento da campanha on line e observação de presença e interação on line. Definindo ações.

4. Intermediamos as interlocuções em Sites de Redes Sociais, Blog’s, Fóruns. Cuidando da ação digital.

5. Quando atua através de consultoria à marcas e empresas o analista elabora projetos de comunicação digital, norteando a empresa a fazer de sua presença digital algo marcante e que contribua tanto para a própria quanto para o público.

Uma breve análise aos tópicos acima percebemos que em pelo menos 3 dos 5 relacionados o Analista de Redes Sociais tem como obrigação em sua função prevenir e interagir, é nesse prevenir que acredito ser o maior ponto de importância desse profissional.

Enquanto o bombeiro em seu glorioso cargo não consegue prevenir o fogo antes que ele se inicie, só consegue conte-lo e apaga-lo depois de avisado. Já o Analista e Redes Sociais deve fazer as duas funções, descobrir aonde o fogo pode começar e integair, responder, dialogar e apagar esse incêndio antes que ele comece.

Caso esse incêndio comece, a função principal do Analista de Redes Sociais é sempre priorizar a vontade do internauta que consome a marca, serviço ou produto do seu cliente priorizando sempre a resolução do problema.

É possível sim contornar a situação de uma reclamação ou problema criado para uma marca através da Redes Sociais, isso se esse Analista estiver sempre monitorando e atento aonde possíveis incêndios possam começar.

E você, como vê a função desse profissional?

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Seu próximo empregador procura você nas redes sociais

Category : Linkedin, Profissão

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Com 50 milhões de usuários em cerca de 200 países, o Linkedin tornou-se a maior rede social profissional utilizada por empresas de todos os cantos do globo. Mas ferramentas de comunicação mais rápidas, como o Twitter, vêm completando o arsenal de quem precisa caçar talentos com rapidez.

Segundo pesquisa da Jobvite.com, tomando-se como base o grupo de empresas que já usam redes sociais,  o  LinkedIn é utilizada em 95% dos casos de recrutamento de profissionais.

Ele foi desenvolvido para armazenar currículos e outras informações, ajudar na procura de empregos e de empregados e fazer com que as pessoas mantenham contato.

Na América Latina, onde a rede tem mais de 1 milhão de usuários, o fenômeno não é muito diferente. Há pouco mais de um ano, quando anunciou a interface em português, o LinkedIn já via a comunidade brasileira como a mais ativa da região.

Medição de networking
“Nesta rede, o headhunter consegue visualizar o perfil e o currículo completo do candidato, além de ter uma idéia da dimensão do networking do usuário”, afirma a especialista em recrutamento da consultoria Robert Half, Adriana Cambiaghi.

A forma neutra com que é utilizado faz com que o Linkedin se torne referencia global. Dentro dessa ferramenta o recrutador pode usufruir de maneiras para abordar um candidato oferecendo uma oportunidade, e o mesmo pode declinar do convite com total discrição.

“No Linkedin as coisas funcionam de forma mais direta, se comparado as outras redes sociais. O empregador sabe quem está abordando, e o profissional conhece a empresa que o aborda e os critérios utilizados por ela”, explica Cambiaghi.

Adriana ressalta a facilidade da busca. Hoje, se um diretor de bens de consumo de certa empresa precisa de uma indicação, ele avalia pela rede o perfil do candidato certo. Antes esse processo era feito por meio de inúmeras ligações por telefone.

Para a especialista, a rede social acelera a identificação do profissional, e isso faz com que o processo seletivo leve menos tempo.

Critérios de pesquisa
A entrada das redes sociais não mudou os critérios de busca efetuados pelas empresas. Solidez, crescimento na carreira, pró-atividade e interesse são fórmulas chave para o reconhecimento.

Segundo a opinião da especialista, os recrutadores avaliam bem os candidatos que apresentam rapidez nas respostas, já que isso acelera automaticamente o processo de busca.

Redes sociais como, Twitter, Orkut e Facebook ainda não caíram nas graças dos recrutadores de áreas que envolvem a “formalidade” na apresentação.

“Poucas empresas aproveitam o Twitter como um todo. Muitas delas utilizam as redes para checar o perfil pessoal e comportamental do candidato”, avalia Cambiaghi.

Se apenas o Linkedin é encarado como ferramenta “séria” pelos recrutadores, o profissional de criação, fã de postagens, links e debates ou até um iniciante na profissão, que ainda não tem um currículo suntuoso para incluí-lo na rede profissional estará sem chance na internet?

A resposta é não.

Geração Twitter
Ferramenta fundamental e já em pleno funcionamento para buscas profissionais, o Twitter é peça utilizada com freqüência por agências de comunicação e criação.

