Ação magnífica de Marketing de Guerrilha da Marisa utilizando um Tapume

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Category : Notícias e Post´s Diversos

Com uma sensacional criatividade a Marisa fez uma ação de Marketing de Guerrilha. Como teriam que reformar as lojas e fechá-las, precisavam de alguma ação para não prejudicar sua imagem. Daí surgiu esta magnífica ideia com o apoio da equipe da Ficher+Fala.

Assista o Vídeo aqui se preferir!

Infográfico l Uma história bem humorada do Marketing

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Category : Dados e Estatísticas, Estátisticas

Este infográfico demonstra com um olhar bem-humorado como marketing tem evoluído ao longo de milhares de anos. Na verdade, algumas das técnicas de antigos dias estão sendo usados ainda hoje.

A forma como as empresas enviam suas mensagens publicitárias para outros depende fortemente das tecnologias que são inventadas. Com isto dito, nos últimos dois séculos as tecnologias têm mudado rapidamente e as empresas têm mudado sua maneira de empurrar suas mensagens – rádio, telefones, televisão, Internet (algumas tecnologias não são destaque no infográfico).

Mídias Socias são, naturalmente, é o tema atual no campo, mas como qualquer outro meio. Quanto tempo levaria a era da campanha publicitária de mídia social e qual seria a próxima tecnologia para revolucionar a forma como as empresas iriam nos afetar com suas campanhas?

Pense nisso!

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Não basta twittar, saiba, também, escutar

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Category : Colaboradores, Colunas, Twitter

Por Fernanda Fabian

Muito mais que criar uma nova forma da sua empresa se comunicar com os clientes é fundamental saber gerenciar essa ferramenta. Não estou falando sobre nada muito complexo, muito pelo contrário, a resolução pode ser simples: apenas converse! Ouça o que o seu cliente tem para lhe dizer! Faça das redes sociais um espaço que não se restrinja a apenas divulgar, mas sim a ouvir!

Isso não vale apenas para o Twitter, mas sim para todas as outras redes como Orkut, Facebook ou mesmo um espaço como mural no seu site. Saber ouvir o que o cliente tem para falar sobre sua empresa ou produtos pode ser muito melhor do que pagar milhões por uma consultoria sobre opinião pública.

Para retratarmos como é a atuação do poder público nesses meios imagine que em um belo dia, mais de 100 pessoas estão na porta da sua empresa gritando, mostrando faixas e placas de rebeldia, enfim “fazendo barulho”, só porque você trocou a embalagem do produto e eles, como clientes, não gostaram por algum motivo. No mínimo, você iria entrar em desespero no primeiro momento, e em seguida iria tentar falar com eles para entender o que lhes incomodava, e após isso talvez iria reconsiderar a ideia de mudar esse layout. E é mais ou menos este o ‘barulho’ que as pessoas podem fazer, mas de forma virtual (o que pode até ser pior, já que isto ficará registrado na web, e cada vez que alguém fizer uma busca pelo seu nome isso irá aparecer).

Mas não significa que as pessoas utilizem as redes apenas para falar mal ou reclamar. Os comentários positivos também são bem fortes, e geram uma grande ‘publicidade gratuita’ para a empresa. Um exemplo foi quando a Coca-Cola lançou a nova embalagem da Aquarius Fresh, eu fiquei sabendo via Twitter da novidade e vi várias pessoas comentando sobre como ficou mais clean e bonita assim. Neste blog aqui você pode ter uma ideia de como foi essa repercussão (não deixe de ler os comentários).

Então, não basta apenas estar onde o seu cliente está, e procurar ficar ‘na moda da publicidade’, ou mesmo apenas marcar presença, saiba dialogar com ele.

