O que você está ouvindo agora?

30.set.2011 - Por em Publieditorial

Já estamos cansados de saber que os ambientes online são utilizados para os usuários compartilharem opiniões, ideias e experiências, e o quanto é importante se focar no conteúdo. O quanto à internet modificou os hábitos de consumo dos clientes também já é informação ultrapassada.

Então, por que eu estou aqui? Para lembrar que toda empresa precisa ter seu momento de descontração e divertimento. Vamos combinar, passar o dia inteiro falando da importância do seu negócio, dos seus produtos e serviços e do seu mercado se torna algo totalmente sacal e desinteressante. Como já se foi dito no Manifesto Cluetrain há anos atrás:

“As empresas precisam ser mais leves e encarar-se menos seriamente. Elas precisam ter um senso de humor.”

Pensando nisso, a Webadvisor não quer saber o que está acontecendo, nem o que você está pensando agora, mas sim: “O que você está ouvindo agora?

Afinal, nada como uma boa música para relaxar naquele momento de tensão. E para mostramos o quanto estamos preocupados com nossos @s iremos presentear um dos amigos da nossa Fan Page com um iPod Nano.

Para concorrer, é muito simples: curta nossa Fan Page, poste aquela sua música favorita e faça uma frase conectando-a a sua vida digital. Assim, nós advisors, poderemos saber exatamente o que você gosta de ouvir, e quem sabe um belo dia você seja surpreendido com aquela sua trilha no seu mural para inspirar seu dia.

Porque nós queremos fazer nossos @s aprenderem a relaxar e curtir a vida acima de tudo. Participem e compartilhem!

Obs: Vocês sabiam que existe 3 Mídia Boomers na Webadvisor? E nós não sabemos trabalhar sem nossas trilhas sonoras favoritas e um bom chocolate do lado?

 Eu por exemplo, não faço um planejamento sem ouvir um bom dubstep - Skrillex – Scary Monsters And Nice Sprites  . Afinal, preciso limpar minha mente, e permitir que a criatividade apareça para ter boas ideias.

Já a Danila, quando tem que respirar fundo para pensar na próxima decisão estratégica para o cliente, ouve Rolling in the deep da Adele . Admirar o talento alheio é sempre muito inspirador.

Enquanto faz o monitoramento o André sempre está com seus fones de ouvido, focado e escutando um som pesado, seja rock ou dubstep. Excision é o som que toca no momento.


Mídias Sociais e organizações

16.jun.2011 - Por em Mídias Sociais

As empresas têm usado as Mídias Sociais para se relacionar com os clientes, parceiros e funcionários, ouvir críticas e sugestões, seja de maneira direta – através de perfis oficiais em Twitter, Facebook, Orkut – ou através do monitoramento de menções à marca nos sites de redes sociais.

Para atuar nas Mídias Sociais, as empresas devem ter em mente que tipo de postura irá exercer, de que forma vai esclarecer as dúvidas e também de que maneira transformarão em inteligência competitiva as sugestões e críticas que vão surgir. Deve-se existir um planejamento bem elaborado e uma estratégia bem definida para a atuação de uma empresa nesses ambientes.

A Delloite apresentou, em 2010, a pesquisa “Mídias Sociais nas Empresas”, em que foi mostrado que as ferramentas mais utilizadas são por ordem: redes sociais (Facebook, Orkut, redes sociais internas, etc.); microblogs (Twitter); Blog; Fóruns de discussão.

As redes sociais corporativas – apontadas na pesquisa como umas das ferramentas mais usadas pelas organizações – são espaços on-line que agregam pessoas com interesses em determinada marca/produto/serviço/empresa.

Colaboração, engajamento do público interno e externo, são alguns dos principais motivos para se ter uma rede corporativa.

A quebra da hierarquia, centralização do poder e das decisões, e também a comunicação unilateral acabam, quando a organização decide entrar nas mídias sociais e cria uma rede corporativa aberta para qualquer usuário. › continue lendo…


Relacionamento em Mídias Sociais: as empresas não precisam ter medo!

18.abr.2011 - Por em Artigos

É muito comum vermos empresas que têm medo das mídias sociais. São empresas que temem perder o controle da sua comunicação, e não sabem como lidar com tanta gente falando – bem e mal – de seus produtos, serviços e processos.

