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Curso: Estratégias para Facebook – 25.02 em SP

Em 2011, a Social Tag promoveu na Fnac Pinheiros, em São Paulo, o primeiro debate sobre Marketing no Facebook. Esse primeiro evento, focado no Facebook e como essa ótima ferramenta pode ser utilizada para o marketing de empresas e profissionais, foi um sucesso. Aproveitamos e falamos um pouco mais sobre o evento no post “Dados gerais sobre o Debate Marketing no Facebook“.

Após o evento, perceberam uma disposição dos participantes (mais de 140 pessoas que foram ao evento) e o interesse em saber um pouco mais sobre como o Facebook poderia melhorar o marketing de suas empresas. Com isso, criaram o Curso Estratégico para Facebook, que acontecerá no dia 25.02.2012, na cidade de São Paulo, próximo a Av. Paulista.

Sobre o Curso

O Curso Estratégico para Facebook tem como principal objetivo orientar através de estudos de casos reais e fundamentos da utilização do marketing no Facebook como profissionais de marketing e da comunicação, empresários e empreendedores, podem utilizar essa grande massa de usuários do Facebook para promover suas empresas, produtos e serviços. Através de conceitos práticos e demonstrações de uso e cases de sucesso, Juliana Lima e Beto Tercette irão demonstrar e ensinar, através do curso, ideias e formas de utilização da maior Rede Social do mundo para que sua empresa, marca ou negócio cresça utilizando essa grande ferramenta.

Os articulistas do curso são pessoas conhecidas no mercado de marketing digital e também estavam palestrando no debate sobre Marketing no Facebook que fizemos em 2011. São eles:

Idealizador do Café Com Blogueiros, o maior eventos para Blogueiros do Brasil. Diretor Operacional da Agência SocialTag, focada na gestão de marcas nas Redes Sociais.

Ex-Coordenadora de Comunicação do Apontador, foi responsável pela estratégia de RP, Social Media e Comunicação. Formada em Desenho Industrial com especialização em Comunicação Visual pela FAAP.

Para saber mais sobre o curso, acesse: Socialtag.com.br/cursofacebook
Corre que as inscrições são limitadas!!!

Google Think Insights: Uma plataforma cheia de informações para profissionais de marketing

Recentemente o Google lançou mais uma de suas ferramentas, o Google Think Insights. Eu, se fosse você, comemoraria esse lançamento. Além de ser de graça, o projeto parece ser muito bem articulado e vai explorar e publicar diversas informações sobre tendências de consumo, insights de marketing e pesquisas sobre diversas indústrias.

Lá você pode encontrar diversas pesquisa, infográficos e vídeos com dados sobre o mundo do marketing digital. Uma forma simples e bem rica de informar aos profissionais de marketing, empreendedores e curiosos como anda o crescimento deste mercado tão evolutivo.

Para ter uma ideia de como funciona, separei um vídeo sobre Mobile.

#ficadica


1º Debate sobre Marketing no Facebook na Fnac Pinheiros em SP – 27.10

Com o crescimento das Redes Sociais, o Facebook dispara como uma das principais plataformas de relacionamento. Hoje, o Facebook, já tem mais de 750 milhões de usuários cadastros no mundo todo. Com diversas pessoas utilizando a ferramenta constantemente, o número de empresas criando ações, concursos, FanPages (Páginas para empresas no Facebook) e inserindo conteúdo sobre seu mercado e sua marca cresceu de forma espantosa nos últimos meses, principalmente no Brasil.

Mas, como utilizar o Facebook para fazer, de forma correta, o marketing da sua empresa e atingir o maior número de pessoas?

Foi analisando esse crescimento no Brasil e essa necessidade que as empresas tem em interagir com seu público através do Facebook que a Agência Social Tag, focada na gestão de marcas através das Redes Sociais, irá realizar no dia 27.10, na Fnac Pinheiros, o Debate sobre Marketing no Facebook.

palestrantes & debatedores

Os convidados foram escolhidos com base no tema que será debatido e a dinâmica do evento é baseado em uma grande “desconfêrencia”, onde todos perguntam e todos podem responder e debater sobre o tema.