Como você pode fazer isso? Com técnicas simples, como, por exemplo:

- Acessar as comunidades pertinentes ao seu produto e comentar, participar, estimular as pessoas a falarem o que pensam. E sempre dar um feedback sobre o que foi feito com aquilo que elas falaram;

- Fale assuntos interessantes, e não divulgue apenas qual o último lançamento da empresa (claro que deve ser citado, mas não limite em apenas isso). Se você vende pneus, fale sobre algum fato/ acontecimento que aconteceu na indústria automotiva;

- No caso do Twitter, siga as pessoas que lhe seguem (elas são seus clientes, não esqueça isso, por mais que você a ache desinteressante é com ela que você tem que falar). Dê ‘RT’ de alguns tweets que as pessoas falam sobre assuntos relacionados à organização. As pessoas costumam se sentir reconhecidas e privilegiadas quando alguém de destaque (ou empresa) repete o que ela disse.

- Opine nos blogs que falam sobre sua empresa e produtos, e identifique-se (veja o que o mercado Zaffari fez e foi comentado aqui). Ou mesmo em posts que procuram alguma solução que pode ser justamente o que seu produto faz (dê uma olhada no que o Omo fez com uma blogueira aqui).

- Comente sobre o que as pessoas falaram sobre assuntos gerais. Mas cuidado para não transparecer a sua opinião, não esqueça que você está falando pela empresa. É bom não demonstrar favorecimento de algum lado, como gostar do Grêmio e não do Inter ou qualquer coisa assim.

- Seus seguidores/ amigos não estão sempre on line no mesmo horário, lembre-se de falar com eles em vários períodos do dia. Inclusive, se for viável, falar nos finais de semana, já que tem vários locais que não permitem o acesso às redes durante o expediente.

- Obviamente, responda a todos os comentários, criticas, perguntas que lhe forem feitas. Às vezes o numero de comentários podem ser gigantes, mas justamente se você responder a todos que eles vão se sentir únicos e especiais.

- Nunca deixe de responder os e-mails e comentários que chegam até você via site. Que é o principal canal de comunicação oficial da empresa na web (já que muitas pessoas ficam na dúvida se os perfis das organizações nas redes são verdadeiros).

Outro exemplo pertinente é o do que aconteceu com o Nescau há um tempo. Logo que mudaram a fórmula, que alterou o sabor foi lançada a comunidade no Orkut: “Queremos o Nescau tradicional”, além dos vários tópicos em comunidades relacionadas, como “o Nescau tradicional vai sair de circulação”, “queremos o Nescau tradicional”, “quem vai parar de tomar Nescau assina aqui”. E o que eles fizeram? Falaram com essas pessoas e trouxeram de volta o sabor tradicional. E lógico, esse contato também teve um retorno, veja aqui.

Então não coloque o nome da sua empresa nas redes apenas para estarem lá, crie interação com as pessoas. Para que elas sintam que podem falar por ali e que vão obter um retorno. Este é um meio de fidelizar e de manter a marca na mente deles. E se sua organização não possui um suporte para fazer esse tipo de ação, não deixe de procurar um ‘especialista’. Não espere fazer isso apenas quando seu concorrente começar a fazer.

Para saber mais sobre o assunto, recomendo a leitura dos seguintes links:

Redes Sociais: uma nova interação com o mercado (com vários exemplos)
http://www.administradores.com.br/noticias/redes_sociais_uma_nova_interacao_com_o_mercado/27779/

13 erros que não se deve cometer no Twitter
http://midiaboom.com.br/post/13-erros-que-nao-se-deve-cometer-no-twitter/

Como escrever um bom post no Twitter, case de venda
http://marcogomes.com/blog/2009/como-escrever-um-bom-post-no-twitter-case-de-venda

28 Camisetas – Camisetas e Mídia tudo junto!

Category : Promoções

Existem diversas empresas que utilizam as Redes Sociais para se propagar, umas até sabem o que estão fazendo, outras nem tanto. No caso da 28 Camisas Inteligentes esse caso é bem profissional.

A Loja Virtual com diversas estampas e qualidade diferenciada em seus produtos, adora utilizar de forma inteligente as Mídias Sociais e o Marketing Viral.

Um exemplo muito bacana de uso do Marketing Viral feito pela 28 Camisas esta nessa divulgação feita na cidade de Salvador na lindíssima Bahia.