“A faixa de idade de quem trabalha de criação é muito baixa. São profissionais que ainda estão construindo a carreira. Por isso, escolhemos o Twitter como opção, pois valoriza o lado espontâneo das pessoas”, afirma o vice-presidente de criação da Agência Click, Raphael Vasconcellos.

Para ele, esses profissionais são mais informais, se preocupam em criar e se comunicar na rede e não em manter currículos atualizados, requisito básico no Linkedin.

A Click, que é especializada em marketing digital, se utiliza de duas vertentes para conhecer melhor seus futuros profissionais: o próprio site, que funciona como uma rede social que agrega pessoas interessadas em seu trabalho, e o Twitter.

Respostas rápidas
Seguida por mais de 6 mil usuários, a empresa se acostumou a postar vagas e artigos e realizar premiações entre seus seguidores. “No Twitter temos respostas mais rápidas. Isso o torna um canal muito interessante. O mercado de comunicação já adotou a ferramenta”, explica o executivo.

De acordo com Vasconcellos, o Twitter é o canal mais fácil e descentralizado para postar vagas. No Orkut, por exemplo, o foco da empresa é apenas em comunicação institucional, já que nesta rede o processo é mais demorado.

Com o envio de mensagens diretas ou de links com portfólio, o trabalho de recrutamento tende a ficar menos demorado.

O efeito Retweet, segundo Vasconcellos, é intenso e faz com que a exposição da vaga cresça ainda mais.

As empresas de comunicação deverão puxar o movimento pela seleção de profissionais por meio de redes sociais. É inevitável que isso aconteça também nas indústrias e empresas de prestação de serviços.

Vasconcellos vai além. “Na medida em que os profissionais utilizam a internet para expor seus trabalhos ou escrever sobre experiências, as empresas utilizarão as redes para discutir projetos e perfis para a área de trabalho”, prevê.

Fonte: IdgNow

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Temos vagas para trabalhar com Mídias Sociais

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Category : Mídia Social, Profissão

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É verdade, temos muitas vagas, mas só tem um detalhe: elas estão nos Estados Unidos. Recentemente o site Mashable – The Social Media Guide, grande portal de mídia social – que fala de tudo sobre blogs, Twitter, Facebook, Orkut (bom, Orkut eles não falam) e qualquer outra ferramenta/mídia que exista ou existirá – divulgou uma página de empregos para se trabalhar exclusivamente com mídias sociais.

No site podemos ver vagas para estruturar o Twitter de uma empresa, vagas para gerar conteúdo em blogs e vagas para administrar um Facebook corporativo. Todas as novas mídias estão lá, e todas buscam profissionais.

Quando vi isso, falei: “Igual ao Brasil né?”. Err… Não, ainda não (infelizmente).

Nossos amigos gringos estão na frente quando falamos de mídias sociais. Em solo tupiniquim, qualquer assunto sobre “essas coisas de internet”, é tratado como sendo “coisas de internet”. Essa falsa percepção ocorre, pois muitas pessoas (muitas mesmo, saia do seu mundinho) usam o computador – e por consequência a web – como ferramenta de trabalho. Nós sabemos que o mundo da web é muito mais do que “coisas de internet”. Esse mundo é uma nova mídia, novo ponto de contato entre o consumidor e a marca e um novo canal de distribuição.

Mas o Brasil ainda não tem total consciência disso.

Se hoje começarmos a investir nas novas mídias, chegaremos à seguinte pergunta: nós sabemos o que fazer com elas? Sim e não. Ao mesmo tempo em que estamos vivendo um período de experimentação dessas novas tecnologias, vemos campanhas que geram um portfólio de cases que deram certo ou não na web. Resumo: não sabemos direito o que dá certo, mas sabemos o que não dá.

Trabalhar no Brasil com mídias sociais[bb] será encarado de outra forma nas empresas, onde as agências entrarão em contato com profissionais focados nesse assunto na empresa/cliente. Essa área não será um adendo de uma área de marketing ou da área de comunicação. Ela será uma área independente, com metas e desafios, como vimos no site Mashable.

Fonte: V8Web

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Redes Sociais e o seu trabalho

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Category : Mídia Social, Profissão, Redes Sociais

Por Chico Montenegro
redes-sociais-no-trabalhoAlguns dados interessantes mostram que as Redes Sociais são utilizadas mais no horário de trabalho do que em casa e em segundo lugar através dos celulares.

Mas como utilizar as Redes Sociais sem que isso atrapalhe o seu desempenho na empresa?

Cabe as empresas educar seus funcionários para que utilizem essas Redes de informação com consciência e de certa forma trazendo algo positivo para empresa e o funcionário.

Em uma pesquisa feita pela agência Robert Half mostrou que a maioria das empresas americanas proíbe o uso de Redes Sociais no ambiente de trabalho.