  • Juliana Lima, Consultora e focada em Marketing Digital: Ex-Coordenadora de Comunicação do Apontador, foi responsável pela estratégia de RP, Social Media e Comunicação. Formada em Desenho Industrial com especialização em Comunicação Visual pela FAAP. Começou no mercado de Internet há 6 anos e colabora frequentemente em aulas de Inovação na ESPM-SP. Uma comunicadora nata e grande estudiosa do Marketing Digital no Brasil e no Mundo.
  • Felipe Spina, Escritor do E-book Facebook Marketing: Atua há 8 anos web marketing, tem passagens por algumas agências do mercado publicitário e clientes. Ano passado, ganhou o prêmio de TOP DOG de Planejamento de Mídia pela Miami Ad School. Conheceu o facebook em 2006 e desde então está, todos os dias, conectado e em busca de novas oportunidades. Recentemente escreveu o seu primeiro eBook Facebook Marketing.
  • Israel Scussel Degásperi, Publicitário, Palestrante e Consultor: Pós-graduado em Novas Mídias, Rádio e TV, analista de redes sociais da Tecnisa, fundador e editor do blog MidiasSociais, escreve para o Blog Tecnisa, iMaster, Nós da Comunicação, TechTudo. Um dos maiores nomes da Social Media no Brasil.
  • Beto Tercette, Empreendedor e Diretor da Social Tag: Idealizador do Café Com Blogueiros e do Social Cult, Diretor de Planejamento da SocialTag, Blogueiro apaixonado por mídias sociais, estudioso das Novas Mídias e criativo por natureza.

Local e horário do evento

Fnac Pinheiros – SP
PRAÇA DOS OMAGUÁS, 34 – PINHEIROS – SÃO PAULO – SP
Data: 27.10.2011 // 19:30 às 21:30
Dúvidas: chico@socialtag.com.br // 55 11 3034.1025

As inscrições foram encerradas em 21.10.2011 devido ao grande número de inscritos no evento.
Agradecemos a procura e teremos mais eventos em breve :)


Os consumidores no Facebook

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pela Constant Contact e pela Chadwick Martin Bailey, para conhecer o comportamento dos consumidores no Facebook, entrevistou 1.491 pessoas, todas maiores de 18 anos, e revelou como os norte-americanos se comportam em relação às marcas.

A maior parte dos usuários (58%) viram fãs de uma empresa por já serem consumidores dela, mas 57% deles só estão ali pois esperam receber descontos ou participar de promoções.

O nível de engajamento é alto, 78% disseram participar de menos de dez fan pages, o que os deixam mais focados. Os motivos variam, mas é uma minoria que está presente nessas páginas para ter acesso a conteúdo exclusivo (31%) ou para saber com antecedência as novidades sobre a marca (31%).

Os dados mostram ainda que 52% dos entrevistados gastam pelo menos uma hora por semana no Facebook, que também é o que mais gera interação entre consumidor e marca, com índice de 34%. Depois aparecem Twitter (4%), LinkedIn (1%) e MySpace (1%), além de comunidades online (9%) e blogs (4%).

A importância de se dar atenção às páginas também ficou evidenciada. 77% leem os posts, acompanham as novidades e as ofertas divulgadas pelas marcas e 17% compartilham experiências sobre elas com outras pessoas. Além disso, 13% postam conteúdo relacionado às empresas.

Outro dado destacado é que a maioria (76%) nunca deixou de seguir uma marca depois de ‘curtir’ sua página no Facebook. 56% se sentem mais confortáveis em fazer indicações depois de se tornarem fãs e 51% dos fãs ficam mais inclinados a comprar após se vincularem à marca.

Via AdNews.


“Quanto custa?” não é a pergunta certa.

Muito se reclama na internet da prostituição do mercado digital. O que acontece normalmente com novos mercados é que eles são cheios de demanda, repletos de fornecedores de olho nessa demanda e com muitos consumidores potenciais, divididos entre abraçar a novidade e aguardar pra ver se o produto ou serviço realmente dará certo.

Eu coloco metade da culpa dessa “prostituição” nos clientes. Quantas vezes o seu relacionamento com um cliente começou com a pergunta (dele): “Quanto custa?” ou sua variável “Quanto tenho que pagar por isso?”

Serviços e produtos recém-lançados geralmente carregam consigo uma dúvida sobre o real retorno que serão capazes de proporcionar. Isso traz receio por parte dos consumidores e faz com que os clientes tragam consigo, sempre nas primeiras linhas dos seus discursos, as perguntas sobre valores.

Com medo de nem mesmo conseguir a atenção dos clientes, muitos fornecedores jogam seus preços lá embaixo, transformando-se na outra metade culpada.

Seu cliente quer se relacionar melhor com os consumidores. Quer ter mais retorno, vender mais, conhecê-los melhor. Se é assim que ele pensa, aproveite. Afinal, ele é seu cliente, e isso precisa acontecer entre vocês também. E a chance para que isso aconteça é jogar a conversa sobre valores para o final da reunião. Ou mesmo para depois, pois em muitas ocasiões será necessária uma avaliação das horas de trabalho envolvidas, para falar o mínimo.

