Um brinde aos aplicativos: relacionamento e comércio mobile

23.mai.2012 - Por em Artigos
usando-celular-aplicativo

Por Alex Camillo*

Marketing e vendas sempre andaram de mãos dadas: as velhas práticas comerciais foram as vovós das atuais estratégias de marketing. Uma técnica antiga ainda muito utilizada é a de entregar brindes, como pen drives, canetas e bonés – algo útil para o cliente. Com a evolução da tecnologia e a necessidade de marcar presença também no mundo virtual, muitas marcas fazem uso de aplicativos para atingir basicamente os mesmos objetivos pelos quais distribuíam o imã, o calendário, o chaveiro etc.

Se o aplicativo tiver uma conotação social, melhor ainda.Imagineum aplicativo em que o usuário inserisse a quantidade de chope que tomou e o programa fizesse o cálculo do teor de álcool no seu sangue, com a mensagem “vá de táxi”. Bem melhor, não?

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Atraindo seu público por meio da Geolocalização e Gamificação

17.mai.2012 - Por em Mobile/Tech
geolocalização

Enfim chegou aquele momento que sempre sonhei em ver no Brasil, desde que vi pela primeira vez o jogo proposto pela montadora MINI em Stockholm, capital da Suécia, o MINI Getaway Stockholm. A ideia era que houvesse uma disputa entre pessoas pelo MINI Countryman para o lançamento do modelo.  Foi criado um aplicativo exclusivo para essa ação. Veja como ela foi pensada e realizada nos vídeos abaixo.

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Mobile Commerce e o Pagamento Eletrônico

06.jul.2011 - Por em Artigos

O mercado de smartphones como Android e iPhones crescem vertiginosamente e isso não é novidade alguma para se contar. Mas a grande novidade deste segmento em ascensão são os diversos aplicativos que facilitam a nossa vida, seja um commodity ou um de suma importância para o nosso cotidiano. Há uma gama variada deles no mercado.

Uma historinha rápida para ilustrar o que desejo exemplificar.

“Estava certa vez em uma comemoração com amigos em um café aqui de Brasília quando chegou um desses vendedores de rua com vários artigos confeccionados artesanalmente com prata, eram brincos, colares e pulseiras. As mulheres presentes na mesa gostaram dos produtos, mas tinham o empecilho no momento do pagamento que seriam feitos através de cartão de crédito, quando todos pensaram que o vendedor iria embora, o mesmo sacou duas máquinas destas de pagamento via cartão de crédito para a surpresa dos presentes.”

Onde quis chegar com isso num artigo que fala sobre mobile commerce? Bem, empresas voltadas para o comércio eletrônico já têm investido em aplicativos para o mobile commerce e abocanhar essa fatia doce do bolo entre os usuários de smartphones e similares, como é o caso da Cielo, empresa do segmento de meios eletrônicos de pagamentos, que desenvolveu um aplicativo que transforma seu iPhone, iPad e Android em uma máquina de pagamento.

A Google tem investido no segmento de pagamento móvel e recentemente  anunciou o seu sistema de pagamento móvel Google Wallet, que a princípio será compatível apenar com o Nexus S. O sistema tem um ‘armazenamento’ virtual dos seus cartões de crédito e outras formas de bilhetagem, sendo assim necessário somente portar o seu celular, dispensando aquele montante de cartões que muitos carregam na carteira.

Imaginando as possibilidades, se é que já não existam ou estejam sendo desenvolvidas, seria interessante se houvesse a possibilidade de efetuar transferências via Bluetooth para outro aparelho, dispensando quem sabe seus cartões e outros maquinários. Os bancos também desenvolvem aplicativos para consulta de saldos e últimas transações efetuadas em sua conta através do celular, e isso não é algo que tenha sido desenvolvido recentemente.

Fica a dica para desenvolvedores, empresas que desejam ingressar com um e-commerce de qualidade e com um diferencial. O mobile é algo atual, em constante renovação e com um público que é qualificado e exigente. Então ao pensar em desenvolver algo para esta plataforma, busque inovar, não somente na forma de apresentar seus produtos e serviços, mas também na forma como será efetuado o pagamento dos mesmos.


O celular das Redes Sociais

17.set.2009 - Por em Mídias Sociais

celular

Uma câmera de 2MP, sem 3G, sem Wi-Fi, sem GPS ou touchscreen. Esse é o Motocubo, lançado com toda pompa mundialmente pela Motorola na última semana, em São Paulo. E é com esse celular bem limitado que a empresa que precisa se reinventar aposta muitas fichas. Vai dar certo? Por R$ 549, desbloqueado, com uma interface incrivelmente amigável para redes sociais, truques para usar o mínimo de banda possível e teclado QWERTY, há uma boa chance de isso ser um sucesso. Porque, amiguinhos, estamos no Brasil. E às vezes faz bem olhar o que o público quer e está consumindo.

A grande sacada do Motocubo (que é outro poliedro, mas não um cubo) é melhorar a interface do usuário. Ele roda no OS proprietário da Motorola e tem botões dedicados ao SMS ou ao browser (o Opera pré-instalado). Aparentemente tudo foi pensado para que a pessoa dê o mínimo de cliques possível para conseguir o que quer. Você costuma mandar fotos para o Twittpic? Com apenas um clique (mesmo), dá para enviá-la diretamente. O player de música, além dos botões dedicados para ir pra frente ou pra trás, permite que você dê nota e organiza playlists automáticas. O cliente para Orkut (desenvolvido em parceria com o Google, exclusivo) traz as principais funções, tipo escrever um scrap ou mudar o status no próprio menu do celular. Mesma coisa para os clientes proprietários do Facebook ou Last.fm: eles foram feitos para aquela tela e aquele teclado, o que é bem diferente de entrar por um navegador genérico não amigo do aparelho (Nokia 5800, estou olhando para você).

Com esses programas de interface simplificada e quase sem figuras (e outros, como os cliente de e-mail com os principais servidores pré-configurados), o Motocubo usa pouca banda. A Motorola conversou com operadoras para que disponibilizassem planos pré-pagos de dados ou mais econômicos. Pelo perfil dos programas, com 10 MB, a princípio, dá pra se virar muito bem. Até porque algumas funções tipo mandar uma foto para o Picasa, por exemplo, são configuradas como MMS – não usam a rede Edge. Mas e a velocidade? É obviamente mais lento, sim, para navegação. Mas como eu falei, os programas simplificados ajudam as coisas a serem carregadas mais rápido. O Motocubo demorou 4 segundos a mais para carregar a página principal do Orkut em comparação ao meu E71 com 3G.

Mais info: Gizmodo


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