Crises de imagem nas mídias sociais

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Category : Colunas, Mídias e Redes Sociais

Com as mídias sociais e suas rápidas interações entre consumidores e marcas, abre-se espaço para as grandes ameaças e crises de imagem nas organizações. E isso nada mais é devido às facilidades de exposição e ao novo perfil do consumidor moderno, que utiliza os meios de comunicação para demonstrar seus sentimentos a respeito de produtos e serviços, incluindo as insatisfações. Muitas empresas estão testemunhando o poder que a Internet está dando para os consumidores descontentes, e o quanto isso afeta suas reputações e imagens.

Em gerenciamentos de crises de imagem, um dos fatores mais determinantes para agravar a situação é o fato de que não se pode controlar o boca a boca diante de um problema. Assim, as mídias sociais estão abrindo mais espaço para os consumidores e suas manifestações por meio dos perfis em suas redes sociais. Essas ações não podem ser controladas, porém podem ser monitoradas e, principalmente, compreendidas e utilizadas dentro das estratégias da organização.

Para evitar situações que possam pôr em risco a reputação de sua marca, é importante manter os conceitos de gerenciamento de crise, planejando estratégias antes de ocorrerem os problemas e monitorando o que se fala sobre a empresa de forma que se mantenha um contato direto com o seu cliente. Uma das características principais das novas mídias é o fato de que os consumidores deixaram de ser passivos e começaram a ser verdadeiramente influenciadores sobre as marcas que consomem.

Olga Curado, jornalista e consultora de comunicação, escreveu para o blog Crise & Comunicação um post sobre conceitos e a importância de prevenir uma crise de imagem em uma empresa.

“A crise de imagem é a ameaça à perda do mais importante ativo de uma pessoa ou de uma organização: a sua reputação. A imagem é a atribuição de qualidades ou defeitos a alguém ou a alguma coisa, que não são necessariamente verificados objetivamente. A reputação é a percepção de ganhos adicionais proporcionados por alguém ou por uma organização, além das suas obrigações contratuais. Sendo assim, uma boa reputação não se resume a prestação do serviço contratado, mas diz respeito aos os benefícios produzidos além desse contrato”, pondera Curado.

“Marcas, em suas essências, visam sintetizar reputações. Reputações fortalecem a imagem. Imagem, reputação consolidam relações de confiança”, diz a consultora.

“A crise é, essencialmente, a perda de confiança na relação entre a pessoa ou organização com os seus públicos de relacionamento. Na prática, é quando as ações deixam de se identificar com discurso”, acrescenta Olga Curado.

Os conceitos gerais são utilizados em qualquer tipo de crise referente a uma empresa, e assim podem ser agregados às mídias sociais também. Existem maneiras para evitar essas situações desagradáveis e irreversíveis, e Clay McDaniel, o principal CEO do Spring Creek Group , fez recentemente um “How To” para o Mashable, dando dicas a respeito de como lidar com isso nas mídias sociais:

1. Criar uma política de comunicação nas comunidades das redes sociais

Todas as marcas participantes em mídias sociais devem ter uma política clara e um plano de gestão em cada rede social. Mapear os “Termos de Serviço”, tais como:

* O que não é tolerado em conversas sobre sua marca.

Linguagem baixa e abusiva, ameaças contra pessoas, manifestações de ódio são exemplos de situações que devem ser estritamente proibidas. Cada canal ativo da marca deve ter seu plano com os termos de utilização orientados para sua segmentação demarcando os conteúdos inaceitáveis.

* Contratar um administrador das mídias sociais

Monitorar a marca por toda a Internet é fundamental para uma empresa. É necessário que esse profissional entenda de monitoração das mídias sociais, e tenha contato direto com o relações públicas e o departamento de marketing da organização. Não apenas nos principais canais, mas saber as discussões on-line em blogs e sites terceiros também.