Um adesivo em tamanho real simulando uma pessoa foi colado no chão em diversos lugares da cidade com a seguinte frase: Ressuscite seu guarda-roupa!

E além das camisas super maneiras, agora eles oferecem gratuitamente as estampas como papel de parede para quem quiser incrementar seu Iphone. Confira diretamente no site: www.vinteeoito.com.br

Um exemplo os papéis de parede esta logo ai abaixo, aproveita e dá uma conferida em alguns estampas feitas pelo pessoal cheio de criatividade de 28 Camisas Inteligentes:

Para seu Iphone

Acesse e confira: www.vinteeoito.com.br

Gostou do sistema de marketing criado pela 28? Comente …

O Marketing e a Mídia Social em Bíblia

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Category : Mídia Social

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Toda sexta-feira vamos buscar trazer aqui no blog indicações de livros, cursos ou palestras na área de Marketing Digital/Mídias Sociais.

Iniciando, essa é praticamente uma resenha do penúltimo livro que li, “ A Bíblia do Marketing Digital “ escrita por Claudio Torres é resumidamente uma aula escrita para quem busca compreender os conceitos do Marketing Digital e os motivos para que sua empresa, produto ou marca desenvolva esse trabalho.

No livro, Claudio Torres demonstra de forma simples e com bons exemplos conceitos que vão desde E-mail Marketing, passando por Mídias Sociais e falando até ( pouco, mas falando ) de Mobile Marketing.

Gosto bastante da história que ele cita como exemplo a empresa de Taxi que cria, para ajudar seus clientes, um blog sobre restaurantes da cidade. Essa história me fez pensar na hora como muitas empresas ainda insistem em falar dos seus produtos e serviços e esquecendo-se de focar a necessidade e a real vontade do consumidor.

Dei uma palestra sobre Marketing de Vendas Diretas no ano de 2008 e comentei com quem estava por lá, que se precisássemos pendurar um quadro na parede teríamos que fazer um furo nessa parede e iríamos precisar de uma furradeira. Mas qual o nosso real desejo, seria ter a furradeira?

Claro que não, é ter o furo feito na parede!

Isso demonstra de forma simples e bem resumida o que você pode aprender com “ A Bíblia do Marketing Digital “, um livro de leitura fácil e empolgante.

Lembrando que o autor usou os mesmo conceitos descritos no livro para divulgar o próprio livro, provando que todos os conceitos realmente funcionam.

Você pode também encontrar o autor no seu Twitter: @publicidadeweb

Fica aqui a dica de hoje, e você já leu o livro? – O que achou?

Ps: Esse não é um publieditorial, foi escrito através da
satisfação obtida com a leitura do livro.

Encontre mais livros sobre Marketing e Mídia Social aqui!

Quem você quer atingir mesmo?

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Category : Colaboradores, Colunas, Consumidores, Mídia Social

Por Fernanda Fabian
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Traçar o perfil do consumidor não é uma tarefa fácil. Hoje em dia não basta você categorizar pela idade, renda mensal, sexo ou cidade. As gerações são outras, os interesses são variados, os sonhos são outros, e mesmo a sexualidade entra em questão. E a tendência aponta que isso será cada vez mais modificável, as empresas precisam a cada dia disputar um espaço na mente dos seus clientes. Mas como chegar até eles sem ao menos saber quem são?!

Criar um relacionamento com seus clientes pelas redes sociais parece ser simples. Mas o que você vai abordar, por exemplo, aos seus seguidores no Twitter? Apenas lançar promoções para quem der RT de alguma frase sua? Bem provável que isso vá proporcionar alguns follows, mas eles lhe serão fieis e realmente se tornarão seus clientes? O que eles querem ouvir?

Isso pode soar estranho para empresas que nem usam o Twitter ou que passaram a ter contas gerenciadas pelo filho do amigo que gosta de ‘mexer na internet’. Mas a verdade é que o Twitter não é apenas uma ferramenta para entretenimento, as pessoas falam e falam muito sobre muitas marcas – desde grandes como bancos, celulares… até sobre o mercado na esquina de suas casas.