Já sabemos que as empresas “estão” nas mídias sociais mesmo que não queiram: qualquer pessoa pode dizer o que pensa, independente se tem alguém ouvindo ou não. O que diferencia as empresas de vanguarda é a coragem para ouvir, e a percepção de que os resultados em mídias sociais são diferentes do que normalmente esperam. Obviamente, qualquer empresa visa o lucro. Porém, a informação, o engajamento, a construção de marca são tão importantes quanto, e podem levar, em médio e longo prazo, a resultados reais nas finanças.

Um case que gosto de apresentar é o de uma marca que inicialmente tinha medo da internet, mas hoje utiliza com maestria: a LEGO. A fabricante das queridas pecinhas coloridas odiava os fóruns cheios de adultos (freaks) que tinham paixão pelos seus brinquedos. Oras, “se o meu público-alvo são crianças, quem são esses loucos que dão tanto pitaco no meu negócio”?

Isso foi há mais de 10 anos, e os fóruns da rede pipocavam de gente discutindo sobre os lançamentos e as novas formas de montar os blocos coloridos. Tormod Askildsen, diretor da LEGO Community Development, já disse que não sabia como lidar com isso, que ficava preocupado com a grande variedade de informações que apareciam a todo momento. Era como se um muro invisível existisse: a empresa não aceitava ideias não-solicitadas, e ouvia um “não sei” quando perguntava às crianças sobre o que elas gostariam que a LEGO fizesse.

Então, em algum ponto, a LEGO percebeu que poderia se beneficiar. Criou suas próprias plataformas digitais, a fim não de trazer as discussões não para o seu controle, mas de estabelecer um diálogo franco e contínuo com seus fãs – de todas as idades. De uma cultura centrada na empresa, a LEGO passou a pensar em uma cultura centrada nos consumidores (opa! Vemos uma influência de Theodore Levitt –LINK-  aqui?).

Assim, seu público-alvo já não era formado somente por garotos de 7 a 12 anos. Nem seus produtos eram apenas bloquinhos coloridos. Saindo de uma miopia de marketing – LINK – para uma visão ampla, a LEGO percebeu que seu negócio são meios para desenvolver a criatividade.

Mas como ela passou de uma comunicação um-para-muitos para se tornar um exemplo de empresa que se relaciona com seus consumidores?

A LEGO entendeu que estabelecer relacionamento pessoal com fãs e ouvir pessoas que se importam com seus produtos são complementos importantes para os programas de pesquisa e desenvolvimento.

Por exemplo, o fórum dos “Embaixadores LEGO” possui 40 fãs de 19 a 65 anos, de 22 países. A comunicação com esse grupo é diária, e busca debater ideias e entender a percepção dos embaixadores sobre suas comunidades locais.

Já o grupo de “Profissionais Certificados LEGO” foi criado por entusiastas da marca, que regularmente organizam feiras e eventos. E a “First LEGO League” é um evento anual para inspirar crianças a aprenderem mais sobre ciência e tecnologia, construindo robôs de LEGO.

E finalmente, há o espaço Lego Cl!ck (LINK), “um pequeno lugar na internet dedicado à criatividade, à inovação e ao momento em que as ideias fazem ‘click’”. O site reúne posts, fotos, vídeos e tweets sobre conteúdos ligados à marca.

Ah sim: além dessas plataformas oficiais, a LEGO acompanha fóruns e blogs sobre a marca, estimulando a interação e o diálogo.

Está aí um exemplo de empresa “1.0” que passou a tirar proveito de tudo o que as mídias sociais podem trazer: criatividade, insights, pesquisa e fãs cada vez mais apaixonados, muito dispostos a colaborar. Só é preciso que alguém esteja disposto a ouvir. E isso a LEGO aprendeu a fazer.


Redes Sociais: a panaceia

28.mar.2011 - Por em Convidados

De acordo com o dicionário Aulete, panaceia significa “remédio contra todos os males”. O aumento da popularidade das redes sociais está criando o efeito panaceia na cabeça de muitos médios e pequenos empresários. O fato de muitas empresas estarem usando as redes sociais para divulgar seus produtos criou uma corrida contra o tempo na rotina destes empresários, onde sem se quer raciocinar, querem porque querem ter um Twitter, um Facebook ou um Orkut.

Não é incomum chegarem emails na minha caixa postal de pessoas que querem fazer a “ativação web”, seja lá o que isso signifique. Entrar de qualquer jeito nas redes sociais parece ser a cura para todos os males da empresa, pois assim vamos ter milhares de pessoas retuitando nossas promoções, pessoas falando sobre a marca, divulgando nossos produtos e tudo de graça. E é aí que mora o perigo.