* Monitor de mídias sociais deve trabalhar com o profissional de relações públicas

Uma boa comunicação integrada é necessária para decidir quem irá responder os comentários na Internet. A equipe de relações públicas deve ser integrante na elaboração de todas as comunicações de saída, porém, devido ao dinamismo na internet, é necessário ter respostas rápidas, e para essas situações é necessário uma pessoa responsável que já estará previamente preparada pela equipe.

2. Ter um plano de escalonamento para comentários negativos

Faça um plano de gerenciamento de crise com antecedência. Assim ficará mais fácil saber como será a resposta aos comentários negativos sobre a empresa. É bom mapear os seguintes aspectos:

* Decidir quais os tipos de comentários exigem resposta imediata e um plano para sua execução

A maioria das ações dentro das mídias sociais deve ser levada a sério, porém existem questionamentos e situações para os quais deve-se ter mais atenção, principalmente pela sua importância, por exemplo, indicativos de uma tendência mais ampla, expressões de insatisfações a respeito da marca. A utilização de um guia para os comentários negativos é necessário para uma padronização das ações da empresa.

* Criar diretrizes corporativas para lidar com supostos sentimentos negativos sobre a empresa

Ter etapas nas respostas nas mídias sociais é uma boa forma de lidar com questões negativas. Mesmo que não se saiba a resposta para um cliente, é interessante mantê-lo informado sobre o esforço que está sendo feito para solucionar o problema.

3 – Planeje para o pior, esperando o melhor

Imaginar as piores situações não demonstra que elas irão acontecer. Mas projetando o pior, fica mais fácil ter respostas antes dos fatos e evitar surpresas. Dessa forma, a empresa estará preparada caso os sentimentos em torno da marca comecem a ter uma tendência negativa, o que torna o gerenciamento de crise mais fácil.

4. Respostas rápidas, pessoais e diretas

O primeiro passo para manter uma relação com um cliente de maneira satisfatória é reconhecer questões e comentários negativos, e garantir aos consumidores que se está trabalhando na direção de uma resposta. Mostrar oficialmente essas ações demonstra compromisso com o público e responsabilidade da empresa. Ainda ter contato direto com os indivíduos infelizes, falando pessoalmente e diretamente, faz com que os clientes valorizem mais a empresa. Rapidez e honestidade são necessárias nesse tipo de situação.

5. Assumir as responsabilidades

Quando a empresa tiver problemas, deve-se reconhecer que está trabalhando para corrigir o problema e informar quem procura orientação de quando e como irá melhorar a situação. Os clientes normalmente buscam a responsabilidade e informações precisas direto do porta-voz principal das marcas de confiança. Os canais de mídia social podem ser utilizados para isso.

As mídias sociais possuem grandes ferramentas para conectar marcas por meio de contatos mais pessoais com seus clientes. Em contrapartida, também é um canal para os descontentes manifestarem sentimentos negativos sobre a marca. Portanto, desenvolver políticas e um plano de manejo nas comunidades virtuais em que a empresa participa é uma grande tática para evitar maiores exposições e problemas com a marca, e utilizar tanto os elogios quanto as reclamações a favor da empresa.

Netweaving | Entendendo as Redes Sociais, por Augusto de Franco

Category : Notícias e Post´s Diversos

Dentro dessa grande revolução em que vivemos – e muitos de nós nem percebemos – existe uma enorme diferença entre Redes Sociais e Mídias Sociais. E vejo muita gente se confundindo bastante – até mesmo profissionais da área –, entrando em contradição quando falam dessas duas coisas que interagem, mas que são, ao mesmo tempo, bem distintas.

Dentro dessa nova versão de mídia, o que mais gosto e sempre deixo claro em qualquer bate-papo que tenho sobre o assunto é a fase ou parte do relacionamento com o usuário de redes sociais virtuais ao pé da letra. Sistemas e plataformas são ótimos e nos trazem grandes ferramentas para agilizar a única matéria-prima necessária neste ambiente: a comunicação.

Augusto de Franco, grande pesquisador sobre Redes Sociais, nos mostra nestes slides o que, realmente, são Redes Sociais.