Consiga um tempo para ouvi-lo, pois isso é essencial para um bom relacionamento entre vocês. Aplique com o seu cliente ou potencial cliente o que você pretende vender pra ele: análise, planejamento, interação, métricas, resultados.

Um manifesto a favor dos fornecedores

Clientes: por favor entendam que “quanto custa” não é a pergunta certa a se fazer. Condicionar um relacionamento comercial à uma resposta simples para esta pergunta é perder uma grande oportunidade de aprender mais sobre sua empresa – mesmo que ao final a resposta dada para ela venha a inviabilizar o negócio.

O pior é que se o fornecedor não responder, corre o risco de parecer despreparado. Haverá quem desconfie que o preço é feito de acordo com a cara do cliente. Ou quem ache que é apenas enrolação para não ser despachado logo de cara (e com isso vem a dedução imediata de que o preço será alto).

Mas não é isso. Por favor entenda: na maioria dos casos a resposta apropriada para essa pergunta será “Depende”.

Depende dos objetivos da sua empresa, do seu histórico e dos seus recursos – e da análise que será feita de tudo isso.

Depende do que você quer e do que você já tem preparado para conseguir alcançar o que você quer – porque isso se reflete no tamanho do trabalho que terá que ser feito para ajudá-lo nisso.

Depende de pensar juntos se o que você quer é realmente o melhor para sua empresa neste momento. Se é a melhor ferramenta, o melhor jeito e trará o melhor resultado.

Não dispense um fornecedor porque o preço parece alto. Um investimento só vira gasto quando não traz resultados mensuráveis para sua empresa.

Procure entender o que sua empresa pode ganhar. Fale o que você precisa e escute o fornecedor. Não desconfie dele por querer te vender mais serviços.

Use o bom senso.

O valor que pagamos por um serviço acaba podendo ser melhor avaliado somente após sua execução. Isso vale tanto para valores altos quanto para valores baixos – há sempre o risco de uma surpresa, que pode ser tão boa quanto ruim.

Vale desconfiar, sim, de quem não tem cuidados com a própria marca e vende branding. De quem não ouve você e vende relacionamento em mídias sociais. De quem não oferece feedback, mas vende resultados.

Mas para conseguir avaliar é preciso ouvir, falar, perguntar, esmiuçar o que for preciso. Mais importante que saber o quanto sua empresa vai gastar com isso, é o quanto ela vai ganhar. A pergunta certa é: O que você pode fazer pela minha empresa?


Quando o Social Media Marketing não é a solução

Eu vi recentemente no blog sMedio um interessante e crítico post sobre 10 razões para não manter todas as suas estratégias de Marketing “na internet , muito focado em Social Media Marketing.

Diante da amplitude de possíveis ações em Redes Sociais que englobariam uma Estratégia de Marketing Online , costumamos ouvir  frases como “meu departamento e o de Internet não se misturam”, “Não quero aparecer em  qualquer lugar “, o ” ROI é besteira”, “isto é um desperdício de tempo” ou “isso é inútil, é uma moda“, e está muito longe de ser uma estratégia de negócio.

Voltando ao tema que inspira este post, deixo-vos com algumas das razões que eles apontam para que não se concentrem apenas no online, ou seja, quando o Social Media Marketing não é a solução:

# Nem todo mundo está na internet

Não são nosso único público-alvo… Certo. Estima-se que “apenas” 30% da população mundial possui acesso à Internet. Focar apenas em ações de Marketing em Redes Sociais pode não ser uma boa, pois uma grande parte de nossos clientes não está em Redes Sociais.

# Não é possível estruturar Ações-Resultados

Por definição, o marketing tradicional é mais estruturado (é muito mais padronizado e estabelecido) que qualquer outra técnica Online (“muita inovação?” Métricas ainda não são entendidas facilmente pelas empresas e alguns profissionais. Certo?).

# Não é possível se proteger

Você estará mais vulnerável ao ter mais oportunidades de alcançar mais pessoas de um modo muito mais transparente e aberto. Além disso, se você tem “algo a esconder”, então definitivamente não é a solução para seus problemas, pois na Internet as falhas escondidas sempre geram buzz negativo e a repercussão é muito maior.

# As redes sociais não estão à venda

Devemos ressaltar isso, as redes sociais são para conectar as pessoas. As empresas estão chegando às pessoas. Marcas são marcas. Torná-la um grande instrumento de marketing não significa vender sozinho ou por si mesmo.

# Redes sociais são um meio e não um fim

Devemos ter em mente que as Redes sociais são uma mudança que visa te conectar a mais pessoas. Não é a solução para suas vendas, tampouco para seus benefícios. Ter um perfil no Twitter não gera mais receita. O que irá gerar mais receita é a relação entre empresa-cliente através do Twitter, que gera um canal de comunicação rápido.

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