A moda

Todos sabem que tudo está girando em torno das redes sociais. Parece que a empresa não está completa se não ter uma conta no Twitter. Entretanto, as redes sociais não vão resolver seus problemas, talvez até criem mais. Se sua empresa não possui um bom atendimento, gerenciamento de pessoas, preço, posicionamento no mercado ou não respeita o consumidor, as redes sociais não vão resolver isso.

Aliás, pode ser que você tenha tudo isso, mas já vi empresas ótimas, que só têm coisas boas a oferecer, não terem nenhum resultado com as redes sociais. A empresa participa de várias redes, mas fala sozinha. Será que a pessoa que gerencia as redes sociais não sabe fazer isso? Pode ser que sim, mas o fato é que por mais correta que seja a participação desta empresa, as pessoas estão saturadas de informação. Além disso, se elas querem encontrar seu produto, fazem uma busca, por exemplo.

Não sou a dona da verdade e você pode não concordar com tudo o que falei. Porém, o fiz de acordo com as minhas experiências. O tão batido planejamento, fugir das “agências sobrinho”, e melhorar o máximo possível o seu produto ou serviço, podem ajudar a ter excelentes resultados nas redes sociais. Porém, de nada adianta apostar todas as fichas no marketing, se seu quintal está uma bagunça. Vá com calma, planeje, inove, avalie os prós e contras da sua participação nas redes sociais. Se seu produto é bom, talvez ninguém repare que você não tem Twitter ou Facebook.


Relacionamento é Outra Coisa

24.fev.2011 - Por em Artigos

Se você é usuário do Twitter, já deve ter se deparado com essas frases do perfil @naoehamor:

  • O amor não te faz esquecer de tudo. O nome disso é amnésia. Amor é outra coisa.
  • O amor não te deixa com falta de ar e um aperto no peito. O nome disso é asma. O amor é outra coisa.
  • O amor não abre a cabeça das pessoas. O nome disso é traumatismo craniano. O amor é outra coisa.

Lembrei dessas frases porque este mês fiz aniversário e mais uma vez recebi os e-mails de sempre:

“Marisa,

Feliz Aniversário!

Para comemorar estamos te dando X% de desconto.

Aproveite agora mesmo!”

Todo ano é a mesma coisa: uma enxurrada de e-mails dando X% de desconto em alguma compra na semana ou mês do meu aniversário. O texto não muda muito: um “parabéns” sem imaginação alguma, o percentual de desconto, um botão call-to-action e uma frase em letras miúdas dizendo até quando posso utilizar o desconto e qual o código a ser utilizado no carrinho de compras.

Enquanto eu leio entediada meus e-mails de aniversário, tentando adivinhar qual o percentual de desconto de cada um, o departamento de marketing das empresas que os enviou dorme tranquilo porque fez a sua parte:  valorizou o cliente lembrando do seu aniversário, e ainda mandou um presente. Uau.

Só que relacionar-se com o cliente não é mandar e-mail dando desconto no aniversário. O nome disso é falta de originalidade. Relacionamento é outra coisa. › continue lendo…


Hey! Conversa comigo?

20.jan.2011 - Por em Artigos

As mídias sociais, crescem a cada dia no Brasil e no Mundo, isso todos sabem, o que ninguém sabe, ao certo ainda, é como uma empresa deve se portar diante delas.

Claro que não há uma forma correta, mas as que sabem usar saem na frente, afinal rede social é conversar francamente com clientes.

Ou seja as empresas têm de ser verdadeiras e não procurar utilizar as redes como plataformas de vendas, limitando-se a partilhar informações e a recolher opiniões.

Sua empresa nas redes sociais? Sim!

Agora mesmo, alguém deve estar falando da sua marca em alguma rede social, podem estar falando bem ou mal. Mas, se você não estiver presente nunca saberá. É comum que muitos consumidores usem estas ferramentas (Twitter, Facebook, Orkut, YouTube) para reclamação, e a sua empresa deve estar preparada para aceitar estas críticas, pois é assim que ela se tornará sólida na web.

As redes sociais permitem comunicação interpessoal e também entre pessoa/empresa, esta última não pode ser massiva, deve ser pessoal, atender cada consumidor da sua maneira.

Já que você abriu esse canal para ele, ouça-o e crie uma relação de confiança, além de fidelizar o cliente, tanto no mundo virtual quanto no real. Deixe para trás aquela história de marketing, e entre de cabeça na comunicação one to one.