Segue a análise:
54% das empresas proíbem completamente a utilização de redes sociais
19% permitem apenas para fins comerciais
16% liberam para utilização pessoal, com limites de tempo
10% permitem totalmente
1% não possuem política definida sobre o assunto

Com base nisso, muitos funcionários que tem a disposição e a liberdade de utilizar essas Redes sem a orientação feita pela empresa acabam tendo problemas quanto ao desempenho no trabalho, um dos motivos é se focar no entretenimento e na vida pessoal relacionei algumas dicas de como você pode utilizar Orkut, Messenger, Twitter, Facebook e qualquer outra Rede Social sem que isso atrapalhe mais ajude a melhorar seu desempenho no trabalho.

  • Crie horários para utilizar as Redes Sociais: Isso não só serve para quando você está no seu trabalho, na sua casa também. O uso abusivo das Redes Sociais pode mesmo viciar. Então determine horários que você vai acessar cada Rede Social e não ultrapasse os horários determinados.
  • Busque informações: Não perca seu tempo nas Redes Sociais somente conversando e batendo papo, existe muita informação forte e interessante rolando agora mesmo no Twitter, Facebook e até mesmo no Orkut. Filtre essas informações e utilize a seu favor.
  • Informações para sua empresa: Você trabalha em uma empresa que não deixa seus funcionários utilizarem as Redes Sociais? – Busque cases de sucesso que demonstrem o uso das Redes Sociais nos negócios e dê como exemplo para sua empresa, mostre que utilizar de forma consciente essas Redes de Informação pode trazer bons resultados.
  • Faça amigos: Interaja mais e assim gere informação para seus amigos e seguidores nas Redes Sociais, muitas empresas estão utilizando as Redes Sociais a fim de encontrar profissionais diferenciados no mercado. Conheça mais pessoas que gostem do que você gosta e aumente sua rede de relacionamento.

Utilize as Redes Sociais com moderação, mas ao mesmo tempo extraia tudo de interessante que você puder.

Seguindo essas pequenas dicas que eu sigo, acredito que ajudará bastante. E você, como utiliza as Redes Sociais na hora do trabalho?

BlogBlogs.Com.Br

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Mídia Social: Como medir os resultados?

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Category : Estátisticas, Mídia Social, Profissão, Redes Sociais

Por Chico Montenegro

medir-midia-social

Em alguns post´s que inserimos aqui temos diversos comentários com dicas e pedidos sobre livros, artigos, ferramentas e uma pergunta sempre aparece nos comentários aqui no blog, por amigos no Twitter e em outras Redes Sociais que participo:

Como medir os resultados de propagandas feitas através das Redes Sociais?

Bom, antes de tudo devemos entender qual a diferença entre Redes Sociais e Mídia Social:

Redes Sociais

Segundo o site wikipedia, são relações entre os indivíduos na comunicação por computador. O que também pode ser chamado de interação social, cujo objetivo é buscar conectar pessoas e proporcionar a comunicação e, portanto, utilizar laços sociais.

Um bom exemplo esta no vídeo abaixo:

Mídia Sociais

Mídias Sociais são tecnologias e práticas on-line, usadas por pessoas (isso inclui as empresas) para disseminar conteúdo, provocando o compartilhamento de opiniões, idéias, experiências e perspectivas (e eis o seu 1º grande diferencial). Seus diversos formatos, atualmente, podem englobar textos, imagens, áudio, e vídeo. São websites que usam tecnologias como blogs, mensageiros, podcasts, wikis, videologs, ou mashups (aplicações que combinam conteúdo de múltiplas fontes para criar uma nova aplicação), permitindo que seus usuários possam interagir instantaneamente entre si e com o restante do mundo.
Fonte: Boombust

Outro exemplo bem interessante é este vídeo que bombou na web:

Agora que chegamos a um conceito sobre a diferença entre Redes Sociais e Mídias Sociais podemos compreneder a importância de se trabalhar com a propagação de um produto, serviço ou marca fazendo Mídia Social nas Redes Sociais.

Para medir os resultados das divulgações feitas através dessas Redes o Ruy Carneiro, autor do Webinsider nos mostra abaixo maneiras sites e um conceito muito bem elaborado para termos essas métricas.

Para entender o que se passa neste novo cenário, deve-se levar em consideração fatores antes não analisados, tais como influência, engajamento, visibilidade, geração de conteúdo do cliente, motivações, dinâmica. Alguns deles já eram analisadas pela turma do web analytics, mas em um plano mais gerenciável, do site.

O tema é tão amplo que merece um livro para tratar todas as possibilidades, mas para dar um primeiro passo é preciso dividir a coleta de informações em duas grandes áreas:

1. Interna, dentro do site e medida pelo web analytics tradicional, e
2. Externa, que necessita de outras ferramentas e pesquisas.