Acadêmicos | Marketing 2.0 – O E-consumidor e as Mídias Sociais

Category : Artigos Acadêmicos

A tecnologia vem avançando rapidamente e trazendo consigo muitas mudanças. Mudanças essas percebidas grande parte, nos avanços dos meios de comunicação, pois as pessoas estão se comunicando cada vez de forma mais rápida e instantânea, seja por necessidades causadas pela globalização ou somente pela necessidade de se comunicar e de se posicionar dentro de um grupo.

Um grande fator propulsor dessas mudanças é a Internet que proporcionou novas formas de comunicação e interação de pessoas que geograficamente não conseguiriam se comunicar e potencializou o diálogo entre essas pessoas enquanto consumidores junto às empresas. A Internet determinou então a criação de outra esfera de mídia: A mídia social que nasce do conteúdo gerado nas redes sociais virtuais, através das pessoas. Este ambiente apresenta-se como uma tendência crescente, mas ainda não totalmente compreendida pelas empresas, que ainda não sabem como trabalhar seus produtos nesse novo canal de comunicação – e interação – com os clientes.

Esta pesquisa busca compreender como as empresas têm reagido neste novo ambiente, com um cliente que está cada vez mais exigente e expressando suas opiniões e desejos em redes de relacionamento que propagam essas informações de forma difusa, aleatória e fora do controle das empresas. Foram estudados os casos da BIC, ByMK, Curriculum.com.br, Saraiva Online e Energia 97, que apresentam um amplo espectro de atuações empresariais nas mídias sociais. Esses casos forneceram subsídios valiosos para a compreensão de como empresas e produtos estão trabalhando e obtendo retorno – bons ou ruins – nas Redes Sociais Virtuais.

Por Rodrigo Augusto Vassari

Por que gostamos tanto de interagir?

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Category : Colunas, Mídias e Redes Sociais

Por que as pessoas tem tanto interesse nas redes sociais? O que existe nestes canais que faz com que tantas pessoas dediquem boa parte do tempo para o acesso? O que motiva mais de 25 milhões de internautas a abrirem suas páginas pessoais quase que diariamente?

“As pessoas gostam de compartilhar. Isso dá status social, uma forma de se conectar às outras pessoas. E não é a tecnologia que trouxe isso. Somos biologicamente programados para sermos sociais. Só que as possibilidades aumentaram. Se antes ter status social significava colocar uma roupa legal, hoje, é estar em blogs, redes sociais ou sites de vídeo.”Danah Boyd

Em abril uma pesquisa realizada pelo Instituto Nielsen indicava que 86% dos internautas brasileiros acessaram redes sociais. Isso faz com que sejamos líderes mundiais com uma média de 5 horas e 3 minutos de navegação exclusivas para esses canais. Ao mesclar com o universo completo de mídias sociais (como blogs, por exemplo) constatou-se cerca de 110 bilhões de minutos de acesso à internet, o que representa 22% do tempo gasto online.

Talvez o instinto natural da nossa cultura, em sermos curiosos, alegres e amigáveis, possa ser uma resposta para as perguntas anteriores. Uma resposta um tanto quanto vaga, já que o tema é apropriado para grandes estudiosos. As redes se tornaram tão importantes quanto o chip do celular. É através delas que as pessoas passaram a reencontrar velhos amigos, conhecer novos, fazer contatos comerciais e estarem constantemente atualizados sobre o que acontece ao seu redor.

E isso tudo é tão verdadeiro que já são muitos os casos de, por exemplo, reencontros familiares, de pessoas que conheceram seus companheiros, de mobilizações sociais, ou, ainda, de pessoas que perderam seus empregos por causa das redes sociais.