Quando há sucesso na comunicação, sua empresa terá criado uma relação muito valiosa com seus clientes, que tange a amizade.

Dicas para estar na Rede

Blogs Corporativos

Ter um blog corporativo é fundamental para o sucesso nas redes sociais, mas não vale bloquear os comentários!

O lado positivo de ter um blog corporativo é que você poderá falar sobre qualquer coisa que seja do interesse dos clientes da sua empresa, sem pauta certa, podendo se comunicar da forma que preferir.

Twitter

Apesar de ser uma rede social muito conhecida, ainda não é a mais utilizada. Mas, vale a pena estar lá.

Assim que criar uma conta personalize de forma corporativa, com o logo e o nome da empresa, e não comece seguir as pessoas de forma desenfreada, siga apenas o que for realmente interessante. E não implore por seguidores, apenas divulgue o Twitter em emails, campanhas publicitárias, etc.

Não saia por aí twitando qualquer coisa sem parar, publique o que for interessante. Acompanhe sempre quando a marca for citada e procure responder ao twitte.

Facebook

O Facebook é a rede social mais utilizada no Mundo com 400 milhões de usuários ativos.

Quando entrar no Facebook, o mais recomendado é criar uma página da sua empresa, ao invés de um profile ou mesmo um grupo.

Na hora de postar siga as dicas do Twitter e do Blog: utilize conteúdo relevante e converse com seus clientes.

Boa sorte na caminhada pelas Redes Sociais!


Redes Sociais e Empresas: Uma relação cada vez mais Estreita

31.mai.2010 - Por em Artigos

As midias sociais estão há algum tempo sendo um ponto muito importante nas estratégias de comunicação das empresas. No entanto, pouco se sabe sobre os benefícios desta estreita relação com as empresas e as mudanças que ela causou nos paradigmas de gestão de negócios tradicionais.

A Comunicação 2.0 é claramente uma abordagem social. Em outras palavras, isso significa que são os próprios usuários e consumidores que criam conteúdos na Internet sendo as midias sociais um dos principais instrumentos para isso. As empresas não podem se isolar desta realidade, e devem compreender que os novos clientes não são passivos. Pelo contrário, cada vez passam mais informações sobre os produtos e expressão as suas opiniões sobre essas novas plataformas digitais.

Novos paradigmas na gestão empresarial

Para poder aproveitar bem este cenário, as empresas devem valorizar todos os contatos com os consumidores através das midias sociais, mas essas empresas não devem se preocupar a primeira vista em medir a importância sobre o ROI, aumento do número de visitas (embora estes indicadores sejam importantes). É necessário fornecer um valor real: devemos primeiro buscar ouvir nossos futuros cliente ou potenciais clientes e a partir daí começarmos a trabalhar nas estratégias que nos trarão algum valor.

Logicamente, esta visão é uma forte mudança de paradigma em relação aos modelos tradicionais de gestão corporativa, e a relação de midias sociais e as empresas. O novo cenário exige necessariamente uma gestão mais horizontal, além de um ambiente propício à colaboração, inovação e transparência.

As empresas que mudam

As midias sociais também têm muito a oferecer. Elas melhoram o relacionamento entre os funcionários e promovem o trabalho em equipe, desde que sejam corretamente orientadas. Elas também são uma ótima ferramenta para fortalecer os relacionamentos com clientes, parceiros e funcionários, permitindo localizar e compartilhar informações importantes e gerar um circuito de comunicação, o que permite que a empresa mostre que é uma organização aberta à sociedade.


Empresas & Redes Sociais: Como fazer certo?

04.dez.2009 - Por em Mídias Sociais

Por Chico Montenegro
dicas-para-empresas-redes-sociais

Quem acompanha constantemente blogs e publicações sobre Redes Sociais e seu acelerado crescimento se depara com assuntos, quase que diários, sobre como utilizar as mídias sociais ou com o título que usei anteriormente nesse post “ Mídias Sociais para Negócios”.

Muito dos post´s escritos com essa idéia não são baseados em fundamentos estatísticos e sim no conceito que algumas pessoas tem e acreditam ser a melhor forma de utilizar as Redes Sociais para alavancar ou sem querer derrubar sua marca ou negócio.

O certo a dizer é que não existe um CERTO a fazer.

Não existe um conceito pronto de sucesso utilizando as Redes Sociais para campanhas, monitoramento ou simplesmente networking.