Coleta interna

Sob o ponto de vista de coleta interna, o trabalho pode ser dividido em três grandes fases:

Visibilidade. Seria a análise de alcance para a análise tradicional do site, ou seja, quão bem o site está avisando ao mundo que existe. Para esta fase pode-se trabalhar com métricas como:

  • Visitantes novos x visitantes que retornam – importante para entender se a divulgação está sendo feita de forma eficiente e ao mesmo tempo se os visitantes estão sendo fidelizados;
  • Fontes de tráfego – de onde vêm as pessoas para o meu blog, o meu site e como está o trabalho de parcerias;
  • Visitante único, páginas vistas e tempo de permanência x taxa de rejeição – aqui é possível saber quantas pessoas estão sendo atingidas e se o site está levando a elas o que procuram. A taxa de rejeição (bounce) que é analisada em um site normal deve ser analisada junto com o tempo de permanência para entender se os objetivos estão sendo atingidos. Blogs que são constantemente visitados podem ter uma taxa de rejeição altíssima, já que as novidades estão sempre na primeira página. No entanto, cumprem com o seu objetivo de informar, já que o fator tempo nos mostra que a pessoa leu os textos novos que foram publicados;
  • Palavras-chave – como as pessoas estão achando o site;

Influência – esta é a análise da área de influência de suas ideias.

  • Geografia, idiomas – lembrando que o sistema de distribuição de IPs no Brasil é um total desastre e que os dados coletados pelos web analytics possuem muitas distorções. Tema já discutido em post noblog da WA Consulting;
  • Conexões, perfis, membros – estas métricas mostram quantas pessoas estão nos seguindo e os perfis deles em nossas redes de relacionamento

Engajamento – a análise de interação dos visitantes serve para entender o que eles procuram e como você pode atendê-los melhor.

  • Frequência de publicação x comentário por post;
  • Ações com vídeos e podcasts;
  • Viralização de gadgets, que podem ser medidas via web analytics, mas que são limitadas ao que ocorre a partir do site e o uso dele;
  • Tom das opiniões que são feitas nos comentários. Este é um trabalho que mostra o sentimento do visitante ao comentar sua publicação;
  • Recência, frequência, profundidade das visitas – métricas encontradas nos web analytics de mercado que mostram a quanto tempo os visitantes vêm ao seu site e com que frequência;
  • E-mail direto, assinatura de RSS – métrica que deve ser usadas com outros serviços especializados como o seu sistema de e-mail marketing e serviços como o FeedBurner;
  • Conteúdo, buscas internas – quais os conteúdos mais lidos e quais os temas mais procurados;
  • Feedback – que pode ser conseguido através de enquetes em seu site ou blog.

Área externa

Quem já tentou acompanhar os diversos serviços que podem trazer informações sabe das dificuldades. Por isso, para a área externa ao site, o mercado começa a lançar serviços que podem mostrar o que ocorre fora de suas fronteiras.

Seguir a marca da empresa em sites como Delicious, Digg, Twitter, fóruns e comunidades é trabalho para robôs especializados que já eram disponíveis em empresas de relações públicas e agora em empresas de pesquisa.

Serviços disponíveis de acompanhamento que provêm informações quantitativas e qualitativas da exposição de sua empresa, além de identificar temas e tópicos, oportunidades, formadores de opinião e mostrar o mapa completo de sua marca nas mídias sociais:

Ferramentas gratuitas:

O Buzz Metrics da Nielsen Online é um exemplo de serviço que está chegando ao país através do Ibope. A ferramenta traz um mapa da marca da empresa e todas as possíveis conexões encontradas nas diversas mídias sociais.

Para se ter uma visão da complexidade deste tipo de trabalho, a própria WAA(Web Analytics Association) está trabalhando na definição de padrões para medir mídias sociais.

O motivo de ainda não haver um padrão é porque a cada dia surgem mais maneiras das pessoas interagirem utilizando novas tecnologias e o crescimento exponencial destes meios. Exemplo disso é o Twitter que a pouco não existia, e de repente explodiu em todo o mundo e as pessoas o utilizam através de serviços como TweetDeck.

A dica é: nenhuma métrica vai ajudar a entender os visitantes do seu site ou se você está fazendo um bom trabalho na internet, se antes não houver a definição dos objetivos do site e o conhecimento da necessidade de informação para que se possa tomar decisões. Mais uma vez um forte aliado nesse momento é o planejamento, fundamental para o melhor entendimento deste mundo 2.0.

Este post teve partes dos textos retirados dos artigos de Ruy Carneiro e Wagner Fontoura.
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