Até a ciência tem procurado entender essa apreciação das pessoas, e um professor da Claremont Graduate University (EUA) descobriu que uma troca de tweets ou um amigo curtindo nosso status no Facebook pode aumentar nossos níveis de oxitocina (popularmente chamada de hormônio do amor) que estimula sentimentos como empatia, generosidade e confiança. Ele entendeu que o tempo que dedicamos às redes é percebido pelo nosso cérebro como um interação direta com pessoas queridas.

Seja qual for a resposta, provavelmente ela é particular a cada um. Por isso pergunto a você: o que te motiva a acessar constantemente as redes sociais? É uma necessidade, um hobby ou apenas estar onde todos estão?

Infográfico | A fracassada história do Google nas Mídias Sociais

Category : Colunas, Dados e Estatísticas

Depois de dominar a internet na área de buscas e começar a comprar diversas empresas de diferentes setores a grande empresa de Larry e Sergey inicio um trabalho tentando criar uma rede social online de sucesso.

Com o tempo podemos perceber que o Google não teve muito sucesso com suas tentativas. O Google Wave, Buzz, a compra do Jaiku – um sistema de microblog bem parecido com o Twitter – e várias outras tentativas. Tivemos recentemente boatos sobre o GoogleMe que virá para destruir o Facebook nos Estados Unidos. Bom, veremos se isso realmente vai acontecer.

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Relacionamento 2.0: Então como proceder?

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Category : Colunas, Relacionamento Online

Redes Sociais são muito importantes hoje para empresas, é um canal direto para um cliente, um canal de comunicação completo, onde a empresa informa e o cliente retorna. Não como a televisão, rádio e outros veículos que a informação só tem um sentido: empresa-consumidor. O consumidor quer participar, quer opinar, reclamar, contar que possui o produto, esse é o motivo de tanto sucesso das Redes Sociais.

Porém, percebemos que muitas empresas não estão preparadas para tal. Não basta apenas criar uma conta em cada rede social. Tenho percebido com freqüência uma enxurrada de empresas entrando na web 2.0, achando que só por estar lá estarão aumentando o seu faturamento em uns 30%, isso que está sendo vendido é uma mentira.

Profissionais sem ética estão vendendo uma “fórmula do sucesso”, mas assim como o CRM (sistemas de gestão de clientes), as redes sociais são ferramentas.

Então como proceder?

Market Share: Ao criar uma conta, a empresa deve primeiramente convidar os seus clientes para participarem, opinarem, reclamarem, para assim depois divulgarem os seus produtos. É normal vir nos primeiros meses uma enxurrada de críticas. Clientes insatisfeitos ao descobrirem este canal experimentam se funciona, se serão ouvidos.

Então é aí que uma verdadeira empresa 2.0 mostra o seu desempenho e qualidade. Ela não ignora as críticas, ela encara o problema e reverte a insatisfação em satisfação, resolvendo o problema e mostrando que se importa com a opinião de um cliente entre tantos.

Prospecção: Campanhas promocionais não é promoção de RT (ReTwitte), são campanhas de prospecção inteligentes e eficazes, com regras de participação claras, e de preferência de fácil acesso a todos. Nem sempre gravar um vídeo faz uma campanha viral, isso depende de conhecimentos que não é de acesso a todos, como editar vídeos, saber em que extensão postar e aonde publicar na internet. Já sorteios são simples demais, tente equilibrar as coisas, algo inteligente que todos os seus clientes possuam a capacidade de participar.

Fidelização: Usuários de internet gostam de serem exclusivos, talvez seja interessante criar uma promoção específica para eles, ou até mesmo um produto. Mostre que eles são especiais em sua individualidade. Empresas que pensam que seus clientes são apenas um objeto de faturamento não dão certo neste ambiente, e do jeito que o mercado está andando, não darão certo em lugar algum.

Paciência: o retorno não é instantâneo e não é tão visível quanto dizem por aí, mas é muito gratificante ver os clientes vibrarem com uma nova campanha e divulgarem para os amigos.