Cada empresa, com seu público alvo e segmentado deve estudar a melhor maneira de interagir e informar seus clientes. Preste bem atenção, eu disse:

Interagir e Informar.

As empresas acreditam que utilizar as Mídias Sociais é simplesmente um canal de venda e não funciona bem assim. A informação, preocupação com o que o cliente diz é que fazem sucesso nessa fase.

Mas mesmo assim relacionei alguns tópicos que acredito serem generalizados e corretos para seguir na hora de iniciar seu trabalho utilizando as Redes Sociais:

Tópicos são do site ResultsOn

Aceite críticas: ninguém acredita mais na empresa perfeita. Varrer insatisfações para debaixo do tapete não leva a lugar nenhum. As pessoas procuram transparência e aproximação. Até o Paulo Coelho criou uma seção no seu blog pra a galera enviar críticas (que aliás, não devem ser poucas).

Se mostre: o contato humano é essencial para o negócio. Redes sociais tem mais a ver com pessoas do que tecnologia. São elas que são seguidas e admiradas (não as marcas em si). Claro que, assim como na vida real, bom senso é importante. Um media training, mesmo que intuitivo, é essencial para evitar exageros.

Filantropia: Shel Israel, escritor e estudioso em mídias sociais, destacou no livro Twitterville uma nova maneira de usar o microblog para fins corporativos: a filantropia. Segundo ele, muitas empresas estão recebendo grande volume de divulgação espontânea coletando fundos para entidades sociais. Além do valor agregado, uma boa forma de ajudar a melhorar o mundo, não?

Premie seguidores: recompensas reais podem divulgar a divulgar o seu nome na web. Tudo bem que esse é o primeiro estágio e que para manter a consistência é necessário transparência e relevância. Sou são-paulino, mas não dá para negar que ações como as feitas pelo Corinthians atingem lá seus resultados.  (mas é bom lembrar que a reputação no Twitter não te garante uma Libertadores!).


100 maneiras de medir o impácto gerado nas Mídias Sociais

23.nov.2009 - Por em Infos, Mídias Sociais

medir-midias-sociais-redes-sociais

Através de um twitter enviado pelo amigo Jose Telmo, e um post feito pelo i9 Business encontramos essa relação bem interessante criado originalmente por David Berkowitz do site Media Post, que tem como título orginal 100 Ways To Measure Social Media

Além de escrever sobre muitas idéias e conceitos aqui no Mídia Boom é interessante tambem destacar artigos de outros blogs como esse.

Texto do i9 Business:
Algumas coisas aqui podem ser interpretado de várias maneiras. Dependendo de como você irá defini-las, algumas destas métricas podem parecer redundantes, enquanto outros podem parecer tão ampla que pode ser parecer fora demais. Muitas destes podem ser combinadas entre si para criar novas métricas, que podem ser rastreados ao longo do tempo. Vamos a elas…

