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	<title>Coletivo Mídia Boom &#187; Linkedin</title>
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		<title>Seu próximo empregador procura você nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 23:16:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chico Montenegro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVnby1uYXMtcmVkZXMtc29jaWFpc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzgzMDI0-80"><img class="aligncenter size-full wp-image-753" title="emprego-nas-redes-sociais" src="http://midiaboom.com.br/wp-content/uploads/2009/12/emprego-nas-redes-sociais.jpg" alt="emprego-nas-redes-sociais" width="622" height="130" /></a></p>
<p>Com 50 milhões de usuários em cerca de 200 países, o Linkedin tornou-se a maior rede social profissional utilizada por empresas de todos os cantos do globo. Mas ferramentas de comunicação mais rápidas, como o Twitter, vêm completando o arsenal de quem precisa caçar talentos com rapidez.</p>
<p>Segundo pesquisa da Jobvite.com, tomando-se como base o grupo de empresas que já usam redes sociais,  o  LinkedIn é utilizada em 95% dos casos de recrutamento de profissionais.</p>
<p>Ele foi desenvolvido para armazenar currículos e outras informações, ajudar na procura de empregos e de empregados e fazer com que as pessoas mantenham contato.</p>
<p>Na América Latina, onde a rede tem mais de 1 milhão de usuários, o fenômeno não é muito diferente. Há pouco mais de um ano, quando anunciou a interface em português, o LinkedIn já via a comunidade brasileira como a mais ativa da região.</p>
<p><strong>Medição de networking</strong><br />
“Nesta rede, o headhunter consegue visualizar o perfil e o currículo completo do candidato, além de ter uma idéia da dimensão do networking do usuário”, afirma a especialista em recrutamento da consultoria Robert Half, Adriana Cambiaghi.</p>
<p>A forma neutra com que é utilizado faz com que o Linkedin se torne referencia global. Dentro dessa ferramenta o recrutador pode usufruir de maneiras para abordar um candidato oferecendo uma oportunidade, e o mesmo pode declinar do convite com total discrição.</p>
<p>“No Linkedin as coisas funcionam de forma mais direta, se comparado as outras redes sociais. O empregador sabe quem está abordando, e o profissional conhece a empresa que o aborda e os critérios utilizados por ela”, explica Cambiaghi.</p>
<p>Adriana ressalta a facilidade da busca. Hoje, se um diretor de bens de consumo de certa empresa precisa de uma indicação, ele avalia pela rede o perfil do candidato certo. Antes esse processo era feito por meio de inúmeras ligações por telefone.</p>
<p>Para a especialista, a rede social acelera a identificação do profissional, e isso faz com que o processo seletivo leve menos tempo.</p>
<p><strong>Critérios de pesquisa</strong><br />
A entrada das redes sociais não mudou os critérios de busca efetuados pelas empresas. Solidez, crescimento na carreira, pró-atividade e interesse são fórmulas chave para o reconhecimento.</p>
<p>Segundo a opinião da especialista, os recrutadores avaliam bem os candidatos que apresentam rapidez nas respostas, já que isso acelera automaticamente o processo de busca.</p>
<p>Redes sociais como, Twitter, Orkut e Facebook ainda não caíram nas graças dos recrutadores de áreas que envolvem a “formalidade” na apresentação.</p>
<p>“Poucas empresas aproveitam o Twitter como um todo. Muitas delas utilizam as redes para checar o perfil pessoal e comportamental do candidato”, avalia Cambiaghi.</p>
<p>Se apenas o Linkedin é encarado como ferramenta “séria” pelos recrutadores, o profissional de criação, fã de postagens, links e debates ou até um iniciante na profissão, que ainda não tem um currículo suntuoso para incluí-lo na rede profissional estará sem chance na internet?</p>
<p>A resposta é não.</p>
<p><strong>Geração Twitter</strong><br />
Ferramenta fundamental e já em pleno funcionamento para buscas profissionais, o Twitter é peça utilizada com freqüência por agências de comunicação e criação.</p>
<p>“A faixa de idade de quem trabalha de criação é muito baixa. São profissionais que ainda estão construindo a carreira. Por isso, escolhemos o Twitter como opção, pois valoriza o lado espontâneo das pessoas”, afirma o vice-presidente de criação da Agência Click, Raphael Vasconcellos.</p>
<p>Para ele, esses profissionais são mais informais, se preocupam em criar e se comunicar na rede e não em manter currículos atualizados, requisito básico no Linkedin.</p>
<p>A Click, que é especializada em marketing digital, se utiliza de duas vertentes para conhecer melhor seus futuros profissionais: o próprio site, que funciona como uma rede social que agrega pessoas interessadas em seu trabalho, e o Twitter.</p>
<p><strong>Respostas rápidas</strong><br />
Seguida por mais de 6 mil usuários, a empresa se acostumou a postar vagas e artigos e realizar premiações entre seus seguidores. “No Twitter temos respostas mais rápidas. Isso o torna um canal muito interessante. O mercado de comunicação já adotou a ferramenta”, explica o executivo.</p>
<p>De acordo com Vasconcellos, o Twitter é o canal mais fácil e descentralizado para postar vagas. No Orkut, por exemplo, o foco da empresa é apenas em comunicação institucional, já que nesta rede o processo é mais demorado.</p>
<p>Com o envio de mensagens diretas ou de links com portfólio, o trabalho de recrutamento tende a ficar menos demorado.</p>
<p>O efeito Retweet, segundo Vasconcellos, é intenso e faz com que a exposição da vaga cresça ainda mais.</p>
<p>As empresas de comunicação deverão puxar o movimento pela seleção de profissionais por meio de redes sociais. É inevitável que isso aconteça também nas indústrias e empresas de prestação de serviços.</p>
<p>Vasconcellos vai além. “Na medida em que os profissionais utilizam a internet para expor seus trabalhos ou escrever sobre experiências, as empresas utilizarão as redes para discutir projetos e perfis para a área de trabalho”, prevê.</p>
<p><span style="color: #888888;">Fonte:<a href="http://idgnow.uol.com.br/carreira/2009/11/24/na-caca-a-talentos-chega-primeiro-quem-navega-pelas-redes-sociais/" target="_blank"> IdgNow</a></span></p>
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