O segredo é esse, monitore a sua marca na internet, o que estão falando de você. Se relacione, converse, participe da vida de seus clientes, não somente quando eles usam os seus produtos, mas converse com eles, é uma falta muito grande quando alguém fala com uma empresa e esta não responde, o canal perde totalmente a credibilidade. Se é para continuar pensando assim, invista em campanhas de propaganda nos jornais e televisões.

Qual a necessidade do consumidor online?

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Category : Colunas, Marketing Digital

Quem estuda ou simplesmente gosta de ler sobre marketing com certeza já ouviu falar na pirâmide das necessidades de Maslow. A ideia, resumidamente, é de que existem necessidades que motivam o consumidor, sendo elas: fisiológicas (fome, sede, etc.), de segurança (saúde, estabilidade, etc.), sociais (afeto, relacionamento, etc.), de estima (status e prestígio) e de autorrealização. No âmbito da comunicação social não existem teorias certas ou erradas. Para alguns tal atitude funciona efetivamente, para outras não.

Pensando nisso, pesquisei sobre como estariam essas teorias comportamentais atualmente, com o auge da participação da internet em nossas vidas. Será que ainda “somos os mesmos e vivemos como os nossos pais”, e tudo que já se sabe sobre comunicação é compatível aos dias de hoje?

As redes sociais são o principal boom que nos faz questionar isso. Hoje o consumidor confia muito mais em opiniões e depoimentos de pessoas que nem conhece, mas que expuseram em alguma rede o seu feedback, do que na palavra do vendedor em loja física.

Por isso, a teoria do marketing digital em si deve ser repensada. Além dos processos de compra online, há muitos fatores relativos que vão influenciar o seu processo de compra. Quando pensamos em venda nas lojas físicas entra a questão de se trabalhar o ponto de venda como um todo, desde os chamarizes ao relacionamento do vendedor com o cliente. Mas na web você não tem como descobrir porque o Zézinho optou pelo celular X ao invés do Y. Teria ele encontrado muitas reclamações sobre aquela marca? Descobriu um atributo que nem imaginava que a outra pudesse ter? Viu um banner lindo no Terra e ao clicar nele já optou pela compra? Achou o site da X bem mais diversificado e interessante? Gostou mais dos tweetes da X? Ou simplesmente comprou porque já confia na marca e já tem um relacionamento a longo período com ela?

Encontrei um artigo muito interessante sobre isso, o autor é Everson Costa, não sei qual o fundamento utilizado, mas é citado algumas das necessidades do consumidor online que podem ser muito bem analisadas:

-         Necessidade de relacionamento: as redes sociais entram neste quesito, é uma das formas encontradas pelas empresas para ‘estar onde seus clientes estão’, e tornar a conversa com ele uma experiência agradável e sociável;

-         Necessidade de informação: Google é o rei. Quando você vai procurar sobre algum produto, independente da ordem de como vai buscar, em algum momento você vai entrar no Google e tentar descobrir um pouco mais. O consumidor quer e precisa estar bem informado sobre tudo o que o seu produto pode proporcionar a ele. E nem adianta tentar esconder reclamações, de alguma forma elas vão aparecer, nem que seja na página 6 das buscas;

-         Necessidade de comunicação: sair da visão de telemarketing, abrir caminhos para a conversa online diretamente com o SAC. Inovar com tantas ferramentas de conversa em tempo real: MSN, Skype, Google Talk…

-         Necessidade de diversão: sites de entretenimento sempre tiveram grande audiência brasileira, prova é que existem muitos sites com algum apelo à diversão. Como, por exemplo, ter um jogo na home, ou alguma atividade que o usuário tenha que interagir para poder acessar algum conteúdo.

Saber quais as ferramentas que estão fazendo sucesso é importante, mas mais importante ainda é saber o que o seu consumidor quer ouvir. E, obviamente, atendê-lo, para finalmente conquistar o tão sonhado relacionamento digital com ele.

Ações em Mídias Sociais: Quanto cobrar?