  1. Volume de buzz criado em torno de uma marca com base no número de posts;
  2. Volume de buzz gerado com base no número de impressões;
  3. Mudança no buzz ao longo do tempo;
  4. Buzz por hora do dia / parte do dia;
  5. Sazonalidade do buzz;
  6. Competição com outros assuntos em alta;
  7. Buzz por categoria / tema;
  8. Buzz por canal social (fóruns, redes sociais, blogs, Twitter, etc);
  9. Buzz por etapa de compra (por exemplo, pesquisando vs. concluir transação vs. pós-compra);
  10. Populariadade ativa (por exemplo, se vários vídeos estão disponíveis para incorporar, qual é usado mais?);
  11. A grande mídia menciona;
  12. Fãs;
  13. Followers;
  14. Amigos;
  15. Taxa de crescimento dos fãs, seguidores e amigos;
  16. Taxa de vitalidade;
  17. Alteração nas taxas de vitalidade ao longo do tempo;
  18. Abrangência ou alcance de segundo grau (conexões para os fãs, seguidores e amigos expostos – por pessoas ou impressões);
  19. Embeds;
  20. Downloads;
  21. Uploads;
  22. Visualização iniciada pelos usuários (ex.: para vídeos);
  23. Taxa de players ou favoriting;
  24. Likes / Favoritos;
  25. Comentários;
  26. Avaliações;
  27. Social bookmarks;
  28. Inscrições (RSS, podcasts, vídeo série);
  29. Pageviews (para blogs, microsites, etc);
  30. CPM efetivo com base em gastos por impressões recebidas;
  31. Mudanças na classificação nos mecanismos de busca do site ligado ao meio das mídias sociais;
  32. Mudanças em partes do motor de busca de voz para todos os sites sociais que promovam a marca;
  33. Aumento nas buscas devido à atividade social;
  34. Percentagem de buzz contendo links;
  35. Links classificados por influência dos editores;
  36. Percentagem de buzz em contendo multimédia (imagens, vídeo, áudio);
  37. Compartilhar a voz em sites sociais enquanto executa o ganho e pagamento da mídia no mesmo ambiente;
  38. Influência dos consumidores atingidos;
  39. Influência dos editores atingido (ex.: blogs);
  40. Influência das marcas participantes em canais sociais;
  41. Demografia do público-alvo envolvido com canais sociais;
  42. Demografia do público atingido através de meios sociais;
  43. Hábitos de Social Media / interesses do público-alvo;
  44. Geografia da participação dos consumidores;
  45. Sentimento em volume de posts;
  46. Sentimento em volume de impressões;
  47. Mudanças no sentimento antes, durante e depois de programas de marketing social;
  48. Línguas faladas pelos participantes dos consumidores;
  49. O tempo gasto com conteúdo distribuído;
  50. O tempo gasto no local através de referências de mídia social;
  51. Método de descoberta de conteúdo (de pesquisa, de passagem ao longo de motores, descoberta, etc);
  52. Cliques;
  53. Porcentagem do trafico gerada do ganho em mídia;
  54. View-throughs
  55. Número de interações;
  56. Taxa de interaçã/participação;
  57. Freqüência de interações sociais por consumidor;
  58. Porcentagem de vídeos visualizados;
  59. Pesquisas realizadas / votos recebidos;
  60. Associação de Marca;
  61. Retribuição de compra;
  62. Número de usuários geradas a partir das contribuições recebidas;
  63. Exposições de gifs;
  64. Número de gifs compartilhados;
  65. Popularidade relativa de conteúdo;
  66. Tags agregadas;
  67. Atributos de tags (por exemplo, quão bem eles correspondem a percepção da marca em si);
  68. Inscrições de usuários em aplicativos de redes sociais (por exemplo, o Facebook Connect, Twitter OAuth);
  69. Inscrições pelo canal (por exemplo, Web, aplicativo para desktop, aplicações móveis, SMS, etc);
  70. Debater ou contestar o assunto;
  71. Número de participantes da sala de bate-papo;
  72. Contribuintes Wiki;
  73. Impacto do Marketing ou Eventos ofline nos prgramas de Marketing Social ou no Buzz gerado;
  74. Conteúdo gerado pelo usuário que pode ser usado pelo comerciante em outros canais;
  75. Clientes atendidos;
  76. Proteção ou Preservação por cliente assistido através da s interações diretas na mídia social comparado com outros canais;
  77. Economias geradas ao permitir que clientes se conectam uns com os outros;
  78. Impacto na resolução do primeiro contato;
  79. A satisfação do cliente;
  80. Volume de feedback gerado pelos clientes;
  81. Pesquisar e desenvolver tempo baseado no feedback advindo das mídias sociais;
  82. Sugestões implementadas a partir do feedback social;
  83. Economia ao não gastar em pesquisa tradicional;
  84. Impacto sobre as vendas on-line;
  85. Impacto sobre as vendas offline;
  86. Taxa de desconto de resgate;
  87. Impacto sobre o comportamento offline;
  88. Lideranças geradas;
  89. Produtos analisados;
  90. Visits to store locator pages;
  91. Conversão de mudanças devido à classificação do usuário, opiniões;
  92. Taxa de retenção do clientes/visitante;
  93. Impacto sobre o valor da vida do cliente;
  94. Aquisição do cliente / retenção de custos através da mídia social;
  95. Variação na quota de mercado;
  96. Ganhos do impacto da mídia social sobre os resultados da mídia paga;
  97. Respostas para os eventos socialmente postados;
  98. Presença em eventos gerados pelas pessoas;
  99. Alcance dos funcionários ( para programas internos);
  100. Aplicações de trabalhos recebidos.

Assim como fez David Berkowitz em seu texto, também convido você a colaborar com outras maneiras de medir o impácto gerado com as Mídias Sociais na área de comentários abaixo. Por fim, você precisa descobrir quais seus objetivos de negócio e depois aplicar essas métricas em conformidade com o mesmo.

Fonte: i9 Business


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