Tanta ‘revolução’ pode gerar uma certa ‘crise’ para algumas empresas, marcas e criadores, já que não existe mais um perfil único, ele é totalmente mutável.

Vamos partir para dois exemplos: A marca X resolveu criar uma linha de roupas voltadas à adolescentes, para isso investiu em muitas pesquisas sobre moda, comportamento e tendência. Passado seu lançamento e já nas prateleiras das lojas, foi possível perceber que quem estava de fato comprando e consumindo eram senhoras, consideradas idosas, que ao visualizarem aquela peça de roupa viam uma oportunidade para se sentirem mais modernas, descoladas, e porque não, mais jovens.

Outro caso que não é nada difícil de encontrar: a marca Y de celulares criou um aparelho top de linha, seu preço, seu design e suas características são destinados a um público elevado, de alto padrão de vida e de exigência. Este aparelho passa a ser vendido em lojas de eletrônicos populares, e podem ser parcelados em até 17 vezes. Quem acabou comprando foi uma faxineira que possui uma renda de um salário mínimo, com filhos para sustentar e aluguel para pagar. Muito provável que ela jamais vá saber de todas as funcionalidades do produto que adquiriu, mas o que importa é que ela o comprou com muita facilidade.
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100 maneiras de medir o impácto gerado nas Mídias Sociais

Category : Dados e Estatísticas, Estátisticas, Mídia Social

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Através de um twitter enviado pelo amigo Jose Telmo, e um post feito pelo i9 Business encontramos essa relação bem interessante criado originalmente por David Berkowitz do site Media Post, que tem como título orginal 100 Ways To Measure Social Media

Além de escrever sobre muitas idéias e conceitos aqui no Mídia Boom é interessante tambem destacar artigos de outros blogs como esse.

Texto do i9 Business:
Algumas coisas aqui podem ser interpretado de várias maneiras. Dependendo de como você irá defini-las, algumas destas métricas podem parecer redundantes, enquanto outros podem parecer tão ampla que pode ser parecer fora demais. Muitas destes podem ser combinadas entre si para criar novas métricas, que podem ser rastreados ao longo do tempo. Vamos a elas…