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Category : Colunas, Mídias e Redes Sociais

Um debate sem fim! – Sou também web designer já tem uns oito anos e em qualquer ramo de atuação, seja como freelancer, PJ (pessoas jurídica) ou CLT (o famoso registrado em carteira) todos no inicio do trabalho temos essa dúvida sobre como cobrar e quanto para cada serviço ou projeto em que atuamos.

Com a era das ações de marketing em Redes Sociais nascem freqüentemente diversos consultores e especialistas no assunto e surge sempre a mesma pergunta na cabeça desses profissionais e para quem contrata esse tipo de serviço também.

Em uma breve pesquisa feita através da rede social Campi Digital que atualmente usa o Ning.com como plataforma, grandes profissionais debatem sobre esse assunto. Iris Freitas comentou que em uma breve conversa com um amigo ele dizia que “trabalho intelectual não tem parâmetro de cobrança”, eu discordo dessa idéia, pois afinal temos que ter sempre um parâmetro e aproveitando ela cita os valores abaixo.

“Alguns sites gringos demonstram um valor cobrado de U$S 20,00 ou até U$S 30,00 por hora e aqui no Brasil algumas agências cobram um equivalente a R$ 70,00 por hora de trabalho.”

“As agências que conheço cobram por hora, mas não só a hora da atualização, também a hora de preparação de relatórios. Sobre o valor da hora conta com a experiência e o renome do profissional. Esta é uma das maiores dificuldades do profissional que vende serviço. Nós temos dificuldades em mensurar isso, principalmente nós brasileiros que ainda temos uma consciência muito industrial.” Comenta nosso colaborador Plínio Reis Medeiros.

Mel Oliveira destaca a seguinte idéia de como cobrar para ações em Mídias Sociais:

“Planejamento: conheço amigos que cobram 60% sobre a entrega do planejamento e 40% sobre resultados obtidos. Esse 100% deve ser baseado no valor da sua hora de trabalho sobre o tempo que você levará para fechar esse planejamento.

Então, como calcular a sua hora de trabalho? – Simples, some todas as suas despesas fixas somados a variáveis e o quanto você quer ter extra (de acordo com sua realidade), divida por 160 que equivalem a 08 horas de trabalho por dia em 01 mês e pronto, você tem o valor da sua hora de trabalho. Na proposta final, adicione 10% ou 20% a mais de horas como margem de segurança.”

Sócio da agência Prime Web, Oscar Ferreira destaca o seguinte:

“Deve existir de princípio uma analise geral de caso, saber com que tipo de empresa esta lidando. Quanto de demanda em horas ela vai lhe causar, analisar se poderá realizar sozinho o trabalho ou se terá que chamar mais alguém para sua equipe. Outra analise e quanto de informação vai ter que administrar, se estiver pensando que será apenas uma inserção de conteúdo sua estratégia já começa errada.

Nós temos um grande problema na hora de fechar um JOB, quando estamos frente a frente com uma proposta na mesa sofremos demasiados argumentos em que sua proposta esta alta demais ou que aquilo é algo surreal para a realidade da empresa. A dica que eu deixo é, pesquise antes e nessa hora mostre por estatísticas como você pode fazer um gasto virar um investimento.”

O que eu acho?

Bom, ainda estamos em fase de aprimoramento não só de campanhas em Mídias Sociais mas em fase de entendermos como mercado esta reagindo a essa nova onda do marketing digital e dos profissionais que nascem para suprir essas necessidades do mercado atual. Creio que com o tempo teremos mais certeza dos valores a serem cobrados por cada etapa nessas ações. Até la vamos seguindo o caminho de quem esta iniciando e levando a sério e com competência essas ações.

Mas espero que esse artigo tenha lhe ajudado a entender os valores cobrados por esses profissionais.

Links #06 l Grandes post´s sobre Comunicação

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Category : Links da Semana

Semana com feriado e mesmo assim o pessoal encheu a internet de ótimos post´s, como sempre temos sites carimbados aqui em nossa seleção de post´s. Um deles é o blog cheio de ótimos textos e com grandes colaboradores O Melhor do Marketing do meu amigo André Damasceno.

Outro blog que sempre esta em nossa listagem, e hoje aparece mais uma vez, é a Quinta Onda do grande Mauro Segura.

Mas temos novidades entre os post´s de hoje e uma delas é o Blog Advertido, confesso que sempre acessei o blog e gosto muito do design e conteúdo postado. Hoje resolvi selecionar dois post´s inseridos essa semana no blog.

Temos também o pessoal do iMasters e um dos textos selecionados é do nosso mais novo colaborador Plínio Medeiros, e também marcando presença o blog 30 segundos comandado pelo Matheus.

Segue a listagem dessa semana:

O Melhor do Marketing

Marketing enfrenta o gerenciamento de equipes através das mídias sociais. E agora?: Christopher Koch e sua equipe acabam de lançar a pesquisa: ITSMA survey on social media. Neste primeiro post, estarei compartilhando com os leitores do blog “O Melhor do Marketing” as principais impressões obtidas com a pesquisa. Espero que, apesar de estarmos nos espelhando no mercado americano, os líderes de organizações entendam a importância de envolver todos os funcionários de uma empresa em busca do engajamento da marca nas mídias sociais. Continue lendo …

A Quinta Onda

Os benefícios do uso das redes sociais nas empresas: O relatório “Social Networks vs. Management” da Manpower, publicado no primeiro trimestre de 2010, foi amplamente divulgado pela mídia e muito repercutido nos blogs. No entanto, a grande maioria se concentrou nos números (que são sempre legais de se ver), deixando de destacar uma parte do conteúdo do reporte que lista a capacidade das redes sociais de atacar as “dores” que toda empresa sofre. Continue lendo…

Advertido!

E-Commerce no Facebook?: Se as mídias sociais agregam valor por aproximar a marca de pessoas ávidas em consumir e se relacionar com o que lhes interessa, fica claro que estes meios podem beneficiar ainda mais quando começam a oferecer novos tipos de serviços, como é o caso do e-commerce. Continue lendo…

O skate, a piscina e o “viral”: Não se pode chamar um conteúdo de “viral” sem antes conhecer o impacto que ele causou. Mas, infelizmente, ainda tem gente que denomina qualquer vídeo engraçadinho de “viral”. E este erro é muito comum. Uma pena, porque tem gente aprendendo errado o conceito dessa tática, e aplicando rotineiramente. Afinal, o que de fato faz um “viral” é o potencial criativo e emocional da idéia. Simples (?) Continue lendo…

iMasters

Redes Sociais segmentadas funcionam?: Pois bem. As Redes Sociais de Nicho podem parecer muito bizarras. Imagine uma rede de donos de cães chihuahua do Estado de São Paulo; ela realmente não fará sentido para você que não tem e/ou não gosta de cachorrinhos desta raça. Mas, acredite, ela é um prato cheio para companhias paulistas especializadas em ração para cães de porte pequeno. Continue lendo…

Usando as mídias sociais para agregar no endomarketing de sua empresa: Não há muitas novidades quando falamos em Endomarketing; vários estudos têm mostrado que os funcionários se tornam mais produtivos quando estão motivados e envolvidos com os projetos da empresa. Porém, muitas empresas têm alcançado um ótimo rendimento em seus projetos, devido ao envolvimento de seus colaboradores em suas campanhas usando as mídias sociais. Continue lendo…

30 Segundos

Propaganda boca-a-boca e o Twitter, como as mídias sociais nos influenciam nos dias atuais: Como já diziam, é a indicação de um produto, ou até mesmo um amigo dentro de uma corporação para outra pessoa. A propaganda mesmo sendo positiva ou negativa pode gerar muitos frutos de perspectiva abrangente para certa massa geral, para aqueles que esperam que sua marca seja reconhecida, nada mais do que útil em dias de hoje, o Twitter, mas aí vem a questão: Como divulgar um produto dentro de uma ferramenta social? Continue lendo…