  1. Volume de buzz criado em torno de uma marca com base no número de posts;
  2. Volume de buzz gerado com base no número de impressões;
  3. Mudança no buzz ao longo do tempo;
  4. Buzz por hora do dia / parte do dia;
  5. Sazonalidade do buzz;
  6. Competição com outros assuntos em alta;
  7. Buzz por categoria / tema;
  8. Buzz por canal social (fóruns, redes sociais, blogs, Twitter, etc);
  9. Buzz por etapa de compra (por exemplo, pesquisando vs. concluir transação vs. pós-compra);
  10. Populariadade ativa (por exemplo, se vários vídeos estão disponíveis para incorporar, qual é usado mais?);
  11. A grande mídia menciona;
  12. Fãs;
  13. Followers;
  14. Amigos;
  15. Taxa de crescimento dos fãs, seguidores e amigos;
  16. Taxa de vitalidade;
  17. Alteração nas taxas de vitalidade ao longo do tempo;
  18. Abrangência ou alcance de segundo grau (conexões para os fãs, seguidores e amigos expostos – por pessoas ou impressões);
  19. Embeds;
  20. Downloads;
  21. Uploads;
  22. Visualização iniciada pelos usuários (ex.: para vídeos);
  23. Taxa de players ou favoriting;
  24. Likes / Favoritos;
  25. Comentários;
  26. Avaliações;
  27. Social bookmarks;
  28. Inscrições (RSS, podcasts, vídeo série);
  29. Pageviews (para blogs, microsites, etc);
  30. CPM efetivo com base em gastos por impressões recebidas;
  31. Mudanças na classificação nos mecanismos de busca do site ligado ao meio das mídias sociais;
  32. Mudanças em partes do motor de busca de voz para todos os sites sociais que promovam a marca;
  33. Aumento nas buscas devido à atividade social;
  34. Percentagem de buzz contendo links;
  35. Links classificados por influência dos editores;
  36. Percentagem de buzz em contendo multimédia (imagens, vídeo, áudio);
  37. Compartilhar a voz em sites sociais enquanto executa o ganho e pagamento da mídia no mesmo ambiente;
  38. Influência dos consumidores atingidos;
  39. Influência dos editores atingido (ex.: blogs);
  40. Influência das marcas participantes em canais sociais;
  41. Demografia do público-alvo envolvido com canais sociais;
  42. Demografia do público atingido através de meios sociais;
  43. Hábitos de Social Media / interesses do público-alvo;
  44. Geografia da participação dos consumidores;
  45. Sentimento em volume de posts;
  46. Sentimento em volume de impressões;
  47. Mudanças no sentimento antes, durante e depois de programas de marketing social;
  48. Línguas faladas pelos participantes dos consumidores;
  49. O tempo gasto com conteúdo distribuído;
  50. O tempo gasto no local através de referências de mídia social;
  51. Método de descoberta de conteúdo (de pesquisa, de passagem ao longo de motores, descoberta, etc);
  52. Cliques;
  53. Porcentagem do trafico gerada do ganho em mídia;
  54. View-throughs
  55. Número de interações;
  56. Taxa de interaçã/participação;
  57. Freqüência de interações sociais por consumidor;
  58. Porcentagem de vídeos visualizados;
  59. Pesquisas realizadas / votos recebidos;
  60. Associação de Marca;
  61. Retribuição de compra;
  62. Número de usuários geradas a partir das contribuições recebidas;
  63. Exposições de gifs;
  64. Número de gifs compartilhados;
  65. Popularidade relativa de conteúdo;
  66. Tags agregadas;
  67. Atributos de tags (por exemplo, quão bem eles correspondem a percepção da marca em si);
  68. Inscrições de usuários em aplicativos de redes sociais (por exemplo, o Facebook Connect, Twitter OAuth);
  69. Inscrições pelo canal (por exemplo, Web, aplicativo para desktop, aplicações móveis, SMS, etc);
  70. Debater ou contestar o assunto;
  71. Número de participantes da sala de bate-papo;
  72. Contribuintes Wiki;
  73. Impacto do Marketing ou Eventos ofline nos prgramas de Marketing Social ou no Buzz gerado;
  74. Conteúdo gerado pelo usuário que pode ser usado pelo comerciante em outros canais;
  75. Clientes atendidos;
  76. Proteção ou Preservação por cliente assistido através da s interações diretas na mídia social comparado com outros canais;
  77. Economias geradas ao permitir que clientes se conectam uns com os outros;
  78. Impacto na resolução do primeiro contato;
  79. A satisfação do cliente;
  80. Volume de feedback gerado pelos clientes;
  81. Pesquisar e desenvolver tempo baseado no feedback advindo das mídias sociais;
  82. Sugestões implementadas a partir do feedback social;
  83. Economia ao não gastar em pesquisa tradicional;
  84. Impacto sobre as vendas on-line;
  85. Impacto sobre as vendas offline;
  86. Taxa de desconto de resgate;
  87. Impacto sobre o comportamento offline;
  88. Lideranças geradas;
  89. Produtos analisados;
  90. Visits to store locator pages;
  91. Conversão de mudanças devido à classificação do usuário, opiniões;
  92. Taxa de retenção do clientes/visitante;
  93. Impacto sobre o valor da vida do cliente;
  94. Aquisição do cliente / retenção de custos através da mídia social;
  95. Variação na quota de mercado;
  96. Ganhos do impacto da mídia social sobre os resultados da mídia paga;
  97. Respostas para os eventos socialmente postados;
  98. Presença em eventos gerados pelas pessoas;
  99. Alcance dos funcionários ( para programas internos);
  100. Aplicações de trabalhos recebidos.

Assim como fez David Berkowitz em seu texto, também convido você a colaborar com outras maneiras de medir o impácto gerado com as Mídias Sociais na área de comentários abaixo. Por fim, você precisa descobrir quais seus objetivos de negócio e depois aplicar essas métricas em conformidade com o mesmo.

Fonte: i9 Business